Já li o livro e vi o filme (171)


Pedro Correia,

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ORGULHO E PRECONCEITO (1813)

Autora: Jane Austen

Realizador: Joe Wright (2005)

A mais recente versão cinematográfica, com um magnífico desempenho de Keira Knightley, conduziu uma nova geração de leitores ao universo romanesco de Jane Austen, coroado nesta obra-prima da literatura.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (171)”

  1. Comecei a ler este livro numa altura da minha vida e não achei piada. desisti dele, quase logo no inicio.
    Anos depois voltei a ler. Adorei, reli partes, voltei a ler. enfim …amei.
    Por isso agora estou a reler os livros mais marcantes. É bonito ler com outros olhos… estou a adorar a experiência e aconselho vivamente a quem gosta de ler.
    (Esta a acontecer com outros que lí, que gostei de uma forma, e que agora vejo-os de outra. É interessante).

  2. VW, comigo tem sucedido o oposto. Sobretudo com Aldous Huxley. Foi uma estupada reler a “Ilha” do meu outrora autor predilecto. Basicamente o ideal descrito nesse livro por Huxley é estado totalitário

  3. A propósito da fotografia que ilustra o post, eu permito-me duvidar que, na época em que decorreu a ação do romance, as mulheres se vestissem daquela forma num baile. Com os braços à mostra e amplo decote. Provavelmente estariam bem mais cobertas. O que desnuda as pretensões de genuinidade do filme.

    1. O director e a argumentista preferiram situar a acção do filme no fim do séc. XVIII, de que data o primeiro esboço do livro (1796-1797). São poucos anos de diferença, mas era de facto uma outra época, revelada também pelo vestuário utilizado.
      Ai, Lavourinha, se te desses ao trabalho de te informares antes de abrir a boca…

        1. As modas variam muito entre mostrar e tapar. A História do vestuário feminino não é linear, tipo: do tapado ao cada vez mais destapado. Há várias fases. Este tipo de vestido era típico da chamada “época imperial”, a época de Napoleão, mais ou menos. No século XIX, os costumes tornaram a endurecer e as mulheres começaram a tapar-se mais. Aliás, o século XVIII, a época do Iluminismo e do Rococó, é conhecido pelos seus decotes generosos.

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