A confirmar-se a expulsão da Rússia do sistema swift, sem que o mesmo seja aplicado à Bielorrússia e a outros países apoiantes de Putin, irá levar a que os pagamentos destinados a contas bancárias russas façam primeiro tabela num desses países.
Esta nova rota de pagamentos deixará atrás de si um rasto de comissionistas sorridentes.

Obrigado Sr. Paulo Sousa, ninguém se tinha lembrado disso.
E sabe-se lá, ou cá, se o Oliveira do PCP não tem uma conta dessas para safar o Putin.
nem mais…
https://www.zerohedge.com/s3/files/inlin e-images/2022-02-26_13-04-40.jpg?itok=H5 1CvAA9
Os hercúleos trabalhos de Putin. Repor toda a sua ex-loja.
Nem será necessário. A proposta da UE apenas visa 60% dos bancos russos.
O “Politique d’abord” de Maurras é hoje “Business d’abord” da UE.
E a OMS não tem nada a dizer? Será que os invasores estão todos vacinados? Não deveriam fazer um teste à entrada da Ucrânia?
Impedem alguns bancos de utilizar o sistema swift, mas não todos para não prejudicar o ocidente.
Será que o mundo está mesmo a dar uma resposta firme a esta invasão? Ou estamos apenas a assistir a um lavar de consciências para esconder as hipocrisias?
Ok, impomos sanções aos “países apoiantes de Putin”. E a seguir, impomos sanções aos países apoiantes dos “países apoiantes de Putin” e assim sucessivamente? É que a maioria do mundo é não alinhado, como já o era na Guerra Fria. Se formos por essa lógica o Brasil tem boas relações com a Rússia e Portugal tem boas relações com o Brasil. Teremos que impor sanções a nós próprios?
Se estudar história nos compêndios certos, irá aprender que essa treta dos não alinhados foi moda durante a Guerra Fria. Se for expedito no estudo irá descobrir que só existiam dois países verdadeiramente não alinhados. Os EUA e a União Soviética. O resto é poesia.
A maioria do mundo não é a Europa, e a maioria do mundo não vai escolher um lado nesta guerra assim como os europeus ficaram neutros na guerra do Iraque (com excepção dos que foram agressores) ou em muitas outras guerras do género.
As sanções genericamente e os acessos ao SWIFT estão a ser ridicularizados por inoperância. Pelo menos por inoperância a médio prazo, pois as sanções económicas iraõ afectar a Rússia daqui a 6 meses/um ano e a Europa um pouco antes.
Mas estão a esquecer-se das restrições aéreas e, sobretudo das sanções dirigidas a plutocratas e militares da côrte de Putín. Esses sentem-nas imediatamente e será a pressão desses que poderá eventualmente levar Putín a refrear-se e aceitar uma coisa qualquer que lhe salve a face, tipo estatuto de neutralidade e não armamento para a Ucrânia.
Se realmente Putín está a enlouquecer – afinal ele tem 65 anos num país em que a esperança média de vida para homens está em 64 – são esses seu próximos que melhor o poderão detectar e, se Deus quiser, subsctituir,… de preferência antes de serem introduzidos códigos de lançamento.
Putin em Outubro fará 70 anos. Se o que está a fazer é assustador, fico sem saber como descrever como poderá ser o seu sucessor.
Antes de mais não são considerações sobre a guerra em curso que vou fazer, com um neto nas Forças Especiais preocupo-me mais a dormir que 99% dos outros acordados.
Isto é economia e da micro, a do dia-a-dia.
Este é o “empurrão” que faltava para a “moeda asiática” que a China e a Rússia andam a preparar há uns bons tempos para cá com o objectivo de “magoar fortemente” (para já) a hegemonia do dólar.
Não sei se o conseguirão nem quando o conseguirão mas basta ler um pouco para além das porcarias que se escrevem por cá e por toda a Europa para se perceber algo que me parece simples: chineses e (até certo ponto) russos sabem esperar calados e de repente “Zás!” sem contemplações, está nos livros desde os clássicos até hoje.
Neste momento os chineses estão a ganhar em todas as frentes, com os EUA a correrem entre a costa oeste e a costa leste, os alemães aflitos se lhes falta a energia barata, o resto da Europa aflita com o facto de os alemães estarem aflitos e todos completamente nas mãos da China para comprar do mais manhoso rato de computador ao mais complexo sensor para o automóvel (*).
E todo o mundo a fingir não ter percebido que 1/3 da população mundial “se absteve” no Conselho de Segurança e não terá sido decisão tomada na altura pelo diplomata que lá estava sentado (por acaso esse 1/3 está todo nas grandes potências que irão fazer frente no próximo médio-longo prazo a UE e EUA que juntos têm 1/3 daqueles dois, com um poder de compra que se deteriora a olhos vistos mesmo sem a inflação que inevitávelmente aí virá).
E há por aí uns iluminados a dizer que a China precisa da Europa para escoar os seus produtos sem aparentemente equacionarem o simples pormenor que é a Europa cheia de velhos acomodados e jovens mimados que não têem mais nenhum sítio onde irem buscar os gadgets todos com que enchem casa e bolsos e sem os quais a vida para eles já não faz sentido (um dia sem internet e vamos ter saudades dos confinamentos recentes, fica tudo parado no tempo e maluco).
(*) Tenho um carro bom e recente de uma marca respeitabilíssima.
Falhou um sensor qualquer há 3 meses, em plena pandemia, uma coisa de 120€.
Claro que o carro continuava a andar porque a centralina fez as devidas correcções e põs a funcionar o motor normalmente, é assim que as coisas agora funcionam.
Mas a luz amarela do motor irrita e o carro custo-me dinheiro que não me caíu do céu.
Uma peça que normalmente estaria aqui no dia seguinte vinda dos armazéns perto de Madrid durou 3 semanas a chegar e ainda me dissera que tinha tido sorte.
Cada vez que ligo o carro agradeço aos céus quando as luzes do tablier se apaam todas!
E entretanto a Rússia e a China desde 4 de Fevereiro
Esqueceu-se de assinar e deixou de fora o Grupo Bilderberg, os maçons livres e os Iluminati, o que não deixa de ter alguma gravidade.
Agradeço a sua resposta e peço desculpa de não ter assinado.
Esqueci-me de assinar mas não sou tão “anónimo” como pareço e agora já não vale a pena como verá adiante.
Conheço pessoalmente alguns autores deste blogue e considero-me Amigo de um deles (com “A” grande) que muito respeito como pessoa e como inteligência e me tem dado provas de amizade ao longo dos anos até hoje.
Estou certo que esse mesmo lhe poderia explicar que não sou dado a teorias da conspiração,
tenho uma biblioteca (de livros lidos) suficientemente importante para ter justificado a sua doação e que a minha vida profissional não foi própriamente a de um gajo sentado a uma secretária a escrever baboseiras nas caixas de comentários nos intervalos do trabalho e, pelo contrário, se escrevi o que escrevi se calhar é porque estou um bocado mais dentro do assunto que os que vivem das modas.
Mas adiante.
Ficamos então assim porque não tenho qualquer intenção de cá voltar (as famosas “gotas de água” que fazem transbordar os copos), são cada vez mais as vezes que constato que alguns autores deste blogue tratam os comentadores como atrasados mentais vagamente incultos que lhes aguentem as piadas fáceis: está sempre a acontecer na nossas vidas.
Um excelente resto de domingo para si e que tudo lhe continue a correr o melhor possível pela vida fora.
PS- Estou sempre disponível para discutir pessoalmente as questões e neste mesmo blogue (e entre os comentadores) encontrei e acabei por conhecer pessoalmente há uns 10 anos duas das pessoas mais cultas e inteligentes deste país com quem ainda troco correspondência .
Como aqui mesmo escrevi há muitos anos, na net chateiam-se pessoas que se estivessem cara a cara adorariam e adoram-se pessoas que se estivessem juntas não se aguentavam dez minutos: um conhecido meu diría que “é a vida…”.
Certamente que teríamos muitas conversas interessantes. Sobre a minha resposta… aparece aqui de tudo e normalmente os mais criativos são anónimos. Como é que posso saber da dimensão da biblioteca de cada comentador se não for informado de tal activo?
Sobre os carros que tentam imitar as arvores de natal, digo-lhe apenas que cada vez mais aprecio uma máquina com quase 3 décadas que conduzo com cada vez mais frequência, e que se pode afinar com uma ripa de madeira e com uma pedra. Não tem sensores, nem ajuda a condução. Quando o condutor faz o que te de fazer e o carro o imita, fazem-se belas viagens.
Agradeço mais uma vez o seu comentário.
Percebo perfeitamente a 1ª parte do seu 1º parágrafo e estou totalmente de acordo.
Quanto à 2ª parte do seu 1º parágrafo não vejo a que propósito vem porque não é exibicionismo, é uma constatação ligada ao facto de nunca se saber se do outro lado está um gajo que só lê jornais desportivos ou não.
Eu parto sempre desse princípio até saber um pouco mais.
De resto tenho também uma das maiores colecções de jazz que conheço e não foi com isso que “atirei”…
Quanto a carros devo dizer que também não me parece ter percebido o que eu queria dizer e que era só falar do mundo pós-pandémico, mais nada.
De resto avisei logo ao princípio ao que vinha, deve ter reparado.
Quanto aos carros lamento informá-lo (porque a sua redacção me leva a escrever isto assim) mas também estou totalmente de acordo consigo.
Quando o meu carro “de combate” começou a dar problemas graves aproveitei os “saldos” de uma marca de prestígio (que os havia há 5 anos, deve saber disso) e comprei aquele carro com 2000 kms e 20% de desconto, nem entrei nele no stand, foi aquele e pronto.
Comprar carros novos é uma estupidez mas passo muito tempo a 300 kms de casa e, por razões que não vêm ao caso, de vez em quando tenho que me meter à estrada a meio da noite.
Se tenho aquele carro novo e armado em árvore de Natal é porque agora não há de outros e a minha situação familiar me obriga a ter um carro novo, muito seguro e que dure pelo menos 10 anos e faça 300000 kms que é o que espero ainda durar, senão bem o dispensaria pois o dinheiro nunca me caíu do céu e aquilo já desvalorizou 50% em 4 anos (só faz auto-estrada) e não foi mais porque os carros em 2ª mão estão muito valorizados pois não há novos para entrega.
Tanto o dispensaria que uso no dia-a-dia em Lisboa o meu “brinquedo” favorito com 20 anos e 67000 kms e de uma comodidade que eu nunca encontrei outro igual (um carro fabuloso que sempre quis ter) que o mais longe que vai é Cascais.
E tenho nas Beiras um VW com 22 anos e 300000 kms (a gasolina) em estado “de concurso” e que vai morrer comigo apesar dos esforços de vários conhecidos e até de 2 dos netos para ficarem com ele (não tem sensores, não tem ajuda à condução e acabo de gastar nele mais do dobro do que ele vale para garantir o “estado de concurso).
Finalmente, o meu neto mais velho é “especialista” em mecânica de carros antigos (ou velhos, como queira), passamos horas de volta disso os dois.
Nota- Por razões muito minhas e de que dei conhecimento aos amigos que tenho por aqui passo a assinar “MC” que,sendo iniciais minhas também, não são as que eu usei nos muitos e muitos anos que aqui comentei.
Cumprimentos