Este é um dos filmes da minha vida. Gostei tanto dele que escrevi dois textos diferentes em duas ocasiões que o vi, com intervalo de poucos anos. Um deles já publicado no DELITO. Hei-de publicar o outro também. Como em regra me acontece, o livro seguiu-se ao filme. Por mera curiosidade. E – para espanto meu, confesso – percebi que grande parte do fascínio desta película deriva da própria qualidade do texto literário. Acabei por ficar fascinado pelo livro também. O policial negro visto de forma diferente, com olhar feminino. Comprovei, uma vez mais, que a escrita também tem sexo.
Devo prestar homenagem ao seu bom gosto. Creio que por “gaja boa” o amigo pretende designar a “femme fatale” – condimento essencial do filme negro. Ou ‘noir’, para manter a pedante nota em franciú tuga.
Gosto muito deste filme do Preminger, tive-o gravado em K7 e vi-o várias vezes.
Nunca li o livro nem qualquer outro desta autora.
🙂 Antonieta
Este é um dos filmes da minha vida. Gostei tanto dele que escrevi dois textos diferentes em duas ocasiões que o vi, com intervalo de poucos anos. Um deles já publicado no DELITO. Hei-de publicar o outro também.
Como em regra me acontece, o livro seguiu-se ao filme. Por mera curiosidade. E – para espanto meu, confesso – percebi que grande parte do fascínio desta película deriva da própria qualidade do texto literário. Acabei por ficar fascinado pelo livro também. O policial negro visto de forma diferente, com olhar feminino. Comprovei, uma vez mais, que a escrita também tem sexo.
Não vi.
Até lá, o que mais gosdto com Hb, é o big sleep (à beira do abismo).
Em parte por causa das gajas.
gajas boas, tentadoras e tentadiças…
Devo prestar homenagem ao seu bom gosto. Creio que por “gaja boa” o amigo pretende designar a “femme fatale” – condimento essencial do filme negro. Ou ‘noir’, para manter a pedante nota em franciú tuga.