Não tendo grande jeito para obituários, no momento em que fico a saber que J.D. Salinger faleceu (aos 91 anos) a única coisa que me ocorre é reler The Catcher in the Rye, de longe um dos melhores livros que já li.
8 comentários em “J.D. Salinger (01.01.19-27.01.10)”
Era o título da antiga tradução, sim. A mais recente tem o título “À Espera no Centeio”.
Mais do que qualquer outro livro que já tenha lido, The Catcher in the Rye é intraduzível. Tem uma linguagem tão própria e um estilo tão singular que não creio existir uma tradução que lhe faça justiça.
Não o li na juventude -quando, às escondidas de meu pai, era livro de cabeceira do meu irmão mais velho -mais tarde ofereci-o ao meu filho mais velho que o leu com grande entusiasmo. E, mesmo “fora d´horas ” com as várias opiniões abonatórias fiquei curiosa. Talvez me aventure a lê-lo…
Merecido registo, John.
Acrescentou a fotografia, João? Agradeço-lhe (não me ocorreu).
Tomei eu essa liberdade, meu caro. Espero que não te importes por esta intromissão.
De modo nenhum, Pedro. Muito pelo contrário: agradeço.
A agulha no palheiro, não era? Inesquecível.
É mesmo.
Era o título da antiga tradução, sim. A mais recente tem o título “À Espera no Centeio”.
Mais do que qualquer outro livro que já tenha lido, The Catcher in the Rye é intraduzível. Tem uma linguagem tão própria e um estilo tão singular que não creio existir uma tradução que lhe faça justiça.
Não o li na juventude -quando, às escondidas de meu pai, era livro de cabeceira do meu irmão mais velho -mais tarde ofereci-o ao meu filho mais velho que o leu com grande entusiasmo. E, mesmo “fora d´horas ” com as várias opiniões abonatórias fiquei curiosa. Talvez me aventure a lê-lo…