6 comentários em ““Isto está a estabilizar”, dizem”
Apesar de tudo, e de todas as notícias necrológicas que nos chegam, nota-se que o aumento de novos casos está calaramente a desacelerar em Itália, pelo sexto dia consecutivo, andaram entre 7 e 8%. Claro que com números absolutos tão altos isso nos parece pouco, mas é já um sinal (e devemo-nos agarrar a todos nesta altura). Esperemos que as previsões mais optimistas de Michael Levitt se concretizem.
João Pedro, estas estatísticas – como sabemos – estão muito aquém da realidade. Desde logo devido à escassez de testes em vários países – só agora, por exemplo, começam a ser feitos a mais larga escala entre nós. Em França, ninguém que morra em casa com coronavírus entra nas estatísticas – só os que morrem em hospitais. Na Rússia, continua a haver um número muito baixo de vítimas mortais – mas tem disparado o número dos que morrem de “pneumonia”. O mesmo se passa no Brasil. Etc, etc.
A Rússia eo Brasil, assim como a China, são casos muito específicos, por razões que se assemelham (a Índiaé outro mistériao). Eu referi-me especificamente a Itália porque os números são seguidos. Hoje apresentou 4% e um número semelhante do de há 15 dias. É provável que as taxas não sejam bem essas, mas já é uma tendência de queda (a OMS também o diz).
Nesta fase, tudo quanto seja crescer abaixo dos 20% já é bom. Tem vindo a suceder nos últimos dias, tendencialmente: menor percentagem de positivos entre os testados, menor crescimento de óbitos. Dentro do mau, é animador. Mas convém manter todas as precauções e refrear o excesso de optimismo.
Claro que está a desacelerar. O número de mortos continua a crescer, porque as pessoas demoram um par de semanas a morrer da pneumonia. Mas o número de novos casos está a desacelerar.
As mortes também começarão a desacelerar daqui a duas ou três semanas.
Apesar de tudo, e de todas as notícias necrológicas que nos chegam, nota-se que o aumento de novos casos está calaramente a desacelerar em Itália, pelo sexto dia consecutivo, andaram entre 7 e 8%. Claro que com números absolutos tão altos isso nos parece pouco, mas é já um sinal (e devemo-nos agarrar a todos nesta altura). Esperemos que as previsões mais optimistas de Michael Levitt se concretizem.
João Pedro, estas estatísticas – como sabemos – estão muito aquém da realidade. Desde logo devido à escassez de testes em vários países – só agora, por exemplo, começam a ser feitos a mais larga escala entre nós. Em França, ninguém que morra em casa com coronavírus entra nas estatísticas – só os que morrem em hospitais. Na Rússia, continua a haver um número muito baixo de vítimas mortais – mas tem disparado o número dos que morrem de “pneumonia”. O mesmo se passa no Brasil. Etc, etc.
A Rússia eo Brasil, assim como a China, são casos muito específicos, por razões que se assemelham (a Índiaé outro mistériao). Eu referi-me especificamente a Itália porque os números são seguidos. Hoje apresentou 4% e um número semelhante do de há 15 dias. É provável que as taxas não sejam bem essas, mas já é uma tendência de queda (a OMS também o diz).
Nesta fase, tudo quanto seja crescer abaixo dos 20% já é bom.
Tem vindo a suceder nos últimos dias, tendencialmente: menor percentagem de positivos entre os testados, menor crescimento de óbitos.
Dentro do mau, é animador. Mas convém manter todas as precauções e refrear o excesso de optimismo.
Claro que está a desacelerar. O número de mortos continua a crescer, porque as pessoas demoram um par de semanas a morrer da pneumonia. Mas o número de novos casos está a desacelerar.
As mortes também começarão a desacelerar daqui a duas ou três semanas.
Guarde bem essa bola de cristal. Parece ser valiosa.