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OTHELLO (1622)
Autor: William Shakespeare
Realizador: Orson Welles (1951)
A “tragédia da insensatez, do ciúme e da perfídia” protagonizada pelo Mouro de Veneza e a pela malograda Desdémona tem sido glosada vezes sem fim na literatura, no cinema e na televisão. Mas nada substitui a riqueza do texto original, que o Rei D. Luís traduziu para português. Mesmo amputado da mais longa versão inicial, o filme que Welles interpretou e realizou é um dos melhores sucedâneos.

Reputation is an idle and most false imposition, oft got without merit and lost without deserving.
É bem verdade.
Podemos criar novas recordações. E as novas recordações podem salvar vidas.
Quase dá pensamento da semana. E pode dar comentário da semana.
Não vi nem li. Mas gostei de saber que D. Luís traduziu Othelo de Shakespeare.
E traduziu ‘Hamlet’ também.
Li o livro no Liceu. Li várias obras do Shakespeare em inglês e as que mis gostei foram King Lear e Macbeth.
Talvez seja por ter lido ” por atacado” vários livros que achei o filme muito bom e mais agradável de ver, do que o livro foi de ler.
A minha obra preferida de Shakespeare é ‘Macbeth’. Que originou também um excelente filme do Orson Welles.
Júlio César
Gosto muito também de ‘Júlio César’. A par de ‘Macbeth’.
O filme de Joseph Mankiewicz, com Marlon Brando, também é excelente.
Uma das peças da minha vida; Rei Lear de William Shakespeare, no TEC, encenada por Carlos Avilez. Assisti uma primeira vez e fiquei tão maravilhada que na semana seguinte voltei a marcar presença – isto há muitos muitos anos…ali pelos idos anos 90. Belíssima peça de teatro, Rei Lear.
Vi o ‘Rei Lear’ há uns 15 anos representado por Rui de Carvalho na sala-estúdio do D. Maria II.
Inesquecível.
Pedro, fui confirmar a data e foi realmente em 1990, já lá vão vinte oito anos [o tempo é veloz!!]
Do elenco faziam parte, entre outros, grandes nomes como Anna Paula, Lia Gama, Diogo Infante, Marcantónio Delcarlo, Filomena Gonçalves, António Pedro Cerdeira… – como protagonista, João Vasco.
Inesquecível, mesmo!
Estava longe do País nesse ano, perdi essa versão. Mas jamais esqueci a posterior, protagonizada por Rui de Carvalho. Um actor à dimensão do papel, sem sombra de dúvida.