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SANGUE E ARENA (1908)
Autor: Vicente Blasco Ibañez
Realizador: Rouben Mamoulian (1941)
Um dos mais célebres romances espanhóis de todos os tempos, com uma toada folhetinesca muito adequada à época em que foi escrito, gerou uma obra-prima do cinema norte-americano. Com Tyrone Power e a deslumbrante Rita Hayworth.

Não li o livro nem vi o filme, talvez o passem na rtp-M um destes dias.
Lembrei-me foi do primeiro filme que vi do Almodóvar. Chamava-se “Matador” e deixou-me a pensar: mas eles fazem filmes assim em Espanha?
E nunca mais deixei de ver os filmes dele, e de gostar muito de quase todos.
Maria
‘Matador’, nunca vi.
Mas gosto muito da maioria dos filmes de Almodóvar. Deve estar a estrear em Portugal o mais recente, dentro de dias.
Só pela Rita dançarina como poucas. E aquela sensualidade.
Uma das mais belas mulheres que passou pelo cinema. E magnífica dançarina. Só Cyd Charisse andou lá perto.
Vi o filme, não li o livro. Conheci alguém que muito o gostava e sabia mesmo várias falas.
Gostei bastante mais do filme.
Recordo vagamente o título…
Porque Blasco Ibañez é, para mim, “Os quatro cavaleiros do Apocalipse”. O livro, magistral; como o filme, também de um Vicente – Minnelli, em 1962.
Um filme baseado num livro mas que troca a Primeira Guerra pela Segunda. E que, sendo longo, me prendeu ao ecrã.
Tenho o livro, ou melhor, os livros, pois a edição mais antiga é anterior ao Acordo Ortográfico. O de 1945 🙂
Sangue e Arena… pois terei que lá voltar, apesar de não apreciar tauromaquia.
Conheço o filme de Minnelli, mas nunca li o livro.
A história é semelhante, mas na Primeira Guerra.
Hollywood achou que a Segunda seria mais apelativa… (mas ninguém perguntou a opinião do Garfield
)
Não é fácil de encontrar, julgo eu – acho que esteve banido, e a reedição posterior terá sido de baixa tiragem; mas vale a pena.
https://m.olx.pt/anuncio/os-quatro-cava leiros-do-apocalipse-blasco-ibaez-IDACdS l.html
O meu será uma segunda edição, salvo erro.
Por favor, queimem esse livro!!
#naomagoemostourinhos
#Costalovesbulls
Blasco Ibañez, curiosamente, era um furioso anti-taurino.
Ninguém diria, aparentemente, ao ler este livro.
Fahrenheit 451?
Nem pensar…
Os livros não se queimam, já basta queimarem as árvores.
Maria