Assim estragou-se a propriedade privada de um cidadão cumpridor que manifestava, como se nota, imenso carinho pelo seu prédio. Acode-nos, Virgem Maria.
4 comentários em “Isto ficava bem era sem o boneco (1).”
Lisboa está em ruínas, porque as rendas estão, de facto, congeladas há 85 anos. Enquanto a inflação foi baixa, não se fizeram sentir os resultados normais e necessários de tal medida. Quando a inflação subiu, os proprietários dos prédios foramficando descapitalizados e ficaram sem a mínima hipótese de realizar obras. O regime de arrendamento português não tem nada que se lhe assemelhe em toda a Europa – e, arriscaria mesmo, no Mundo – mas, parece que é muito favorável aos «senhorios» e há medos de «liberalizações».* A persistência deste estado de coisas atesta a incapacidade de tomar decisões e está a condizer com o estado geral do país. Afinal, o FMI é uma visita habitual. * Em Praga, depois da libertação do regime socialista/comunista, foi de imediato devolvida aos seus proprietários a propriedade dos seus imóveis que tinham sido nacionalizadas pelos comunistas; naturalmente, essa devolução foi feita com total liberdade contratual em relação aos ocupantes, que podiam ser despejados. Parece que não foram, como seria de esperar do bom senso. Hoje Praga é uma grande capital europeia e Lisboa é o subúrbio arruinado do Costa. Quanto ao raciocínio do Sr.Jorge, faz parte da paleta das falácias portuguesas: uma situação irregular ( um prédio em perigo de ruína – vide supra sobre o motivo) cauciona outro procedimento irregular ou meramente infeliz. Mas não é assim nos estados de direito. Enfim…
Lisboa está em ruínas, porque as rendas estão, de facto, congeladas há 85 anos. Enquanto a inflação foi baixa, não se fizeram sentir os resultados normais e necessários de tal medida. Quando a inflação subiu, os proprietários dos prédios foramficando descapitalizados e ficaram sem a mínima hipótese de realizar obras.
O regime de arrendamento português não tem nada que se lhe assemelhe em toda a Europa – e, arriscaria mesmo, no Mundo – mas, parece que é muito favorável aos «senhorios» e há medos de «liberalizações».*
A persistência deste estado de coisas atesta a incapacidade de tomar decisões e está a condizer com o estado geral do país.
Afinal, o FMI é uma visita habitual.
* Em Praga, depois da libertação do regime socialista/comunista, foi de imediato devolvida aos seus proprietários a propriedade dos seus imóveis que tinham sido nacionalizadas pelos comunistas; naturalmente, essa devolução foi feita com total liberdade contratual em relação aos ocupantes, que podiam ser despejados. Parece que não foram, como seria de esperar do bom senso.
Hoje Praga é uma grande capital europeia e Lisboa é o subúrbio arruinado do Costa.
Quanto ao raciocínio do Sr.Jorge, faz parte da paleta das falácias portuguesas: uma situação irregular ( um prédio em perigo de ruína – vide supra sobre o motivo) cauciona outro procedimento irregular ou meramente infeliz. Mas não é assim nos estados de direito. Enfim…
O “sôr fgas” deve julgar que os graffitis nasceram na Mauritânia, para os associar assim à ausência de estado de direito.
Os graffiti feitos a mando do estado, e para compor ruínas… não sei onde nasceram, mas foi num sitio triste. Muito triste
Você deprime-me.