![thumbnail_20210405_095214[1].jpg thumbnail_20210405_095214[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2021/22057384_WOZMM.jpeg)
![thumbnail_20210405_095253[3].jpg thumbnail_20210405_095253[3].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2021/22057385_L6YUv.jpeg)
Vivemos no tempo das lamúrias e das queixinhas. Que, mesmo quando não existem, são inventadas para efeitos jornalísticos.
Leio no Expresso (destaque de páginas centrais, na última edição) que alguns chineses residentes em Portugal se sentem melindrados ao ouvirem designar por “vírus chinês” esta pandemia que já provocou mais de 16 mil vítimas mortais no nosso país – o presidente da Câmara de Viseu, ontem falecido aos 59 anos, foi uma das mais recentes.
Não entendo esta queixa. Se o vírus que tem feito paralisar o mundo – com um rasto de quase três milhões de mortos e mais de 130 milhões de infectados à escala global – começou na China, denominá-lo pela origem geográfica não é matéria de opinião: é questão de facto. Estigmatizados devem sentir-se os espanhóis, ao verem ainda baptizada de “gripe espanhola”, mais de um século depois, a pneumónica que causou dezenas de milhões de vítimas entre 1918 e 1920, sem que a sua origem nada se relacionasse com Espanha.
Chegamos ao ridículo de ouvir contínuas alusões à “estirpe inglesa” do coronavírus, ou à “variante sul-africana”, ou à “variante do Brasil”, sem que isto suscite acusações de “discriminação” ou “xenofobia”, enquanto se silencia o ponto geográfico inicial da Covid-19 para cumprir a etiqueta politicamente correcta.
E ainda assim alguns chineses se queixam.
Mas queixam-se afinal de quê? E queixar-se-ão mesmo?
Recorro ao Expresso. “Há casos de imigrantes chineses impedidos de beber o café ao balcão, por receio de contágio dos empregados”, destaca o jornal em maiúsculas. Deixando-me mais perplexo.
Então não temos estado todos impedidos de “beber café ao balcão”, durante estes 14 estados de emergência?
Então os imigrantes chineses, oriundos do país que mais produz e consome chá no mundo, desatam a beber bicas ou cimbalinos mal chegam a Portugal?
E são eles que receiam ser contagiados pelos empregados, como esta “escrita automática” dá a entender, ou o contrário?
O semanário cita, como fonte identificada, o director de “um jornal chinês em Portugal, o Europe Weekly” (curioso nome “amaricano” para um jornal publicado por chineses no nosso país), que só admite haver “um ou dois episódios esporádicos” de alegada xenofobia. O empresário Y Ping Chow, líder da comunidade chinesa aqui radicada, assegura nunca ter havido agressões. Ao vigilante SOS Racismo “não chegou nenhuma denúncia por parte de membros desta comunidade”.
Mesmo assim, o Expresso reserva duas páginas ao tema, sob o título bombástico “Pandemia desperta racismo contra chineses”. E transforma um caso isolado, de um suposto estudante chinês que terá sido atingido “com excrementos na cabeça” (!), sabe-se lá por que motivo, num plural em antetítulo sob a cabeça “discriminação”, também em caixa alta.
Viesse isto noutro periódico e estariam alguns a gritar contra o jornalismo tablóide. Mas como surge estampado nas centrais do Expresso, deve ser um louvável exemplo de “jornalismo de referência”. Seja lá o que isso for.

um suposto estudante chinês que terá sido atingido “com excrementos na cabeça”
Ahahah os gorilas no Zoo de Lisboa costumavam fazer isto. O pessoal chegava-se a uma certa distância e pumbas lá vai disto. Era lindo.
Se calhar foi no Zoo.
Não pode ter sido aí porque o zoo tem estado fechado a visitantes da espécie humana.
Férias grandes para a bicharada.
Ouvi no outro dia uma notícia segundo a qual uns primatas num zoo qualquer estariam a apresentar sintomas de depressão devida à falta de interações com os humanos que normalmente os visitam.
Vai daí, as autoridades desse zoo tentaram resolver o problema promovendo uma interação via zoom entre os primatas desse zoo e os seus congéneres da selva africana. Passaram a fazer uma sessão de zoom diária para os primatas se verem uns aos outros e fazerem macaquices diante da câmara.
Eis como umas férias grandes podem afinal ser stressantes e causadoras de depressão.
Coitados. Será o fim da macacada?
Há quem defenda que as férias grandes são demasiadamente longas e que os alunos ao fim de 2 meses já estão absolutamente fartos. Não sei julgar mas admito que sim e admito que não. Eu lembro-me que gostava de voltar para as aulas depois do verão.
Mas todos sabemos que o principal motivo de as férias de verão terem 3 meses é os professores, não é os alunos… Se as férias grandes fossem só 2 meses os professores teriam de trabalhar quase 6 meses por ano!
Isso não é nada comparado com a dimensão das “férias judiciais” em Portugal. Dignas de figurar no Guinness.
Caro Pedro Correia:
Já que escreve “porque o zoo tem estado fechado” atrevo-me a fazer-lhe uma pergunta. Como lê a palavra zoo? À inglesa como na Televisão (o o dobrado pronuncia-se u) ou à portuguesa o que daria “zô u”. Eu costumo utilizar esta forma mas gozam-me.
Eu costumo utilizar esta forma mas gozam-me.
Pois, é natural.. 🙂
Eu costumo escrever zu. Quando tenho pressa.
Deve ser porque os jornalistas lêem sobre casos de racismo anti-asiático nos EUA e pretendem convencer-nos, ou convencer-se a eles mesmos, de que cá é a mesma coisa.
A intelectualidade portuguesa hoje em dia tenta sempre copiar os países anglossaxónicos, em particular os EUA. São os únicos países cuja língua conhecem e sobre que lêem, e então erigem-nos em modelos. Mais ou menos como a intelectualidade portuguesa fazia com a França até meados do século 20.
Sinceramente o racismo anti-asiático mesmo nos States é um bocado inacreditável. Por um lado, nunca existiram problemas raciais significativos com os asiáticos na América. Sobretudo porque eles nunca precisaram dos WASPs para fazer a sua vida normal por lá. E depois porque os asiáticos não são propriamente meninos de coro no que toca às suas apreciações raciais. Na verdade, quando os asiáticos falam de racismo dá vontade de rir.
Há habitantes de uma zona do Japão que descendem de marinheiros europeus e que ao fim de 500 anos ainda não são considerados japoneses — continuam a ser considerados gaijin e mestiços.
E depois a conduta racial dos Mandarins na china e territórios ocupados é o quê se não uma prática racista que assenta na supremacia de um povo sobre os outros? Outro facto, a guerra entre o Japão e a China no início do século foi uma guerra de ódio racial do mais sanguinário que existe, bem como as barbaridades cometidas em sucessivos conflitos naquela região.
E isto sem mencionar outros territórios ali ao lado como a Indonésia e etc.
Há racismo contra Asiáticos nos EUA n-seriously-injured-in-suspected-midtown-h ate-crime/
Temos a variante Marxista Racista Igualitária: como o Asiáticos têm os melhores resultado na entrada das Universidades estas penalizam os Asiáticos, precisam de muito mais esforço para entrarem.
Temos a variante Negra, ex: https://nypost.com/2021/03/29/asian-woma
PS: os ataques racistas anti-asiáticos recente na maior parte por negros são envolto em ambiguidade por boia parte dos jornalistas para quem lê sem atenção pensar que são brancos.
Quando tal é apontado, Neo-Marxistas respondem: mesmo que sejam negros continua a ser supremacia branca…pois “whiteness” pode ser multi racial…
Acho justo este artigo. É algo racista haver apenas artigos sobre racismo acerca de negros. Há que diversificar.
Sempre tive curiosidade em saber como tipificar certo tipo de crimes. Se um branco dá um tiro num negro, é automaticamente um crime de ódio? Actualmente, parece. Quer dizer, para a Comunicação Social é, sem direito a investigação. Mesmo que o motivo seja dinheiro, ciúmes, ou discordância sobre aquele penalty aos 98′ que deu a vitória ao Benfica, é crime de ódio. Há algum tempo atrás, dois membros de uma “minoria étnica” divertiram-se a pontapear um cidadão (caucasiano, mas neste caso foi irrelevante) até o colocar em coma após uma discussão num café próximo. Embora fossem de raças diferentes, não houve qualquer indicação de crime ódio.
PS: milindrar ou melindrar?
Gralha já corrigida. Obrigado.
De nada.
Tem toda a razão.
Não se entende este deixa-andar por parte dos directores dos jornais (e das estações de TV), dando guarida a notícias inverosímeis ou não confirmáveis, apenas porque vão em certo sentido, no caso para não desagradar aos chineses, de cá e de lá.
Arranja-se sempre espaço para uma vaga histérica. Mesmo quando não há ninguém aos gritos.
é a concorrência com o “Público” (já agora: fez ontem um ano que o Expresso publicou aquela capa de revista com o Churchill comparado com Costa e Sousa. Para “referência” esteve tudo dito)
Comparação eivada de mentalidade falocêntrica e heterossexista. Falta a esse periódico um longo caminho com vista à “redesignação sexual”: Costa e Sousa merecem ser equiparados a figuras emblemáticas da comunidade trans e não a um bêbado imperialista.
Isso só não acontece por resquícios de transfobia e transmisoginia. Mas a luta continua.
“Mentalidade falocêntrica”
Lá tinha de vir a baila a pequenez do dito
Li Chun
Chau chau, Li.
A propósito do que com propriedade escreves, a nota de rodapé deste texto: a-218298
https://vistodemacau.blogs.sapo.pt/fars
Pois, Sérgio: os “estigmas”, quando nascem, não são para todos.
Tenho um chinês na minha rua que sempre foi assediado por ter os olhos em bico, acho que a pandemia veio chamar atenção do problema chinês em Portugal.
Veja lá se não há denúncia ao SOS Racismo por dizer que eles têm “olhos em bico”.
Felizmente, para ele, o Badaró já seu foi. Caso contrário já estava a cumprir pena em Caxias, por ofensas racistas.
Para quando a grande sublevação da população de etnia alentejana contra o estereótipo do preguiçoso de cajado na mão que só está bem sentado à sombra da azinheira, propagado pela literatura e oralidade portuguesas, sob beneplácito de uma sociedade liberal, xenófoba e anti-patriótica?
O problema dos alentejanos é serem lentos a reagir, eheh.
Eu se fosse alentejano e ouvisse uma dessa ficava logo de olhos em bico
E de cabelos encarapinhados?
Isso da carapinhêra nã seî… mas ontem uma jornalista novinha da TVI estava a falar dos sacos de “serrapinheira” ou algo assim parecido. Deve ser daquelas que nunca viu uma galinha viva, um ser tão mítico como o grifo.
As galinhas nascem nas grandes superfícies, já depenadas e congeladas?
Eu ia jurar que sim — já vêm embaladas e tudo.
Se a jornalista novinha for jeitosa, para não dizer “boa comó milho” senão vou ser acusado de machista. Dizia eu, se a “serrapinheira” for jeitosa, então está tudo bem, perdoada e com futuro assegurado nas tv’s. Siga a marinha.
Marinha de guerra ou marinha mercante?
Uns jornaleiros de merda que pensam que essa escrita fiada é suficientemente afiada para acreditar pantominices.
A partida de Almeida Henriques tocou-me de sobremaneira, apesar de não o conhecer pessoalmente. Vi naquele rosto bondoso os milhões de incógnitos que nos deixaram. Rezei por eles e com eles.
Devo a Almeida Henriques um gesto de simpatia que nunca esquecerei. Tenciono falar disso aqui.
Paz à sua alma. Era um homem bom.
“Que, mesmo quando não existem, são inventadas para efeitos jornalísticos.”
Correcção: Que, mesmo quando não existem, são inventadas para efeitos políticos.
E o marxismo? Desta vez não fala no marxismo?
Penso que devíamos dar importância aos chineses e a sua cultura, porque seremos absorvidos por eles e, os africanos mais os monhés que vivem em Portugal vão ter que se habitar a ideia dessa aculturação em vez de os discriminarem com excrementos.
Está na hora de uma manifestação de chineses no nosso país, porque tem que ser dado um sinal de reprovação a humilhação.
Luís Silva
É por causa do racismo e da xenofobia que ainda não apareceu a variante portuguesa. Devem estar a arranjar um nome que seja inclusivo. Talvez a variante do pessoal que tem variantes em Portugal faça mais sentido.
Também deixaremos a nossa marca. Com a “avariante” tuga.
Proeza menor para um povo que já venceu o Festival da Eurovisão.
Não saímos, assim é que está bem.
Ah, percebi o que queria dizer. Aqui mais em baixo.
Portugal puxa mais para a “invariante”: no saímos da cepa torta…
Boas cepas vai havendo. Como se confirma, colheita após colheita.
De vinhos, não de políticos.
Sendo o Expresso o jornal de reverência (não é gralha, é mesmo para ser com “v”) que nos garantia há anos que o FMI já não vinha no governo de Sócrates (quando a troika já reservava os quartos de hotel), que nos instava a ouvir Artur Baptista da Silva, e que nos anunciava segundos resgates durante o governo de Passos Coelho, esta “notícia” está prenhe de credibilidade.
O Expresso é sempre prestável a publicar as narrativas convenientes a parte do nosso regime.
Não desfazendo nos outros, um dos títulos mais memoráveis do semanário de sábado-que-sai-à-sexta foi este, com destaque na primeira página: xpressamente-10447902
«Expresso abandona o saco de plástico».
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/e
Inesquecível.
Nós que estamos habituados a ser maltratados nem nos indignamos quando nos chamam “tugas”, mas é tão mau ou tão bom como chamar monhé ou escarumba ou chinoca a alguém.
Seja como for eu não ligo um caracol a estas coisas. As palavras interessam pouco. Os actos é que contam. E praticar o bem é fazê-lo com a pessoa que está imediatamente ao nosso lado, e ela com a outra pessoa logo a seguir e assim sucessivamente. Não é com pessoas abstractas.
Eu detestaria que me chamassem benfiquista.
Lá está você com problemas de cor, isso é racismo.
É antes um problema nasal. Sou alérgico a papoilas saltitantes.
E isso é homofobia.
Bem… sim, horrível. Essa não podemos admitir jamé.
No próximo “acordo ortográfico” cairá o h, essa “orrível” consoante muda.
Fica omofobia.
(A propósito: como se chamará a fobia às consoantes mudas?)
Nem a brincar… já ouvi um fulano dizer que o H no início das palavras como horizonte é demasiadamente “homem”… Estamos no olho da estupidez, ninguém se iluda com a calmaria.
Vão deixar de haver Homens com H grande!
Como o OMO lava mais branco, poderá ser considerado o “acordo” racista?
Claramente.
)
(Glup, o próprio advérbio claramente tem conotações racistas…
A única coisa que se aproveita no Expresso são as entrevistas de fundo na Tribuna mas mesmo essas já estão nos exclusivos para assinantes.
O jornal on-line até podia melhorar um bocadinho se voltassem a implementar um sistema de comentários como no Publico ou Observador.
Quanto ao vírus é de facto chinês não vejo qual o problema em afirmá-lo, é a realidade, a sua origem permanece oculta mas isso é outro problema e bem mais grave.
Quanto ao racismo aos chineses, não conheço, qualquer dia eu próprio serei alvo de racismo quando vier da praia ou descobrirem que tenho um costela africana.
WW
Não seja injusto. Há muita coisa “que se aproveita” no Expresso. Começando nas crónicas do Pedro Mexia e na coluna de opinião do Miguel Sousa Tavares (que ganharia em ser mais curta, como salta à vista).
Nesta edição, por exemplo, destaco a excelente entrevista de Leonor Xavier, conduzida por Maria João Avillez. Vale a pena ler como testemunho e lição de vida.
como salta à vista
Ó Pedro — então um gajo agora compra um jornal e leva com uma coisa num olho??
Antes isso que saltar a pulga para dentro da cueca. Ou algo ainda pior.
Eu referia-me á edição digital mas já que fala na impressa que é a que critica devo dizer-lhe que um jornal (ou telejornal) deve ser feito para informar e não enformar.
Nos dias que correm felizmente quem tem possibilidades e conhecimentos não se limita a uma única fonte de informação, resta saber até quando o poderemos fazer e a internet não será transformada num enorme feed ao nosso gosto, já faltou mais.
P.S. – Ainda ontem na Sky News passava um reportagem sobre as atrocidades praticadas pelos turras em Palma, Mozambique.
WW
Chamar-lhes turras faz bastante sentido. É isso que eles são.
Eu a entrevista que “li ” no Expresso e das melhores até hoje, foi a da moça da Malveira, a milionária, que conseguiu ganhar dinheiro à grande numa estação de televisão para ir comprar outra e a pôr “pra cima” – Portugal devia medalhar certas Mulheres!!
Anda tudo ceguinho…
O que tem isso a ver com o que eu escrevi?
Pois, era o que eu pensava. Absolutamente nada.
Com a moça da Malveira já deves andar é surdo !
Alguns tornam-se anónimos, de tanto a verem. Mesmo com o som desligado.
Anda tudo sempre a arranjar defeitos aos jornalistas do Expresso! Inveja! O pessoal do Expresso é tudo gente classificada! -Qual RACISMO??!! , qual RACISMO??!! Como é que podem achar esta malta RACISTA se eles tem gente quadru-diplomada em todos os campos? Gente de Batinas, Poetas de grande nomeada, Jornalistas bem vanguardistas, alguns até da “velha guarda” também, -justiça seja feita !
RACISMO no EXPRESSO??!!
Valha -nos Deus …
Tentativa não muito bem sucedida de fazer ironia. Mas vale sempre a pena tentar: na vez seguinte sairá melhor.
A China não leu o seu artigo porque está demasiado ocupada a certificar-se que não tem mais de 10 novos casos de Covid por dia num país com mais de 1000 milhões de habitantes. Na China não se fala em segundas ou terceiras vagas porque só houve uma vaga. Entretanto o senhor Pedro Correia, que vive num país que com apenas 10 milhões de habitantes chegou a ter dias com 16000 casos e 300 mortes, prefere falar sobre um dos países que, em vez de culpar outros, decidiu fazer o que lhe competia.
Esteja à vontade para me mandar para a China, até porque ia já hoje de bom grado só que o governo chinês é mais inteligente que o governo de António Costa e por isso não me iria deixar entrar lá quando tenho a infelicidade de ser de um dos países do mundo que pior geriu a pandemia.
E não foi só a China, os outros países asiáticos, como o Vietname, agiram igualmente bem. Está na altura de os europeus e americanos olharem para os seus gravíssimos erros e reconhecerem a superioridade das etnias asiáticas, superioridade essa conseguida não através da violência ou da criação de bodes expiatórios, mas sim através de trabalho e diplomacia.
De que serve ter um pénis maior se nem o sabe usar?
Raio de “nome” você tem.
Assume ser contra si próprio.