Já li o livro e vi o filme (271)


Pedro Correia,

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     MARLEY E EU (2005)

Autor: John Grogan

Realizador: David Frankel (2008)

Todas as gerações têm os seus livros e filmes favoritos sobre cães. Este relato de um labrador que acompanhou a família de acolhimento durante 14 anos consegue ser divertido e comovente em partes quase iguais. O filme é valorizado pelo excelente desempenho de Jennifer Aniston como dona do Marley.

23 comentários em “Já li o livro e vi o filme (271)”

    1. O filme segue o livro muito de perto. Eu li primeiro o livro, daí tê-lo preferido ao filme, sem mais considerandos. Mas o filme compensa por ter a Jennifer Aniston.
      Resultado: um empate.

      1. Nem por isso. Seduzem-me os filmes antigos e que contam histórias, onde há vários personagens de interesse, não necessariamente os principais; personagens que têm uma ponta de ironia e certa ingenuidade que, pelo menos em filme, me cai bem. No fundo somos sempre iguais, repetimos preferências. Ficou-me de criança o gosto pelas histórias:).
        Bom Dia

    1. Concordo. Não é uma beleza espectacular: é uma beleza simples.
      As mulheres mais belas são estas, as da beleza simples e clássica.
      Comprovando que o Brad Pitt é um imbecil por ter trocado a Jennifer pela Angelina Jolie.

      1. Consta que já voltou para a Jenny, com quem, aliás, teve o bom gosto de passar a honeymoon em Sintra.
        Vi o filme, não li o livro.
        🌻
        Maria

          1. Ah, o Pedro está a ser muito severo com ambos, penso eu de que…
            Já deu para perceber que não gosta do rapaz – nem consigo perceber porquê – eu, por exemplo, gosto imenso dele 🙂 e não é só pelo aspecto, juro.
            🌻
            Maria

          2. Compreendo. Quando embirramos não há nada a fazer: também tenho alguns/algumas assim 🙂
            🌻
            Maria

  1. Uma obra sobre cães ou uma obra sobre jornalistas? Imagino que essoutra perspectiva não terá sido despicienda para o Pedro Correia.

    Concordando na apreciação da actriz principal, vai daqui também uma palavra de apreço para o contracenista. Um actor muitas vezes injustamente desvalorizado e que estava neste filme a fazer recuperação de uma estúpida, estúpida tentativa de suicídio.

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