“O novo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito foi Secretário de Estado do PS.
A presidente do Conselho de Fiscalização das Secretas foi Ministra do PS.
O marido da Secretário Geral do SIRP foi Secretário de Estado do PS.
O governador do Banco de Portugal foi Ministro do PS.
O novo presidente do Tribunal Constitucional foi assessor de um Governo do PS.
Há alguém a fiscalizar o PS, que não seja do PS?”
Sebastião Bugalho, CNN

Resumindo: Legislativo, Executivo e até toques do Judicial tudo, por obra e graça de 1/4 do eleitorado, nas mãos de o Sr. A. Costa.
Incontrolável “maioria absoluta” dixit. Democracia?.
E mais uns milhões para os media…
O inquilino de Belém não é do ps segundo consta.
Com o seu apurado faro para sentir o ar do tempo, afastou-se há pouco tempo, sim senhor.
O Paulo Sousa deu-se ao trabalho de ver quais os que são nomeados e os votados na AR ?
Nos governos de Cavaco Silva também, assim, acontecia: nomeados pelo governo e votados na AR.
E quanto ao Tribunal Constitucional
“…Tribunal Constitucional é composto por treze juízes, sendo dez eleitos pela Assembleia da República — por maioria qualificada de dois terços dos Deputados presentes, desde que superior à maioria absoluta dos Deputados em efectividade de funções [artigo 163º, alínea h), da …”
Bem, o Sebastião Bugalho está a ser populista.
Entendo que o Cavaco, mesmo quando não fala, o incomode, mas… não tem nada a ver com o isto.
Está a defender que o escrutínio só é necessário de se um governo não for de esquerda?
Nada disso, e o Paulo Sousa percebeu.
Aquelas nomeações são feitas pelos governos ou na AR, fosse quem fosse o ou os partidos do governo.
É só ir ver como aconteceu deste, p.ex., o primeiro governo de Cavaco Silva.
Nah nah, o ps teve a maioria absoluta,absolutíssima. Este absoluto estende-se a todos os votantes nele e restantes obrigados.Assim a maioria da sociedade,a maioria das estruturas sociais e do estado d’ isto,a maioria dos media,a maioria de tudo pertence ao ps.Até o dinheiro, como muito bem disse a dona Elisa.
Portanto habituem-se à maioria do ps em tudo e fiquem sabendo , como bem advertiu o anterior ministro—Quem se mete com o ps leva.
É isso.
QUANDO O SIÊNCIO PODE MATAR
O maior partido da oposição bem podia fiscalizar pelo silêncio durante um período de tempo determinado.
Com a vantagem de não cair na ratoeira de se expor aos ricochetes dos próprias disparos, e ainda poder responder a eventual remoque da área da governação.
Para tanto bastaria dizer apenas que todas as questões estão expostas e muitas perguntas feitas, faltando em traços precisos conhecer as respetivas respostas.