Idiotices


cronicasnofeminino,

 

Depois do negócio do sabão azul e branco, desinfectantes, antibacterianos, álcool em gel, gel em álcool, toalhitas e toalhetes ter aumentado exponencialmente, eis que surge mais uma oportunidade de negócio. Este simpático bicho de pelúcia é, nada mais nada menos, o vírus da gripe do nosso descontentameno e da felicidade de alguns. Pode ser adquirido pela módica quantia de sete dólares e noventa e cinco centavos e constitui a última idiotice no que respeita à pandemia.

18 comentários em “Idiotices”

  1. “Idiotice”, cara Leonor Barros, é a última palavra que eu associaria à “pandemia”. Raramente vi manipulação tão bem feita, desde o planeamento à execução como esta.

    Enfim, isto dito, talvez associe. Mas tenho pena.

    1. Eu referia-me mais ao boneco do que à Gripe em si, Luís. Estive recentemente em dois países europeus onde muito pouco se falava da Gripe A. Acho um exagero e uma histeria mas sendo professora não tenho como escapar-lhe. Já não posso com avisos e desinfectantes.

      1. Expliquei-me mal, Leonor: eu também estou farto desta “pandemia”. Penso que é o resultado de uma manipulação cujo profissionalismo é digno de “case study “, orquestrada por este governo, para nos entreter e passar a ideia de que “está atento”. Tenho família na Suíça – e deve haver poucos países em que a saúde é levada tão a sério como na Suíça – e ninguém fala da gripe A.

        1. Enquanto se tiver medo, não se pensa noutras coisas, Luís. Se fosse obra deste governo, não ficaria surpreendida, são mestres em encontrar estratégias para conseguir os seus intentos. A educação é um óptimo exemplo.

  2. De mal a pior. Primeiro, vem a OMS com a pandemia que deixa os laboratórios internacionais a esfregar as mãos de contentes. Depois, vem a vacina que é tão tentadora que já é produzida por laboratórios concorrentes. A seguir, vem o nosso governo com a propaganda de estar super-atento. Agora, vem o negócio dos acessórios.

    Tens razão, Leonor: nem tudo ao mar, nem tudo à terra. Chega de histeria, que é o lado folclórico do pânico; basta a epidemia, que é apenas mais uma a merecer a nossa natural atenção.

  3. Se isto pretende ser um boneco e ainda por cima ter alguma graça, eu vou ali e já venho. Que coisinha mais estúpida e horrorosa, valha-nos Deus… Para todos aqueles que ainda não se tinham deixado impressionar pela paranóia do contágio gripal com que temos sido bombardeados desde há meses, parece-me estar aqui o argumento definitivo para mudarem de opinião. Esta palermice é, na verdade, medonha. Tenham medo, tenham muito medo…

    1. Cada vez mais, Maria do Sol. O meu problema é que não tenho como escapar: na escola cheira a desinfectantes, há avisos nas salas (um destes dias tinha um cartaz imenso na secretária), durante um tempo não se pôde ligar o ar condicionado e alguns alunos parecem-me assustados. É que já não aguento.

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