

O LEÃO DA ESTRELA (1939)
Autores: Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos
Realizador: Arthur Duarte (1947)
Começou por ser uma peça teatral, encenada em 1925, com Chaby Pinheiro no principal papel. Editada em livro 14 anos mais tarde, originaria uma das mais populares comédias do cinema português. Superior ao divertido texto original, expurgando-o de alusões políticas mas introduzindo a hilariante sátira ao futebol, durante um FC Porto-Sporting, protagonizada por António Silva e Erico Braga.

Só de ver a foto dá vontade de rir.
Boa tarde Pedro Correia.
Não li o livro, mas vi o filme mais do que uma vez.
Sendo certo que cada cabeça sua sentença, António Silva era “qualquer coisa”. Saúde.
António Cabral
Um dos mais geniais actores portugueses de todos os tempos. Felizmente com desempenhos bem preservados no cinema (e até alguns, julgo, em televisão).
Mais um ano sem ganhar a Liga…
Provavelmente o melhor filme português de sempre. Com ‘O Costa do Castelo’ e ‘O Pai Tirano’.
Nesta Liga vence sempre.
Adoro!
E sempre me rio com encantamento das velhas piadas. Velhas, mas que envelheceram muito bem … ou, então, os actores são muito bons. Ou, então, as duas coisas.
Tem uma das falas de que mais gosto do cinema português: “Se és leão, és homem de bem!”
Nesse tempo o Gois Mota obrigava toda a gente a ser da Associação Desportiva de Portugal, ninguém podia ser dos encarnados das Amoreiras.
Além disso é das melhores comédias de sempre do cinema português.
A cena da Albano passa a Travassos, Travassos passa a Peyroteo e …goooolo ..pontapé na mesa é inesquecível, e ó Barata tens ai 100 paus que me emprestes, depois fazemos contas, também ficou no ouvido.
Conheci pessoalmente o Mourão (extremo antes de Jesus Correia) e o Soeiro (avançado antes do Peyroteo), evidentemente eu 14/15 anos. O Mourão era sócio-gerente de uma tipografia e o Soeiro tratava de papelada de automóveis na Direcção de Viação e era treinador de uma equipa de futebol do campeonato da FNAC.
Tempos áureos da hegemonia leonina no futebol. E dos actores de revista no cinema português. Infelizmente, uma e outra foram-se perdendo.
o Leão da Estrela era o meu Amigo António Abrantes Mendes, pai do Sérgio recentemente falecido
Deixaram excelente memória, pai e filho.
É sempre um prazer ver o filme ( o antigo), já o vi vezes sem conta, nunca me canso, assim como os outros todos que metam o António Silva ou o Vasco Santana.
O filme novo não chega nem aos calcanhares.
Esse não vi. Nem tenciono ver.
Prefiro sempre o original às cópias.
Nos “States” esses dois actores tinham uma estrela garantida no “Passeio da Fama”.
Acredito. Até quase todos os secundários são muito bons.
Creio que muitas vezes me esqueço e não devo ser a única, que as grandes obras cinematográficas se baseiam em guiões originais ou adaptados de livros ou ensaios. Nunca li o livro mas este filme daqueles que nunca se esquecem.
Livro de ambiência mais política, da I República. Ganha no filme, quando a rivalidade política passa ao futebol (por motivos fáceis de entender mas que aqui resultam).
Apenas vi o filme. Várias vezes. E julgo que voltarei a fazê-lo se haja oportunidade. Aprecio uma boa comédia e as interpretações são estupendas. Todas.
Ao contrário do que muitos imaginam, Erico Braga não era do Porto.
Trabalha o sotaque. Muito bem, como hoje é raro alguém fazer no cinema português.
Estes filmes antigos portugueses são deliciosos 😀. Mesmo que os vejamos dezenas de vezes e saibamos de cor muitos dos diálogos, é impossível não achar imensa graça por serem ao mesmo tempo hilariantes e inteligentes.
Os diálogos são fabulosos. Muito bem escritos. Parecem todos espontâneos, mas lendo o livro percebe-se bem que não.
Esta publicação abriu-me o apetite!!
Como tenho o DVD vou vê-lo esta noite novamente.
Não sabia que começou por ser uma peça de teatro 🎭
O LEÃO DA ESTRELA (1939) é um dos meus filmes favoritos 🎥 eu adepta do FCP
Na vida real, António Silva era também um grande sportinguista. Além do Artur Agostinho, claro.
Acabei agora mesmo de ver o filme 🎥 e ri-me como da primeira vez, ainda miúda.
Ainda bem. Gostei de saber.
Nunca li o livro, mas o filme continua com a mesma graça que tinha.
Tem uma graça intemporal.
O Leão da Estrela ???
Há, ah, Valentões !!!
Na estrela há leões ???
Miau, miau …
Deixem estar. Pode ser que um dia alguém rode um filme intitulado “Um abutre em Carnide”. Para vocês se sentirem felizes.