Ainda bem que gostaste. Eu conheci-a por causa do David Fonseca (http://escafandro.blogs.sapo.pt/165488.html). Talvez tenha uma sonoridade um pouco mais folksy, pelo menos até agora (neste tema, de facto, soa bastante a Neil Young e especialmente a Leonard Cohen). No link acima está o vídeo do primeiro single do álbum que ela lançou no início do ano passado (o segundo) e fica aqui uma coisa mais antiga, de que gosto bastante (apesar de – ou por causa de – ser bastante feminina): http://www.youtube.com/watch?v=0yx1nwtc-Rc
O David é um tipo simpático, com uma excelente voz, alguns temas bons e outros nem tanto. Mas admito que haja quem não aprecie – apesar das meninas até costumarem achar-lhe piada…
Nada de pessoal, só não aprecio as músicas e o facto de o inglês das letras não ser famoso. Quanto ao invólucro exterior (matéria importante em geral e nunca despicienda!) confesso-te sinceramente que é a última coisa em que reparo no caso da música e dos cantores. Levam-me completamente pela voz e pela forma de a usar (e pelas letras, claro, fundamental). Se a carinha for laroca… tanto melhor. Mas não ligo a mínima. Passa-se o mesmo com os políticos:))
Não faço a mínima ideia, João. Mas, de uma forma geral, os ratings da música portuguesa andam bons. É pena continuar a ser pouco exportada.
Mais uma vez, gostei. O que eu aprendo aqui, jaa! Para a troca, deixo um completo “anti-folsky” http://www.youtube.com/watch?v=pUtnQTzimMw&feature=player_embedded. Pode não se gostar, mas a voz é simplesmente soberba!
Ah, Laura, a Sharleen Spiteri. Eu ainda sou do tempo – ai o meu reumatismo – em que ela era vocalista de uma banda em início de carreira chamada Texas que veio a um programa qualquer do Júlio Isidro – para aí em 89 ou 90 do milénio passado. E durante anos foi uma mulher com quem eu tinha fantasias (não que isso queira dizer grande coisa porque à época a minha imaginação era muito volúvel). Ainda devo ter um ou dois álbuns dos Texas. Mas a certa altura deixei de achar grande piada à música deles. Continuei, no entanto, a achar piada à Sharleen, que sou muito fiel às minhas fantasias. (Caramba, as confissões que se começam a fazer com a idade…)
Eu ainda sou do tempo em que o Rod Stewart era vocalista dos Faces (efémeros sob este nome e como Small Faces também). Felizmente, nunca fantasiei com o velho Rod…
Ufa!!!
Mas devias ter fantasiado. O “velho Rod” sempre gostou que fantasiassem. Embora preferisse que fossem meninas a fazê-lo.
For the record, eu nunca o suportei e mal tinha nascido no tempo dos Faces – és mesmo idoso, pá.
Mas bem conservado, por nunca fantasiar indevidamente…
Meninos, sois terríveis!! 🙂
jaa: ‘ego te absolvo’, loool! Porque a Spiteri foi-me “apresentada” recentemente por um amigo meu, respeitabilíssimo em idade e estatuto, mas completamente vidrado nela 🙂 E eu passei a acompanhá-lo no gosto, porque lhe reconheço uma voz assombrosa e um lado plástico pouco comum (… e repara que não falei em lado “estético”, isso é para vocês). Mas dou de barato que é também muito bonita! Quanto a esses queixumes de reumatismo, hum… indiciam doença fresca… Eu cá estou naquela em que já não me queixo do meu, logo, tenho mais diuturnidades de certeza 🙂 Como presente entre ‘melómanos’, e não fosses estar farto da música dela, estava para te deixar o link de um encore simplesmente fabuloso da Spiteri no concerto de Paris http://www.youtube.com/watch?v=l5_Or9-bYhE&feature=related. Assim, poupo-te, e derivo 180′: pega lá este (que é para não poderes fantasiar… 🙂 http://www.youtube.com/watch?v=oll6UfK6iUg
Obrigado pela absolvição e pelos links. Já agora – desconfio que vamos ficar aqui para sempre – um dos rapazes dos Kings of Convenience (e é verdade, não consigo fantasiar com eles; deve ser do aspecto de nerds) tem um projecto alternativo com uma sonoridade mais electrónica e o incrível nome de The Whitest Boy Alive. Exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=Y78FztTd414
É verdade, nerds mesmo, mas o look parece estar a dar… também nunca perceberei. Pronto: para não eternizar o ping pong, passo à escuta dos teus links sob a forma de post, com todas essas novidades. Fica bem no DO uma lufada de ar fresco musical. Eu, em contrapartida, só ponho velharias… mas adoro 🙂
Ainda bem que gostaste, Pedro. Eu sempre tive queda para songwriters femininas. Mulheres inteligentes que sabem cantar, quase sempre ligeiramente melancólicas… oh well.
Não conhecia: uma Cohen-Young no feminino? Lindíssimo.
Ainda bem que gostaste. Eu conheci-a por causa do David Fonseca (http://escafandro.blogs.sapo.pt/165 488.html). Talvez tenha uma sonoridade um pouco mais folksy, pelo menos até agora (neste tema, de facto, soa bastante a Neil Young e especialmente a Leonard Cohen). No link acima está o vídeo do primeiro single do álbum que ela lançou no início do ano passado (o segundo) e fica aqui uma coisa mais antiga, de que gosto bastante (apesar de – ou por causa de – ser bastante feminina): http://www.youtube.com/watch?v=0yx1 nwtc-Rc
E como é que as agências de folksy andam actualmente a classificar o David Fonseca e a sonoridade portuguesa?

eheheh;) Eis um cantor com quem não vou à bola, embora não tenha nada contra o facto de cantar em inglês.
O David é um tipo simpático, com uma excelente voz, alguns temas bons e outros nem tanto. Mas admito que haja quem não aprecie – apesar das meninas até costumarem achar-lhe piada…
Nada de pessoal, só não aprecio as músicas e o facto de o inglês das letras não ser famoso. Quanto ao invólucro exterior (matéria importante em geral e nunca despicienda!) confesso-te sinceramente que é a última coisa em que reparo no caso da música e dos cantores. Levam-me completamente pela voz e pela forma de a usar (e pelas letras, claro, fundamental). Se a carinha for laroca… tanto melhor. Mas não ligo a mínima. Passa-se o mesmo com os políticos:))
Não faço a mínima ideia, João. Mas, de uma forma geral, os ratings da música portuguesa andam bons. É pena continuar a ser pouco exportada.
Mais uma vez, gostei. O que eu aprendo aqui, jaa! mMw&feature=player_embedded.
Para a troca, deixo um completo “anti-folsky” http://www.youtube.com/watch?v=pUtnQTzi
Pode não se gostar, mas a voz é simplesmente soberba!
Ah, Laura, a Sharleen Spiteri. Eu ainda sou do tempo – ai o meu reumatismo – em que ela era vocalista de uma banda em início de carreira chamada Texas que veio a um programa qualquer do Júlio Isidro – para aí em 89 ou 90 do milénio passado. E durante anos foi uma mulher com quem eu tinha fantasias (não que isso queira dizer grande coisa porque à época a minha imaginação era muito volúvel). Ainda devo ter um ou dois álbuns dos Texas. Mas a certa altura deixei de achar grande piada à música deles. Continuei, no entanto, a achar piada à Sharleen, que sou muito fiel às minhas fantasias.
(Caramba, as confissões que se começam a fazer com a idade…)
Eu ainda sou do tempo em que o Rod Stewart era vocalista dos Faces (efémeros sob este nome e como Small Faces também). Felizmente, nunca fantasiei com o velho Rod…
Ufa!!!
Mas devias ter fantasiado. O “velho Rod” sempre gostou que fantasiassem. Embora preferisse que fossem meninas a fazê-lo.
For the record, eu nunca o suportei e mal tinha nascido no tempo dos Faces – és mesmo idoso, pá.
Mas bem conservado, por nunca fantasiar indevidamente…
Meninos, sois terríveis!! 🙂
jaa: ‘ego te absolvo’, loool! Porque a Spiteri foi-me “apresentada” recentemente por um amigo meu, respeitabilíssimo em idade e estatuto, mas completamente vidrado nela 🙂 E eu passei a acompanhá-lo no gosto, porque lhe reconheço uma voz assombrosa e um lado plástico pouco comum (… e repara que não falei em lado “estético”, isso é para vocês). Mas dou de barato que é também muito bonita! YhE&feature=related. iUg
Quanto a esses queixumes de reumatismo, hum… indiciam doença fresca… Eu cá estou naquela em que já não me queixo do meu, logo, tenho mais diuturnidades de certeza 🙂
Como presente entre ‘melómanos’, e não fosses estar farto da música dela, estava para te deixar o link de um encore simplesmente fabuloso da Spiteri no concerto de Paris http://www.youtube.com/watch?v=l5_Or9-b
Assim, poupo-te, e derivo 180′: pega lá este (que é para não poderes fantasiar… 🙂
http://www.youtube.com/watch?v=oll6UfK6
Obrigado pela absolvição e pelos links. Já agora – desconfio que vamos ficar aqui para sempre – um dos rapazes dos Kings of Convenience (e é verdade, não consigo fantasiar com eles; deve ser do aspecto de nerds) tem um projecto alternativo com uma sonoridade mais electrónica e o incrível nome de The Whitest Boy Alive. Exemplo: 414
http://www.youtube.com/watch?v=Y78FztTd
É verdade, nerds mesmo, mas o look parece estar a dar… também nunca perceberei. Pronto: para não eternizar o ping pong, passo à escuta dos teus links sob a forma de post, com todas essas novidades. Fica bem no DO uma lufada de ar fresco musical. Eu, em contrapartida, só ponho velharias… mas adoro 🙂
Excelente.
Ainda bem que gostaste, Pedro. Eu sempre tive queda para songwriters femininas. Mulheres inteligentes que sabem cantar, quase sempre ligeiramente melancólicas… oh well.