![thumbnail_20190325_223041-1[1].jpg thumbnail_20190325_223041-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2019/21396951_JGI2d.jpeg)

OS INCORRUPTÍVEIS CONTRA A DROGA II (1975)
Autores: Robin Moore e Milt Machlin
Realizador: John Frankenheimer(1975)
A partir de certa época tornou-se moda verter guiões de filmes de sucesso em edições literárias. Aconteceu com este, que tenta reproduzir em livro a frenética atmosfera da fita protagonizada por Gene Hackman. O original suplanta a cópia.

Já vi o filme e não li o livro.
Em boa verdade, quem viu o filme não precisa de ler o livro.
Devo confessar, a propósito, que nunca quis visitar Marselha precisamente por ter visto este filme ainda muito jovem.
Nunca vi a sequela.
Como é comparativamente à parte 1?
Boa, ao mesmo nível. Trepidante.
Passada em Marselha, em vez de Nova Iorque.
Um granda filmaço
Sem dúvida. Gene Hackman em grande forma. E choques culturais bastante evidentes entre a polícia americana e a polícia francesa.
Muito boa série e muito impressivo sobre o flagelo da toxicodependência.
Ainda hoje me causa arrepios também pelo facto de os ter visto quando era muito jovem.
WW
É verdade. Também me impressionou bastante, sobretudo quando o próprio polícia se torna viciado em heroína.
Não vi, não li e não estou arrependida.
Presumo que não fará o seu género. Embora tenha excelentes perseguições de automóveis.
Também vi o fime, mas não li o livro.
Popey & Cloudy são um dos duos de antologia na 7a arte
São, sim. Popeye serviu, aliás, de modelo implícito a vários outros polícias ou detectives depois dele, no cinema ou em séries televisivas.
Pode valer a pena esclarecer:
– Robin Moore é o autor da obra que serviu de base ao argumento do primeiro filme “The French Connection”. E já aqui o livro é bem diferente do filme, sem qualquer assomo da “frenética atmosfera” tão característica da película.
– ambos, livro e filme, deram origem a sequelas; mas sem que uma encontre correspondência na outra: para além da distância no estilo, os pontos de partida são distintos, os protagonistas são diferentes, as histórias são autónomas.
– como de costume, as pessoas são propositadamente induzidas em erro pela manhosice dos editores e publicitários (veja-se a capa e o título escolhidos para o livro), que apostam na confusão para aumentarem a facturação.
Fala-se hoje, e com razão, nas péssimas capas dos livros. Mas vendo esta, com mais de 40 anos, percebe-se que o mal vem de longe.
Vi o filme no cinema e mais tarde na tv.
Não me parece que vá ler o livro, considerando a montanha de “originais” que tenho em lista de espera…
⚘
Maria
Sim, Maria, há muito melhor. E quem viu o filme não precisa de ler o livro.
No seu género “de acção”, o filme – todo rodado em cenários naturais – é bem superior a muitos feitos desde então.