Já li o livro e vi o filme (142)


Pedro Correia,

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ROBINSON CRUSOE (1719)

Autor: Daniel Defoe

Realizadores: George Miller e Rod Hardy (1997)

Uma das obras mais emblemáticas da história da literatura, já transposta diversas vezes para o cinema. Esta versão, com Pierce Brosnan no papel do náufrago que luta pela sobrevivência numa ilha, presta fraca homenagem ao romance.

0 comentários em “Já li o livro e vi o filme (142)”

  1. Li o livro na juventude, haverá alguém que o não tenha lido?
    Não vi este filme com o Pierce Brosnan, mas vi o ‘Man Friday’ (Jack Gold, 1975) com o Peter O’Toole.
    Vi-o no cinema, em estreia, pois nessa altura não perdia um filme com este actor.
    🙂 Antonieta

    1. Eu nunca gostei muito do Peter O’ Toole, Antonieta. Admito que seja problema meu. Faz-me lembrar certos jogadores de futebol: brilham nos grandes palcos e desmazelam–se nos médios e pequenos confrontos, algo que considero imperdoável.
      Escrevo isto com o à-vontade de quem elege ‘Lawrence da Arábia’ como um dos filmes da sua [minha] vida. Mérito de muitos – do argumentista (Robert Bolt) ao compositor (Maurice Jarre), mas sobretudo mérito do realizador, o grande David Lean. Quanto mais filmes dele vejo ou revejo, mais o considero um dos gigantes da Sétima Arte.
      Pierce Brosnan é de outro campeonato, claro.

      Quanto à literatura, faço minhas as suas palavras: “Haverá alguém que o não tenha lido?”
      Apetece-me perguntar o mesmo em relação a livros tão diferentes como ‘Coração’, de Edmondo d’Amicis, e ‘O Assassinato de Roger Ackroyd’, de Agatha Christe. Nestes casos, porém, não vi o filme…

      1. Ui, o que eu chorei quando li o ‘Coração’ em criança. Há tempos procurei-o na biblioteca e voltei a lê-lo.
        Da Agatha Christie se não li tudo andei lá perto, e esse foi um dos primeiros.
        Quanto ao David Lean estamos de acordo: é um mestre e realizou alguns dos melhores filmes de sempre.
        🙂 Antonieta

        1. ‘Coração’ foi o livro que mais vezes li à minha filha quando era pequenina, quase sempre a pedido dela. A par com ‘O Cavalo Negro’.
          Sinal de que são obras que atravessam gerações.

          Os melhores filmes adaptados da obra de Agatha Christie são ‘Morte no Nilo’, ‘Um Crime no Expresso do Oriente’ (de que já falei aqui) e sobretudo ‘Testemunha de Acusação’ (filme de 1957, realizado por Billy Wilder com base numa peça dela que infelizmente nunca li).

          1. O meu favorito é a ‘Morte no Nilo’ embora reconheça que aquela viagem guiada ao Egipto tem um certo peso nesta minha preferência.
            E o Poirot/Ustinov também.
            Quanto ao ‘Testemunha de Acusação’ não li a peça nem vi o filme, embora o Wilder tenha realizado alguns filmes de que gosto muitíssimo: Sabrina, Sunset Blvd. e aqueles dois com a Marilyn.
            🙂 Antonieta

          2. ‘Testemunha de Acusação’ – com Tyrone Power, Marlene Dietrich e Charles Laughton – é um dos melhores filmes de Wilder, e talvez a melhor adaptação ao cinema de uma obra de A. Christie, embora estranhamente raras vezes seja mencionado. Às vezes dá até a impressão que certos filmes se tornam invisíveis. Como se nunca tivessem existido.
            É o caso.

  2. RC é uma obra genial.

    Aventura de sobrevivência e engenho.

    Algumas séries fazem-lhe jus.

    Uma delas com base na obra de michel tournier, inspirada por dafoe: “Vendredi ou la vie sauvage” ou “sexta-feira ou os limbos do pacífico”

    1. Conheço bem essa obra de Tournier, homenagem explícita ao ‘Robinson’ de Dafoe.
      Incluo sem favor ‘Robinson Crusoe’ entre os dez romances essenciais da história da literatura.

  3. Nos grandes autores temos que colocar o deão j swif – e o seu humor satírico apurado.

    Possuo 2 ou 3 – e um é “gulliver”.

    Outro é o excelente rlstevenson

  4. Excerto da wiki:

    Em 19 de Outubro de 1745 Jonathan Swift, surdo e louco, morre em Dublin. Ele é enterrado na Catedral de São Patrício. Em sua lápide, o epitáfio em latim, escrito por ele mesmo:
    “Aqui jaz o corpo de Jonathan Swift, doutor em Teologia e deão desta catedral, onde a colérica indignação não poderá mais dilacerar-lhe o coração. Segue, passante, e imita, se puderes, esse que se consumiu até o extremo pela causa da Liberdade”.
    Obra[editar | editar código-fonte]
    História de um tonel (1704) Sátira em prosa.
    A batalha dos livros (1704) Sátira em prosa.
    Argumento contra a abolição do cristianismo (1708) Panfleto.
    Diário para Stella (1710-1713) Cartas.
    The Conduct of the Allies (1711) Panfleto político.
    As viagens de Gulliver (1726) Romance.
    Modesta proposição (1729) Sátira política.
    Instruções para os Criados (1731) Ensaio.
    A Conversação Polida (1738) Resultado de 20 anos de pesquisa.
    Versos sobre a morte do doutor Swift (1739) Poema.

  5. Excerto wiki:

    Faleceu em 21 de abril de 1731. Encontra-se sepultado em Bunhill Fields Burial Ground, Londres, Pequena Londres na Inglaterra.
    Obras de Daniel Defoe[editar | editar código-fonte]
    Algumas das suas obras:
    The True-born Englishman (1701)
    The History of the Kentish Petition (1701)
    The Shortest Way with the Dissenters (1702)
    Hymn to pilori (1703)
    History of the Union (1709)
    The Family Instructor (1715)
    Robinson Crusoé (1719)
    Memoirs of a Cavalier, (1720)
    Captain Singleton (1720)
    A vida amorosa de Moll Flanders – no original Moll Flanders (1722) QUE HEI
    A Journal of the Plague Year (1722) QUE HEI
    Colonel Jack (1722)
    Roxana (1724)
    A tour thro’ the whole island of Great Britain (1724-1727)
    A General History of the Pirates (1724-1728)
    The Complete English Tradesman (1725-1727)

  6. Preceitos para Uso do Pessoal Doméstico
    Jonathan Swift, SWIFT, JONATHAN que hei

    e HEI

    Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos
    pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar
    benéficas para a República
    Jonathan Swift
    Tradução de Helena Barbas

    http://www.esquerda.net/sites/default/files/Uma_modesta_johnatan_swift.pdf

  7. Preceitos para Uso do Pessoal Doméstico
    Jonathan Swift, SWIFT, JONATHAN que hei

    e HEI

    Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos
    pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar
    benéficas para a República
    Jonathan Swift
    Tradução de Helena Barbas

    http://www.esquerda.net/sites/default/files/Uma_modesta_johnatan_swift.pdf

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