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MARLEY E EU (2005)
Autor: John Grogan
Realizador: David Frankel (2008)
Todas as gerações têm os seus livros e filmes favoritos sobre cães. Este relato de um labrador que acompanhou a família de acolhimento durante 14 anos consegue ser divertido e comovente em partes quase iguais. O filme é valorizado pelo excelente desempenho de Jennifer Aniston como dona do Marley.

Já vi o filme não li o livro.
Alinho pela mesma apreciação.
O filme segue o livro muito de perto. Eu li primeiro o livro, daí tê-lo preferido ao filme, sem mais considerandos. Mas o filme compensa por ter a Jennifer Aniston.
Resultado: um empate.
Também vi o filme. Não faz o meu estilo.
Não faz?
Nem por isso. Seduzem-me os filmes antigos e que contam histórias, onde há vários personagens de interesse, não necessariamente os principais; personagens que têm uma ponta de ironia e certa ingenuidade que, pelo menos em filme, me cai bem. No fundo somos sempre iguais, repetimos preferências. Ficou-me de criança o gosto pelas histórias:).
Bom Dia
Obrigado, Bea. Bom dia para si também.
Gostei do livro e a minha mulher do filme

Uma vénia à vossa sábia distribuição de tarefas.
Jennifer Aniston… Desde Friends até sempre, este filme incluído. Toujours belle.
Concordo. Não é uma beleza espectacular: é uma beleza simples.
As mulheres mais belas são estas, as da beleza simples e clássica.
Comprovando que o Brad Pitt é um imbecil por ter trocado a Jennifer pela Angelina Jolie.
Consta que já voltou para a Jenny, com quem, aliás, teve o bom gosto de passar a honeymoon em Sintra.
Vi o filme, não li o livro.
🌻
Maria
E ela aceitou o imbecil de volta?
Desceu na minha consideração.
Ah, o Pedro está a ser muito severo com ambos, penso eu de que…
Já deu para perceber que não gosta do rapaz – nem consigo perceber porquê – eu, por exemplo, gosto imenso dele 🙂 e não é só pelo aspecto, juro.
🌻
Maria
Embirro solenemente com ele, devo confessar.
Pior que ele, só o Bardem. Que “me roubou” a Penélope Cruz.
Compreendo. Quando embirramos não há nada a fazer: também tenho alguns/algumas assim 🙂
🌻
Maria
data do filme: 2008
Certo, vou emendar. Obrigado.
Uma obra sobre cães ou uma obra sobre jornalistas? Imagino que essoutra perspectiva não terá sido despicienda para o Pedro Correia.
Concordando na apreciação da actriz principal, vai daqui também uma palavra de apreço para o contracenista. Um actor muitas vezes injustamente desvalorizado e que estava neste filme a fazer recuperação de uma estúpida, estúpida tentativa de suicídio.
Desconhecia esse facto. E só posso presumir que este filme tenha funcionado como terapia. É um filme feliz, mesmo nos momentos de tristeza.
Uma lição de vida, afinal.
vi o filme e gostei

cá em casa houve um filme parecido
Cá em casa também. Na alegria e na tristeza. Muito parecido.
Já li o livro e vi o filme e chorei em ambos.