Já li o livro e vi o filme (253)


Pedro Correia,

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OPERAÇÃO RELÂMPAGO (1961)

Autor: Ian Fleming

Realizador: Terence Young (1965)

Realizador: Irvin Kershner (1983)

Dois trepidantes filmes da saga James Bond (o segundo intitulado Nunca Digas Nunca), com a marca inconfundível do seu intérprete original, Sean Connery. Em comparação com as películas, os livros de Fleming parecem-nos quase entediantes, embora este seja um dos melhores: recomendável para férias com praia ou piscina.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (253)”

  1. devo ter visto o filme mas não faz o meu género. Não vou ler o livro, salvo se desapareçam os outros livros que existem.

      1. Olhe que não, Pedro, olhe que não…
        Eu ia sempre ver estes filmes com um grupo de amigas. Achávamos piada àquele machismo primário e também ao facto de ele sair sempre ileso de todas as lutas e pronto a beber o tal Martini: shaken, not stirred (estou a citar de cor, se calhar era ao contrário).
        Depois os Bond eram filmados on location, logo óptimos para conhecer cidades e locais fantásticos no escurinho do cinema.
        Era puro entretenimento, bom para alternar com Bergman, Kubrick, Coppola, Allen, etc.
        ⚘
        Maria

        1. Eram os Bonds desse tempo, Maria.
          Os de agora não têm graça nenhuma. Com o Daniel Craig transformando o sofisticado agente secreto numa espécie de Rambo em versão ucraniano-das-obras, bebendo cervejola pelo gargalo em espeluncas de má nota.
          Nada a ver com os filmes mais antigos.

    1. Cara Senhora Bea.
      Se me desculpa e permite uma sugestão, se ainda não leu leia a “Condessa” da sublime autora Rebecca Johns.

      1. Obrigada pela sugestão:). Não sei, fui ler a sinopse do romance e tanta intensidade não é bem o que espero ou procuro num livro. Mas quem sabe não é um livro bom para ler na praia…

        1. Pois, realmente: é capaz de ser um pouco pesado, é
          A Condessa do sangue.
          Personagem real do século XVI, em quem Bram Stoker se inspirou para em 1897 escrever o primário Drácula da literatura.
          Sugeria-lhe os meus, mas devido à publicidade implícita na divulgação dos títulos, receio muito seriamente que o Pedro Correia se enervasse e me rogasse uma praga para o meu Benfica logo à noite.
          🙂
          Desejo-lhe uma Feliz e Santa Páscoa e um excelente fim-de-semana.

          1. O Corvo desculpe eu meter aqui a colherada (ou melhor, os dentes) na sua conversa com a Bea.
            Desconhecia que tinha sido essa Condessa a inspirar o Bram Stoker a escrever o belo romance epistolar “Dracula”.
            Li-o há imensos anos e perdi todo o medo que tinha dos vampiros desde criança. Achei que era uma bela história de amor eterno. E até gostei mais do livro que do filme do Coppola.
            ⚘
            Maria

          2. Ora essa. Por mim sinta-se absolutamente à vontade. É um prazer e penso que a senhora Bea também não se importará.
            É o que a Wikipédia diz; que foi inspirado na sinistra condessa Erzsébert Báthory que em 1897 Bram Stoker escreveu o primeiro Drácula.
            Por acaso li esse livro, há muitos anos, tinha dez na altura quando me metia na biblioteca do meu pai. Tanto a Condessa, porque houve várias publicações através dos tempos, como o Drácula, que na ocasião intitulava-se “Homem ou Vampiro”
            Aquilo mexeu com os meus dez anos, o meu pai proibiu-me de entrar na biblioteca, o que obviamente não lhe adiantava nada porque estava sempre lá metido, até que ele envidraçou as prateleiras, fechou-as a cadeado e as minhas expectativas naufragaram porque estava determinado a ler os sete mil e tais livros que ele lá tinha.
            Depois e por acaso há uns anos dei com a Condessa numa livraria, despertou-me gratificadoras recordações sanguinárias e trouxe-o comigo. 🙂
            E agora peço-lhe desculpa pela fastidiosa narrativa e desejo-lhe uma Feliz e Santa Páscoa.

          3. Mas qual fastidiosa narrativa, Corvo? Achei bem interessante ter contado essas juvenis visitas à biblioteca do seu pai. Eu também li muitos livros antes da idade considerada apropriada para os ler, só que nunca fui apanhada
            E lá em casa não tínhamos uma biblioteca, apenas umas estantes com livros…
            Feliz Páscoa para si, Corvo, e também para a Bea, que já conheço de outros blogs.
            ⚘
            Maria

  2. Ah, não!
    Passei uma vida inteira, que recordando-a em retrospectiva me parecem séculos, a ver e ler James Bond.
    Para as férias vou optar por leituras mais calmas e aprazíveis isentas de tanta violência e só vou ler o Jornal do Sporting.

    1. Emoções fortes é o que não falta na vossa chafarica, em livro e filme.
      Até têm o vosso agente secreto: zero-zero-zero Gonçalves, Paulo Gonçalves.

      Toupeira com ordem para escavar.
      Ao serviço de Sua Indignidade.

  3. É neste filme que está um dos meus pedaços de diálogo favoritos de toda a saga bondiana:

    Bond: That gun, it looks more fitting for a woman.
    Largo: You know much about guns, Mr. Bond?
    Bond: No, but I know a little about women.

    Não esqueçamos também que, na década de 80, foi filmado o Never Say Never Again, igualmente baseado neste livro. Tivesse eu lido o livro e poderia dizer “já li o livro e vi os filmes”.

    1. Viva, João Sousa. Gostaria de contactá-lo.
      Deixe-me em resposta a este comentário, por favor, o seu endereço electrónico. Só para minha informação, não será divulgado aqui.

      P. S. – Obrigado por me ter chamado a atenção para o filme de 1983, com a sublime Kim Basinger. Não me tinha lembrado desse, que também vi – e de que gostei muito. Vou acrescentá-lo.

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