
![thw-2011-01-05-12h58m46s227[1].png thw-2011-01-05-12h58m46s227[1].png](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21029635_fmGqm.png)
HAMLET (1603)
Autor: William Shakespeare
Realizador: Laurence Olivier (1948)
Um dos textos mais sublimes de toda a história da literatura universal, transposto com mestria para o ecrã num filme dirigido e protagonizado por Olivier. Galardoado em 1949 com Óscares para melhor longa-metragem e melhor actor.

MACBETH Official UK Teaser Trailer (2015) – Michael Fassbender HD
https://youtu.be/3Q3EnDtbg8w
Life … is a tale
Told by an idiot, full of sound and fury,
Signifying nothing.
Fui espreitar o trailer… pode ser que sim. Pode ser que Michael Fassbender tenha uma formação mais clássica e se adapte melhor a este tipo de registo, porque no Boneco de Neve adaptado do policial do Jo Nesbø ( um dos meus escritores policiais favoritos da actualidade), num registo completamente diferente, claro, foi uma verdadeira decepção.
Este filme tem muito que provar. Vou tentar vê-lo no fim de semana.
Aproveite e veja este para um outro fim de semana:
Coriolanus, de e com Ralph Fiennes.
https://m.youtube.com/watch?v=pEPYil07-e g#
Gostei do que vi do Macbeth com o Fassbender — infelizmente desactivei o canal dos filmes durante uns tempos pq mudei de casa e perdi a gravação que tinha. Seja como for, para além do filme em si, a banda sonora também é um estouro do caraças.
Já me aconteceu um percalço semelhante.
Um livro excepcional e um fimle admiravelmente transposto para o ecrã.
Gosto particularmnte de Sir Lawrence Olivier, mesmo em comédias ligeiras.
A primeira vez que o vi foi num dos grandes clássicos dos anos 60: ‘Spartacus’, de Stanley Kubrick.
Gostei tanto que fui logo ver outra vez. Algo que faço volta e meia, quando um filme me agrada muito.
Sabe, revejo algumas vezes The Boys from Brazil. Grande papel.
Inesperadamente, o Hamlet de Mel Gibson também não é mau.
Já me constou que sim. Mas por algum motivo nunca calhou ver esse filme.
Quando vi pela primeira vez, talvez por estar habituada ao Mel Gibson noutro registo, não sei, não me convenceu.
Um dia destes ia começar na TV e não mudei de canal. Desta vez já não achei tão artificial, se bem que o MG não modera os trejeitos, nem no Reino da Dinamarca.
É mesmo os trejeitos que dão graça àquilo porque, na peça, Hamlet é tomado precisamente como um tipo meio desaparafusado. Além disso, na altura MG ainda não estava colado à imagem que agora temos dele — estava lá em potência, mas ainda não mudávamos de canal 😉