«Este comunicado [de Paulo Portas] revela que há de facto uma crise na coligação porque senão não seria necessário um comunicado nem um silêncio de três dias. O comunicado afirma explicitamente que não pode haver uma crise política devido à situação interna de Portugal, à situação externa da Europa e ao Orçamento. Não pode haver uma crise política por estas razões, não propriamente porque não existam motivos para haver uma crise política. O que no fundo Paulo Portas diz é que não tem condições neste momento para sair do Governo, o que não quer dizer que numa situação normal não saísse do Governo.»
Há pouco, na TVI24.

Dizer terceira é embelezar, ultima, são a ultima força politica portuguesa, nem tão cedo serão mais do que isso e não acredito que alguma vez alcançam o patamar do pS e do Psd , eles tem uma máquina bem oleada e o CDS tem um fundador que foi declarado cobarde, frouxo, molinho (pelo vídeo que aqui vi, Mário Soares vs Freitas do Amaral)…Ta-se mesmo a ver: candidato pelo CDS à Câmara de Sintra: José Castelo Branco!
…
E esta, heim?
Já me esquecia, o ponto da crise na coligação.
Palpita-me mais: crise no CDS.
O seu também é bem possível, mas como já não é propriamente nada de novo e sendo que ainda nada é oficial, é esperar para ver no que isto dá.
“O que no fundo Paulo Portas diz é que” – genial! A partir daqui posso deduzir o que me apetecer: que ele quer ser presidente do Qatar; quer comer bacalhau ao almoço ou comprar um Ferrari. Posso também deduzir que ele diz exactamente o contrário do que afirma, mas isso seria mais complicado – ou não?
Sim. Ou antes: não. Ou antes: nim. Ou antes: talvez. Ou antes: sei lá.