Já li o livro e vi o filme (281)


Pedro Correia,

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 HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL (1997)

Autora: J. K. Rowling

Realizador: Chris Columbus (2001)

Um trepidante mundo de fantasia que resistiu incólume – e até se viu reforçado – na passagem de livro para filme, conquistando milhões de miúdos e muitos graúdos. Confirmando, à entrada do milénio, que a magia do cinema permanecia incólume um século depois.

14 comentários em “Já li o livro e vi o filme (281)”

  1. Mas isso não é um livro (e um filme) para crianças? O Pedro Correia teve paciência e gosto para ler isso?

    1. O Feiticeiro de Oz, Mary Poppins e ET, entre tantos outros, também são filmes para crianças. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, é um livro para crianças.
      E não deixam de ser obras-primas que os adultos também gostam.

      1. A Alice tem demasiadas mensagens subliminares para ser somente para crianças 😉

        Nunca fui fã dos filmes (uns colegas mais jovens referem o Harry Potter como o “livro da sua geração), a filha já comeu filmes e livros.
        Mantenho-me pelo Senhor do Anéis. Os livros, já que os filmes… blergh.

      2. Li todos do Harry e vi alguns filmes. Adoro filmes de fantasia , com bruxas , fadas , dragões e mais coisas fabulásticas. As Crónicas de Narnia , A Bússola Dourada , Labyrinth , O Lar da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares e muitos mais são óptimos. Já só vou ao cinema ver filmes para crianças -:)
        quem também tinha filmes bons desse tipo era o Hallmark Channel

        1. Eu fiz esse circuito todo, da paternidade cinéfila, com a minha filha. Vendo o Rei Leão e a Pocahontas e a Bela e o Monstro e os 101 Dálmatas.
          Gostei de todos. Tanto como ela.

          1. Já passou, já passou…

            A minha já quer ver filmes de terror (já viu o Gremlins, não era “assustador”), tenho aqui agora o Babe e o Chihiro para introduzir a manga.

        2. para marina a 18.03.2021 às 10:50

          Se gosta de livros de fantasia (incluídos na ficção científica) recomendo vivamente que procure Ursula K. Le Guin (faleceu em 2018). Escreveu mais de 20 livros alguns publicados em português na Colecção Argonauta. Recordo especialmente uma saga sobre dragões que foi dos ou mesmo o livro mais belo que li e confesso lembrar-me que numa dada parte não consegui evitar umas lágrimas (que vergonha! …, um adolescente nos anos 50).

  2. E a “Histoire de monsieur Cryptogame” (Rodolphe Töpffer)? E “Max und Moritz” (Wilhem Busch)? E “As aventuras de Nhô Quim” (Angelo Agostini)? E “The Yellow Kid” (Richard Felton Outcault)? E “Hokusai Manga” (Katsushita Hokusai)? E “Tagosaku To Mokube No Tokyo Kenbutsu” (Rakuten Kitazawa)? E “Famille Fennouillard” (Christophe)? E “Our House in Town” (William Heath)? E “Little Nemo in Slumberland” (Winsor McCay)? E “Detective Dan, Secret Operative n.º 48” (Humor Publications)? E “As Aventuras do Senhor Simplício Baptista” (Flora)? E “Apontamentos de Raphael Bordallo Pinheiro sobre a Picaresca Viagem do Imperador de Rasib pela Europa” (Raphael Bordallo Pinheiro)?

  3. Não sou grande apreciadora de fantasia, nem na literatura, nem no cinema. E não é por esta série ser considerada de crianças (que nem é; é mais juvenil), também não ligo ao “Senhor dos Anéis”.

    No entanto, concordo com o Pedro, quando fala na “magia do cinema”. Além disso, a J K Rowling provou que é possível pôr os jovens a ler livros. Por isso mesmo, admiro a obra desta autora, assim como admiro os filmes, do melhor que há no seu género.

    1. Infelizmente esse é o critério vencedor.
      Ursula K. Le Guin é mais prolixa, mais variada, tão ou mais imaginativa, escrevia tão bem ou melhor que J. K. Rowling mas a estrutura dos seus livros e contos não é ou seria muito dificilmente adaptável ao cinema. Assim, em termos comparativos com Rowling, morreu quase ignorada.
      https://en.wikipedia.org/wiki/Ursula_K._Le_Guin

  4. Paciente que sou, li todos os livros e vi todos os filmes. Estou a começar a apresentar a minha neta a este fabuloso universo de magia, e apesar de todos os tios Vernon cépticos e desconstrutivos, o que seria de nós humanos sem um pouco de magia na vida?

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