Parabéns ao autor. Os dinheiros das produções portuguesas são gastos com “casas dos segredos” e outros nojos. Depois de se ver isto só apetece uma coisa: sair de Lisboa.
Boa deixa para eu contar a história, João Severino. O autor é biólogo e investigador. Tinha uma vida anterior na área do som (o que lhe permitiu ‘tomar conta’ do assunto dos pios das aves e captá-los desta maneira tão real). E entretanto teve aulas com David Attenborough, para aprender as técnicas de filmagem sobre vida selvagem. O vídeo foi premiado em Inglaterra e para mim prova outra coisa: como o meio académico pode voltar-se para fora e provar aos distraídos a sua utilidade.
Javali, o cimento também está lá, no vídeo: a certa altura, leito fora (parece-me que aí por Lorvão, Penacova, etc.) temos a invasão das margens pelo casario. Enfim, as ditas casas já vão sendo brancas e não recobertas a uma poli-amostra de azulejos de quarto de banho… mas é incrível. Anseio pelo dia em que tenhamos atingido o ‘estado da arte’ do urbanismo inglês: nada se pode construir de novo. -Querem casa? – Restaurem as velhas e degradadas. Fora disso, não há nada para ninguém.
Gostaste? Não tenho nada de ‘fundamento-ambientalista’ e até tive de reprimir um certo horror a determinadas espécies animais… Mas superei os meus fantasmas zoológicos e achei uma obra-prima. (Ah… não sei se reparaste, mas roubei-te as brumas, espero que não te zangues :).
Lucky them!
Coisas que permanecem (às vezes é bom para nos devolver a dimensão…)
Caraças – esqueci-me de ver o documentário… Oh que gaita.
Então, Javali, então? Que é do lendário aplomb do centro?! Não me deixe ficar mal 😉
Mas está aqui todo… Gracias, Laura.
Mal damos pela presença destes nossos vizinhos… não é?
É verdade… A culpa é da Fnac 😉
Parabéns ao autor. Os dinheiros das produções portuguesas são gastos com “casas dos segredos” e outros nojos. Depois de se ver isto só apetece uma coisa: sair de Lisboa.
Boa deixa para eu contar a história, João Severino. O autor é biólogo e investigador. Tinha uma vida anterior na área do som (o que lhe permitiu ‘tomar conta’ do assunto dos pios das aves e captá-los desta maneira tão real). E entretanto teve aulas com David Attenborough, para aprender as técnicas de filmagem sobre vida selvagem. O vídeo foi premiado em Inglaterra e para mim prova outra coisa: como o meio académico pode voltar-se para fora e provar aos distraídos a sua utilidade.
Grande história. Parabéns à história. Obrigado, Laura.
Sem dúvida. Mas estamos no país dos PMs que gostam de atirar alarvidades como “o que falta aqui é cimento”… E há quem os defenda.
Javali, o cimento também está lá, no vídeo: a certa altura, leito fora (parece-me que aí por Lorvão, Penacova, etc.) temos a invasão das margens pelo casario. Enfim, as ditas casas já vão sendo brancas e não recobertas a uma poli-amostra de azulejos de quarto de banho… mas é incrível. Anseio pelo dia em que tenhamos atingido o ‘estado da arte’ do urbanismo inglês: nada se pode construir de novo. -Querem casa? – Restaurem as velhas e degradadas. Fora disso, não há nada para ninguém.
Belíssimo!
Ora ainda bem que gostou: por costume nacional, não ligamos nada a estas coisas.
Um momento e tanto.
Gostaste? Não tenho nada de ‘fundamento-ambientalista’ e até tive de reprimir um certo horror a determinadas espécies animais… Mas superei os meus fantasmas zoológicos e achei uma obra-prima.
(Ah… não sei se reparaste, mas roubei-te as brumas, espero que não te zangues :).
Também nada tenho de fundamento-ambientalista, mas claro que gostei.
(As brumas são para partilhar!)
Querias, pois querias, mas da partilha in loco ‘assoriani’ é que não te livras… 😉