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ÁFRICA MINHA (1937)
Autora: Karen Blixen
Realizador: Sydney Pollack (1985)
Belíssima narrativa autobiográfica de uma dinamarquesa que teve uma quinta no Quénia colonial entre 1914 e 1931. O livro tornou-se um clássico, valeu à autora duas candidaturas ao Nobel e foi adaptado ao cinema numa película que lhe presta inteira justiça, galardoada com o Óscar para melhor filme e melhor realização.

Ambos fantásticos, o livro e o filme. Ainda num destes dias, entretida a fazer zapping, cheguei a um canal cujo filme era precisamte Out of Africa. Por ali fiquei. Mais uma vez. Não cansa. O livro também não.
Gostei imenso do filme (e da música do filme). E fiquei em estado encantatório ao ler o livro.
Se há livro que gostaria de ter escrito, é este mesmo.
Eu tinha a certeza que o Pedro ia adorar o livro tanto ou mais do que gostou do filme.

Também da Karen Blixen, num registo completamente diferente mas igualmente excelente, sugiro a novela A Festa de Babette, adaptada ao cinema por Gabriel Axel em 1988, e premiada com o Óscar e o Bafta de Melhor Filme de Língua Estrangeira desse ano.
Imperdível!
Esse (ainda) não conheço, Maria. Nem livro nem filme.
Pedro, peço desculpa. Mas é só para avisar que neste momento sou o Gay. Só para evitar equívocos. Preso muito a minha identidade
Ass: Gay Radiante, formely known as O Gajo.
Saiu do armário?
Ai que bem lhe fica esse chapéu!
Aguardava quem lho inspirasse?
Brincadeirinha, Pedro, irresistível. O par de óculos, claro…
Adorei ambos!
Também eu, Graça. Mas gostei ainda um pouco mais do livro.
Não sou chorona. Quero dizer, não choro muito em filmes.
Mas não chorava tanto por causa de um desde que a mãe do “Marco” o abandonou, tinha eu 4 anos e picos… Parte do filme com uma pedra no peito, mas apenas olhos húmidos. Excepto no grande plano final, o simbolismo…
Uma história de grandes amores.
O livro também.
PS: Depois da Blixen, acho que a lista para reclamar uma hipotética autoria é enorme. Estou nela desde 1986, vá para a fila, sff.