Já li o livro e vi o filme (52)


Pedro Correia,

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SCARAMOUCHE (1921)

Autor: Rafael Sabatini 

Realizador: George Sidney (1952)

Bastariam os oito minutos da electrizante cena do duelo entre Stewart Granger e Mel Ferrer para que este filme entrasse na história do cinema. Em linha com o romance, um dos títulos cimeiros dos chamados livros de aventuras.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (52)”

      1. Eu não faço essa distinção, Pedro, e até gosto bastante de livros de aventuras, simplesmente não li este.
        O filme talvez tenha visto na televisão quando era criança, mas como não me lembro é o mesmo que não ter visto.
        🙂 Antonieta

        1. Eu li o livro em miúdo, quando sentia de facto muito mais vontade de ler estes romances “de aventuras”, como se dizia, do que qualquer outro. Foi quando li ‘A Ilha do Tesouro’, ‘Robinson Crusoe’, ‘Os Três Mosqueteiros’, ‘O Médico e o Monstro’, etc, etc. Os filmes, quase sempre, vieram depois.
          Foi o caso. O cinema funcionou assim como um sucedâneo da infância entretanto ultrapassada mas jamais perdida.

    1. Esse foi um dos meus primeiros filmes “de aventuras”, Dulce. Ainda o vi a preto e branco, na velha RTP. Voltei a vê-lo a cores – e aí o deslumbramento aumentou. A Olivia de Havilland, Lady Marion no filme, ainda é viva: está quase a fazer 100 anos.

  1. Li e vi, na juventudo«.

    Aprecio o estilo stewart granger, desde que o vi representar Brummel, personagem curiosa de que já li vários os textos, um dos quais de julio dantas, relativo ao dandysmo.

    Recomendo leituras sobre o belo brummel, o homem mais snob do UK, que revolucionou a moda para homem e os conceitos de higiene – cortando com hábitos e exageros do sec XVIII britânico, colado à frança.

  2. As relações de brummel com o principe de gales, regente e mais tarde jorge IV – são interessante.

    Uma série recente pode ser vista no you tube.

    A cultura do dandysmo, cavalheiresco e viril sucede ao mundo efeminado anterior.

    Mais tarde também oscar wilde (menos “masculinizado”…) cultiva o belo, a estética e o humor, em todas as formas.

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