todo es confuso. Menos tu vientre todo es futuro fugaz, pasado baldío, turbio. Menos tu vientre todo es oculto, menos tu vientre todo inseguro, todo es postrero polvo sin mundo. Menos tu vientre todo es oscuro, menos tu vientre claro y profundo.
Eu não disse?… Percebeu tudo como água, ilda, não há nada de obscuro na imagem… 😉 Belíssimo poema de Miguel Hernández, tem de entrar para o clube do Fernando Antolin.
Mera alegoria, Vasco. Uma barriga; um olho por umbigo (porque se passa a ‘ver’ tudo por aí); e o resto as cicatrizes ou, se quiser, o pronto socorro que se traz sempre cravado na “pele”: uma mãe que se preze é uma eterna portadora de alfinetes, com que conserta tudo…
Menos tu vientre
todo es confuso.
Menos tu vientre
todo es futuro
fugaz, pasado
baldío, turbio.
Menos tu vientre
todo es oculto,
menos tu vientre
todo inseguro,
todo es postrero
polvo sin mundo.
Menos tu vientre
todo es oscuro,
menos tu vientre
claro y profundo.
Miguel Hernández
Eu não disse?… Percebeu tudo como água, ilda, não há nada de obscuro na imagem… 😉
Belíssimo poema de Miguel Hernández, tem de entrar para o clube do Fernando Antolin.
“… .– Vivamos en el mundo.
Pero tengamos nuestro mundo aparte
en un rincón del alma.
Un mundo nuestro
donde tus horas y mis horas pasen
íntimamente, luminosamente
sin que nos turbe nadie… “
De alguém situado nos antípodas(ideologicamente) de Miguel Hernández, mas muito belo…
(bom dia, aqui do aeroporto )
Bom dia, Fernando, a-ver-os-aviões 🙂
O coração mais os olhos, são dois amigos leais…
Beijinho 🙂
credo! qu’esca cê que çá?
Mera alegoria, Vasco.
Uma barriga; um olho por umbigo (porque se passa a ‘ver’ tudo por aí); e o resto as cicatrizes ou, se quiser, o pronto socorro que se traz sempre cravado na “pele”: uma mãe que se preze é uma eterna portadora de alfinetes, com que conserta tudo…
ah ok 😀
A síntese perfeita 🙂