OLIVER TWIST (1837)
Autor: Charles Dickens
Realizador: David Lean (1948)
Realizador: Carol Reed (1968, Óscar de Melhor Filme e Melhor Realização)
A bela fotografia a branco-e-preto do filme de Lean e o surpreendente musical dirigido por Reed (intitulado Oliver!) prestam inteira justiça ao romance de Dickens, um dos títulos imprescindíveis da literatura mundial.

![Dickens[1].jpg Dickens[1].jpg](http://3.fotos.web.sapo.io/i/Bea137e76/19128294_4i4Tt.jpeg)
![olivertwist[1].jpg olivertwist[1].jpg](http://3.fotos.web.sapo.io/i/B2c0846a6/19118945_hJgWW.jpeg)
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Eu também já li o livro e vi o filme, e gostei de ambos, mas o meu livro favorito do Charles Dickens é o David Copperfield: foi o primeiro livro que comprei com o meu dinheiro e li-o inúmeras vezes sempre com o mesmo encantamento e, se bem me lembro, chorava sempre.
Criancices…
Antonieta
O ‘David Copperfield’ também há-de passar por cá, Antonieta. Romance inesquecível deu filme inesquecível também.
Outro livro das minhas criancices foi o Mulherzinhas, da Louisa May Alcott, que também originou filmes e séries.
A Liz Taylor entrou no primeiro desses filmes, realizado pelo Melvyn LeRoy. Há um outro realizado pela Gillian Armstrong em 1994, com a
Susan Sarandon, Gabriel Byrne Winona Ryder e que eu revejo de quando em vez.
Comprei esse dvd numa edição conjunta de 3 filmes, os outros 2 também são adaptações ao cinema de livros que li e gostei:
– A Idade da Inocência, do Scorsese;
– Sensibilidade e Bom Senso, do Ang Lee.
🙂 Antonieta
‘Mulherzinhas’ é (como nós, rapazes, dizíamos) livro e filme “de meninas”, Antonieta.
Passou-me ao lado. Apesar da Liz Taylor.
Sim, era um livro para meninas, obrigatório quando se tinha 10/12 anos. Era tudo separado, até o Liceu Maria Amália era só para meninas quando para lá entrei aos 10 anos.
Felizmente tinha um irmão, 4 anos mais velho, e pude ler livros de rapazes como, por exemplo, Sandokan, O Tigre da Malásia.
🙂 Antonieta
Um intercâmbio interessante, Antonieta. Ainda assim, sou capaz de apostar que ele não se terá interessado pela obra de Louisa May Alcott…
Pelo livro acho que não (já não me lembro se ele o leu e também já não é possível fazer-lhe essa pergunta), agora o filme viu de certeza, ele gostava muito da Liz Taylor.
Antonieta
Pessoa de bom gosto, o seu irmão. Lamento muito que já não possa fazer-lhe essa pergunta, Antonieta. ‘Tempus fugit’.
Gostei do livro. Gostei de todos os livros de Charles Dickens.
O filme de David Lean foi de longe a melhor adaptação.
De todos os Dickens, o meu preferido sempre será a Tale of Two Cities.
Tive que ler em Inglês e fazer um trabalho.
Adorei. Nunca li em português.
It was the best of times, it was the worst of times, it was the age of wisdom, it was the age of foolishness, it was the epoch of belief, it was the epoch of incredulity, it was the season of Light, it was the season of Darkness, it was the spring of hope, it was the winter of despair, we had everything before us, we had nothing before us, we were all going direct to Heaven, we were all going direct the other way–in short, the period was so far like the present period, that some of its noisiest authorities insisted on its being received, for good or for evil, in the superlative degree of comparison only.
There were a king with a large jaw and a queen with a plain face, on the throne of England; there were a king with a large jaw and a queen with a fair face, on the throne of France. In both countries it was clearer than crystal to the lords of the State preserves of loaves and fishes, that things in general were settled for ever.
Esse também é o meu livro favorito de Dickens, Dulce. Um livro que tem a melhor frase inicial que conheço em romances. Tão boa que resiste a qualquer tradução, mesmo incompetente.
Só não passará nesta série porque nunca vi os filmes baseados nesta obra. Tenho uma vaga recordação de uma série televisiva baseada no romance, apenas isso.
Nunca li o ‘A Tale of Two Cities’, Dulce. Vou tentar colmatar essa falha asap.
🙂 Antonieta
Vai ver que gosta, Antonieta. Muito.