FAHRENHEIT 451 (1953)
Autor: Ray Bradbury
Realizador: François Truffaut (1966)
A ficção científica não era o forte do realizador francês, como comprova esta mediana adaptação a filme do excelente romance do escritor norte-americano.
FAHRENHEIT 451 (1953)
Autor: Ray Bradbury
Realizador: François Truffaut (1966)
A ficção científica não era o forte do realizador francês, como comprova esta mediana adaptação a filme do excelente romance do escritor norte-americano.
Bom livro.
Sem dúvida, Inês. (Bem-vinda ao DELITO)
Vi o filme, há tantos anos que quase não me lembro dele; nunca li o livro e tenho pena, mas não consigo encontrá-lo nem em livrarias nem na biblioteca aqui do burgo.
Antonieta
Viva Antonieta
Este Natal “corri” a “miudagem” com conhecimentos para tal, com a versão em inglês, que eu acho bem mais genuína e que é bastante acessível de entendimento e preço. Muitas na FNAC. 🙂
Bom ano e um grande beijinho. Dulce
Obrigada, Dulce, vou tentar encomendá-lo, as Fnac mais próximas, Coimbra e Viseu, estão a cerca de 300kms cada (ida e volta).
Beijinho e um excelente 2016.
🙂 Antonieta
Excelente leitura e releitura. Filme muito aquém da imaginação.
Mais uma vez, aproveito- me indecentemente da caixa de comentários do Pedro Correia, que tem sido um querido , e aproveito para desejar um excelente 2016 para todos os autores e comentadores do Delito, e também para próprio o Delito de Opinião , um espaço de muitos escritos, diversas opiniões e gente espectacular. Saúde, paz e paciência para 2016. Beijinhos a todos da Dulce.
Fez muito bem, Dulce. Agradeço-lhe e retribuo os seus votos, em nome de toda a tribo delituosa. Um ano novo cheio de momentos felizes.
Curiosamente nunca li o livro, mas vi o filme na minha adolescência e marcou-me tanto que penso que foi com ele que definitivamente me apaixonei pelos livros de modo a querer preservá-los comigo e de me ter tornado num leitor compulsivo.
Isso tem muito a ver, de facto, com o espírito do filme. E, antes dele, com o espírito do livro.
Curiosamente, este excelente romance de Bradbury levou décadas a editar em Portugal – talvez por se tratar do “subgénero” da ficção científica, a que as pomposas chancelas editorais da época torciam tantas vezes o nariz.
Quando isso aconteceu, foi mal editado. Julgo aliás que a edição só é acessível hoje no circuito dos alfarrabistas.
“levou décadas a editar em Portugal”
Foi (bem) editado em 1956, pela Livros do Brasil (colecção Argonauta, nº 33). Tradução de Mário-Henrique Leiria, capa de Lima de Freitas.
Por se tratar do “subgénero” da ficção científica é que escapou à censura.
Desconhecia. De qualquer modo entre essa edição e a da Europa-América que a minha geração pôde enfim adquirir no mercado português decorreram 46 anos.
Uma e outra só estão hoje disponíveis nos alfarrabistas – comércio aliás cada vez mais pujante.
Já agora, não esquecer a edição do Público (2003).
Mas quanto à da EA: houve uma reedição/reimpressão em 2011. Está disponível nas lojas online, e lembro-me de a ter visto à venda na última feira do livro que visitei.
E quanto à LdB: é (era) uma editora portuguesa. E ainda quanto à obra: foi reeditada em 1967, tendo-se-lhe juntado algumas imagens do filme de Truffaut, uma das quais reproduzida na própria capa.
Li o livro, está agora a fazer um ano. Adorei!
Tinha visto o filme na adolescência e tinha gostado muito. Quando o revi após a leitura do livro, encontrei-lhe alguma ingenuidade, mas continuo a achar fenomenal a cena final, quando homens e mulheres circulam pela floresta repetindo em voz alta o que memorizaram dos livros. Muito bom!
Ray Bradbury é um escritor que merece ser revalorizado. Foi muito tempo considerado um autor menor, algo manifestamente injusto. Escreveu por exemplo alguns dos melhores contos que já li. Hei-de falar deles aqui.