A propósito da não-jurisprudência que o caso de Maria* Inês de Medeiros faz, só me ocorre pensar que os deputados são todos iguais, mas há uns bem mais iguais do que os outros.
*Corrigido por simpático aviso, o lapso deve ser por já estar a antecipar os Capitães de Abril no fim-de-semana.

Cara Ana
É Inês e não Maria
Expressão em latim do dia: beati monoculi in terra caecorum
Muito fazem por um parecer
para revelar a brancura
do regime a apodrecer
disfarçado de vil frescura.
Essa brancura tisnada
por tão reles erudições
é uma cor encanada
às mais abjectas condições.
O quê, a coisa correu tão bem à Inês que já chamou a irmã também? Ando desactualizada…
🙂
E pronto, já estava emendado. Ainda bem que é só uma, já chega!
Na minha modesta opinião, a palermice está no convite. Não porque a pessoa em causa não tenha capacidades, não sei. Mas por ainda acreditarem que nomes “sonantes” (signifique sonante o que significar), só por si, sem mais, acrescentam um voto que seja.