Já li o livro e vi o filme (274)


Pedro Correia,

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     A MÃE (1907)

Autor: Máximo Górki

Realizador: Vsévolod Pudóvkine (1926)

Pedra angular do romance ideológico, funcionou como matriz do realismo socialista na ficção literária e gerou uma obra-prima do cinema soviético, ainda no período pré-sonoro. Impossível ficar indiferente tanto ao livro como ao filme.

20 comentários em “Já li o livro e vi o filme (274)”

  1. Não percebo nada de cinema, mas parece-me notável que já em 1926 se rodassem na URSS filmes de qualidade. Isto mostra, parece-me, que a URSS já nessa altura era, de alguma forma, muito mais evoluída em termos culturais e económicos do que muitos outros países, em particular Portugal.

    1. se me permite a recomendação, veja o filme extraordinário de 1929 de Dziga Vertov, O homem da câmara de filmar (cito de memória), mais num registo experimental

  2. Li o livro ainda muito jovem (há mais de mil anos…), na altura em que li os chamados clássicos russos; nunca vi o filme, aliás, nem sabia que havia um filme.
    Será que está na net?
    Vou pesquisar.
    🍁
    Maria

  3. Fez bem em notar—matriz do realismo socialista.
    Realismo que era sobretudo idealismo, obedecendo a normas ideológicas leninistas (lenine aplaudiu o autor e considerou o romance o padrão da nova ficção comunista). Os actuais herdeiros ideológicos já alargaram horizontes literários…
    Li mas não vi.
    Chegou.

      1. Agradeço a sugestão,aprecio Eisenstein em que a componente estética quase se autonomiza das directrizes ideológicas. Ivan ou mesmo o Couraçado valem por isso mesmo.

  4. Não li nem vi.
    E nem sei por que nunca li porque se procurar bem em arcas ancestrais de certeza vou encontrá-lo.
    Já tenho empreitada para Sábado, se começar cedo porque se não alongar-se-á durante Domingo.
    Foi o que o Pedro Correia veio arranjar com isto. Pôr-me a trabalhar.

  5. É uma Obra Prima!
    E fico encantado pelo reconhecimento de tantos Camaradas pela coragem demonstrada.

    Armando Chumbinho

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