Sim… A renderem-se!!! Manuel Alegre e o PS ainda não condenou o estado ucraniano por estes estarem a obrigar os civis a pegarem armas contra a sua vontade!!! Se os ucranianos chegarem a uma fronteira e tiverem entre 18 ou 60 anos, não podem sair do país… Santa Hipocrisia deste PS…
O louco furioso em Moscovo, munido de 5977 ogivas nucleares, ameaça não apenas ucranianos mas já também suecos e finlandeses, pondo toda a Europa à mercê de uma catástrofe de proporções incalculáveis, e andam vocês preocupados com a Purdey do Manuel Alegre, respeitável e pacífico ancião de 85 anos… Enfim, confirma-se que nada cega tanto como o ódio ideológico. Tenho pena por ver tantos leitores do DELITO a padecer deste mal.
Eheheh. Está mais quente (de facto entraram por Segura, Idanha a Nova), mas o Rei partiu no dia 29 de Novembro, véspera da entrada dos franceses em Lisboa (deviam estar lá a chegar a Vila Franca de Xira, portanto) de modo que, quando chegaram a Lisboa, ainda viram as velas da frota e ainda tentaram atingi-la com tiros de artilharia de costa. A coisa teve mais dramatismo.
Zelensky já mostrou aos ucranianos e ao mundo que está à altura dos terríveis e difíceis acontecimentos. Tem conseguido preencher o vazio causado pela falta de apoio objectivo por parte da comunidade internacional e em especial dos seus vizinhos europeus, com aquilo que ele e muitos milhares de ucranianos tem mostrado ter em abundancia, e que é coragem. Independentemente do desfecho da ofensiva criminosa em curso, já merece um lugar entre os líderes que serão lembrados pela sua bravura. Nas últimas décadas essa lista é muito reduzida.
Há pouco ouvi uma excelente frase da professora Aline de Beuvink, que tem ascendência ucraniana, na SIC Notícias – de longe o canal de TV em Portugal que tem feito melhor cobertura destes dramáticos acontecimentos na frente leste da Europa. Dizia ela, sobre as críticas que muitos fizeram a Zelensky por ser actor de comédia: «É bem melhor termos um comediante que se torna excelente político do que haver políticos que se tornam péssimos comediantes.» Subscrevo por inteiro.
Sim, Pedro Correia, o que Zelensky tem visto são as costas dos seus “aliados” e a cara dos russos. A nojice de seus alados defensores acabará ainda por empurrá-lo para negociações com os russos que lhes permita sentirem-se confortados. Eu direi a Zelensky que respeite o povo ucraniano e faça a entrega das chaves, pois a madrugada foi muito pesada e o momento não é para heroísmos platónicos. Ele é um bravo homem e mostrou como um macho se deve comportar. Mas os homens bravos também sabem que para salvar vidas devem sacrificar seus sentimentos pessoais. Por fim, Zelensky sabe que não é o povo ucraniano que luta, é o exército que está derrotado.
Não faça ele agora o que a cartilha ocidental fez: ofereceu carne para canhão na Ucrânia em prol de seus próprios e egoístas interesses, fingindo agora que estão a enviar armamento que nunca lá chegará e nunca será utilizado.
Até a Alemanha vai enviar, o que é uma verdadeira notícia, digna deste nome: https://rr.sapo.pt/noticia/mundo/2022/02/27/alemanha-vai-fornecer-armas-a-ucrania-acontece-pela-primeira-vez-desde-a-segunda-grande-guerra/274247/
Eu sei o que a Alemanha disse enviar. Ela também acabou por aceitar as presos do Swift Mas armas não chegarão lá para uso. Não é verdade que as armas lá tenham chegado. Se o luck disser como entraram eu mostrar-lhe-ei a mentira.
Quanto ao Swift, é uma boa medida na medida em que acelerou o processo para que os países se libertem muito rapidamente do sistema implantado pelos americanos a nível mundial. A curto prazo veremos novidades no sistema internacional de transacções, direi uma multipolarização de sistemas. A China, Rússia, Irão, Árabes e outros mais darão este impulso.
Pedro Correia, agora que lançou o fogo bora atacar e incendiar as sedes do pcp por apoiarem o putin contra a querida Ucrânia e darem votos para uma maioria absoluta. É aproveitar uma ideia dos amigos do machado, mas de sua autoria.
Quem anda a incendiar a Europa é o teu adorado Putin, que acaba de dar ordem aos generais no Kremlin para colocarem as “forças de dissuasão nuclear” em alerta máximo: 5977 ogivas nucleares capazes de estilhaçar o planeta. Furioso pela heróica resistência do povo ucraniano à besta neonazi de Moscovo. Com os sabujos do teu partido na primeira fila a bater palminhas ao genocida.
Alguns soldados ucranianos na retirada das áreas das repúblicas separatistas estão a bombardear civis e a destruir os seus bens. Confirma-se ainda que existem meios armados pesados dentro da cidade de Kiev, usando ambiente residencial como escudo. É um desafio sério e irresponsável que só vai aumentar o número de baixas e destruição.
Existem também manifestações na Rússia contra a guerra na Ucrânia, e os russos estão a divulgar estas imagens.
Claro que é genocida. Bastaria o massacre étnico que este antigo bufo da sinistra Stasi ordenou na Chechénia para lhe valer uma condenação por crime contra a Humanidade.
A Ucrânia vai ser o túmulo deste psicopata, carrasco do seu próprio povo. Terão os seis deputados que restam do PCP a fazer de carpideiras.
Pedro, compreendo seus sentimentos. Mas não se deixe levar pela propaganda. É do mais elementar bom-senso que os russos tenham ordenado o estado de alerta nas suas estruturas nucleares. Isso não é uma medida ofensiva, mas preventiva. Eles estão sob o olhar de outras potências nucleares. A propaganda do ocidente passa exactamente por semear a histeria para que os líderes angariem apoio das populações e levem estas a aderir. Do outro lado fazem o mesmo.
Vaselina, amor. Cristo não veio alterar efeitos dos produtos naturais.
Putin pode ter subestimado Zelensky. A guerra em curso não parece fazer sentido. Sendo evidente que, cada noite que passa, cada dia que Zelensky se mostra em Kiev, enfraquece a posição política russa no exterior – onde até António Filipe tentou uma cambalhota, com pouco êxito e pouca arte, diga-se – e, como evidente pelas manifestações reprimidas, a posição interna de Putín. Não parece fazer sentido que o exército russo não tenha já entrado em Kiev, tendo claramente força para o fazer. Alguns – os mesmos que culpam os EUA de tudo e a UE, a NATO e o Passos de tudo – dizem que Putín não quer causar baixas civis. Creio que nem os próprios acreditam nisso e é evidente que, se um acordo não for rapidamente negociado, essas baixas irão inevitavelmente ocorrer, dada a determinação dos ucranianos e a distribuição de armas a civis. Ora o exército russo continua a enviar pequenas unidades de tropas especiais em evidente missão de reconhecimento, o que é militarmente demorado. Não acredito que os altos comandos russos tivessem planeado e Putín aprovado, que Zelensky, à frente dos ucranianos, passasse quatro ou mais dias a incendiar a opinião pública mundial contra a Rússia e a liderança de Putín. Algo falhou. Admito por isso que Putín, do alto da sua megalomania, tenha descartado qualquer possibilidade de um ex-comediante resistir à pressão militar. É certo que os ucranianos tinham demonstrado coragem na revolução de 2014 em que enfrentaram desarmados o exército mas o mesmo não se pode dizer dos dirigentes. Pouco depois quando Putín executou na Crimeia o mesmo tipo de golpe que quis repetir no Donbass em 2015, logo o primeiro-ministro Anatolii Mohylyov e o presidente Victor Yanukovich, abandonaram a Crimeia, o primeiro para Kiev, o segundo para a Rússia. Admito por isso que Putín acreditasse na fuga de Zelensky após alguns bombardeamentos cirúrgicos – que não ocorreram mas já lá vamos – como os idiotas dos americanos até se ofereceram. Isso teria mudado tudo e hoje teríamos já um qualquer sucedâneo de Lukashenko no governo da Ucrânia. Mas outra coisa pode ter falhado e esta militarmente. Pouco se tem visto da aviação russa e parece que os ucranianos terão abatido alguns helicópteros e um avião de combate. Se, como dizem alguns, os EUA enviaram uma considerável quantidade de mísseis Stinger terra-ar de última geração, isso terá neutralizado os planos russos, sendo a aviação o meio ideal para reconhecimento rápido, e deixado o trabalho para as forças especiais, muito mais lentas a executar no terreno. Mísseis terra-ar são um tremendo “equalizer” quando o inimigo tem supremacia, neste caso, exclusividade aérea. Foi o que correu com os russos do Afeganistão, o que nos custou, a nós portugueses, sérias dificuldades na Guiné, o que permitiu a Savimbi manter-se anos. Um Stinger FIM-92, custava em 2019 menos de 120 mil dólares enquanto, na mesma época um helicóptero de ataque custaria entre 7 a 10 milhões de dólares e um caça-bombardeiro até 4 vezes isso. Nem a Rússia poderia suportar isso. Claro que a Rússia podia bombardear de altitudes mais elevadas mas aí perdia precisão.
A questão é saber se Putin perante um fracasso — e esta guerra já é um fracasso para Putin em várias frentes — vai recuar ou está determinado em ir até ao fim.
Ponho aqui uns excertos interessantes, para quem não tem acesso:
Vladímir Putin ha logrado la proeza de hacer pasar a Rusia de potencia resurgente a Estado paria en apenas cinco días. Nada mal para alguien a quien hace algunos años muchos consideraban un gran maestro ajedrecista, capaz de pensar varios movimientos por delante de sus adversarios (…)
(…) las amenazas nucleares son ante todo un toque de advertencia a la OTAN, para evitar tentaciones como la de imponer una zona de exclusión aérea al estilo de las de Libia o Irak. Pero también son un gesto de pánico por parte de un autócrata que ve con nerviosismo cómo está perdiendo el control de la situación a pasos agigantados.(…) El error de cálculo del Kremlin ha sido descomunal. (…) las contramedidas no solo están siendo devastadoras, sino que han cobrado su propia dinámica: cuantas más se aplican, más insostenible políticamente es no hacerlo para aquellos que habrían preferido permanecer pasivos. (…) dado que se ha convertido en la causa “de moda”.
(…) Todos los regímenes tienen unos pilares que lo hacen viable, y si las figuras que lo apuntalan ven cómo se tocan sus bolsillos como resultado de las acciones unilaterales de su jefe, comenzarán a pensar en alternativas viables. Cuando la sensación es que el rey se ha vuelto loco, los cortesanos empiezan a conspirar.
(…) La oposición a la guerra, a la invasión, solo puede crecer. En el momento de escribir estas líneas, la policía se encuentra desplegada por todo Moscú para impedir cualquier manifestación en ese sentido, a pesar de lo cual, las iniciativas de protesta, si bien en pequeños números, se multiplican. Para que un dictador pueda acabar sus días en el poder, es necesario que este esté plenamente consolidado. No es ya el caso de Rusia en 2022. Lo que ha ocurrido ha sacudido sus cimientos de raíz. El Ejército ruso todavía puede ganar la guerra, pero el putinismo ha quedado herido de muerte.
A questão agora é: sabendo Putin muito bem que chegou ao fim da linha… o que é que estará disposto a fazer ou que legado quer deixar?
Mas acho que já é mais ou menos claro de que isto é o fim da linha para Putin. Ganhe ou perca.
Francisco, aquilo que agora se vive é uma guerra de desinformação. Não espere que pelos meios tradicionais lhe cheguem informações fidedignas sobre os acontecimentos no campo de batalha.
Como já lhe disse, neste assunto discordamos. Apenas quero salientar que, para constatar que cada dia que passa, aumenta o sentimento e as manifestações anti-Putín – que por sua vez pressionam os decisores – que para constatar que as duas principais cidades da Ucrânia já estão cercadas mas não tomadas; e para ver muito poucos meios aéreos nas várias imagens da imprensa internacional, nem preciso de meios extraordinários de informação nem estou sujeito a qualquer desinformação. Apenas posso ter sido desinformado quanto às alegações ucranianas – pelo que percebi mais no leste e no sul – de terem abatido aeronaves e por isso as referi condicionalmente. O relevante do meu comentário é que jamais o estado-maior russo ou Putín se sujeitariam voluntária e planeadamente à operação de propaganda anti-Putín que apenas é possível, e continua, porque Zelensky continua a localizar-se em Kiev. Ou seja, que algo lhes falhou.
Dito isto, acredito que a Ucrânia vai acabar retalhada, sem acesso ao mar, e Zelensky morto ou neutralizado. Mas também que já conseguiu dar o inexorável início aos tempos finais de Putín. Por muito nacionalistas e agradecidos que os russos estejam a Putín, à medida que as sanções se tornarem visíveis, quando não puderem passar férias na Europa de avião, quando não virem o fim da Champions, se não antes graças à internet, vão perceber que Putín passou meses a mentir-lhes. Não há ditadura que resista a isso e se Putín não se demover, serão os hoje seus próximos que o removerão.
Francisco, eu não me preocupo se concorda ou discorda comigo. Não é este o ponto. O que você assiste, e deixa-se influenciar, é uma campanha de desinformação para o povo acreditar. Repare: a Rússia foi banida do sistema swift. Adicionalmente o nord stream está por certificar. Porém o gás continua a correr e esse tem de ser pago. Em que ficamos? A Rússia possui 1/2 trilhão de encomendas garantidas e elas não foram canceladas, pois é o segundo exportador mundial de petróleo e o maior de gás. Adicionalmente é dos maiores produtores mundiais de fertilizantes. O Bolsonaro foi à Rússia para garantir o fornecimento deste material, pois 1 em cada 5 pratos de alimento no mundo são proporcionados pelo Brasil. É dos maiores exportadores mundiais de trigo, e a Ucrânia também. Como pensa resolver a questão? Adicionalmente possui mais de 600 bi em reservas monetárias que dizem não poder converter em rublos para estabilizar a economia. Porém, existem proxies e várias formas de resolver a questão.
No entretanto o “power of siberia” garantiu um contracto de 400.000 milhões de USD com a China. Zelensky jamais será morto. Ele não é uma personalidade assim tão importante e ameaçante para que isso aconteça. Zelensky somente mostrou o quão o ocidente foi vergonhoso ao ponto de lhe oferecer asilo, que ele recusou. Zelensky não é um entrave para os russos, é antes uma oportunidade para queimarem tempo.
O resto é novela, e Putin sairá mais forte desta situação com o mundo, felizmente, transformado. A alternativa será cairmos todos.
Mais vale morrermos todos do que Putin escapar desta intacto.
Quem procurou escapar à queda que lhe preparavam ou, em último recurso, levar todos com ele foi Putin. Era ele que estava ameaçado. Você tem uma visão distorcida da realidade.
Sim… A renderem-se!!! Manuel Alegre e o PS ainda não condenou o estado ucraniano por estes estarem a obrigar os civis a pegarem armas contra a sua vontade!!! Se os ucranianos chegarem a uma fronteira e tiverem entre 18 ou 60 anos, não podem sair do país… Santa Hipocrisia deste PS…
Sim, para Manuel Alegre pegar em armas é difícil.
A não ser quando pega nas Purdey para matar animais indefesos.
O louco furioso em Moscovo, munido de 5977 ogivas nucleares, ameaça não apenas ucranianos mas já também suecos e finlandeses, pondo toda a Europa à mercê de uma catástrofe de proporções incalculáveis, e andam vocês preocupados com a Purdey do Manuel Alegre, respeitável e pacífico ancião de 85 anos…
Enfim, confirma-se que nada cega tanto como o ódio ideológico.
Tenho pena por ver tantos leitores do DELITO a padecer deste mal.
Lamento, mas a auto-imputada sacro-santidade de MA sempre me irritou. E não é por ele ser do PS: nesses nada me surpreende.
Pegou fogo e agora vem com esta de guerras ideológicas?
Realmente,fico de boca aberta a ler certos comentários…☹️
Este é que é um anónimo como devev ser
Grande frase!
Haja ainda heróis!
Faz lembrar os Braganças que já estavam a milhas para o Brasil quando os Franceses ainda vinham nos Pirenéus.
Sempre com uma boa quota de traidores afrancesados por cá, prontos para servir o invasor. Agora são “de esquerda”.
Homem, compre uma história da Guerra Peninsular. E nem discordo de si, note, mas chateia-me que albdrabe a história.
Ok ok, vinham em Badajoz.
Ficaram a ver navios no miradouro de Santa Catarina, em Lisboa.
Eheheh. Está mais quente (de facto entraram por Segura, Idanha a Nova), mas o Rei partiu no dia 29 de Novembro, véspera da entrada dos franceses em Lisboa (deviam estar lá a chegar a Vila Franca de Xira, portanto) de modo que, quando chegaram a Lisboa, ainda viram as velas da frota e ainda tentaram atingi-la com tiros de artilharia de costa. A coisa teve mais dramatismo.
Por isso Portugal é uma república.
O Vento não sabe ler.
Zelensky já mostrou aos ucranianos e ao mundo que está à altura dos terríveis e difíceis acontecimentos. Tem conseguido preencher o vazio causado pela falta de apoio objectivo por parte da comunidade internacional e em especial dos seus vizinhos europeus, com aquilo que ele e muitos milhares de ucranianos tem mostrado ter em abundancia, e que é coragem.
Independentemente do desfecho da ofensiva criminosa em curso, já merece um lugar entre os líderes que serão lembrados pela sua bravura. Nas últimas décadas essa lista é muito reduzida.
Há pouco ouvi uma excelente frase da professora Aline de Beuvink, que tem ascendência ucraniana, na SIC Notícias – de longe o canal de TV em Portugal que tem feito melhor cobertura destes dramáticos acontecimentos na frente leste da Europa.
Dizia ela, sobre as críticas que muitos fizeram a Zelensky por ser actor de comédia:
«É bem melhor termos um comediante que se torna excelente político do que haver políticos que se tornam péssimos comediantes.»
Subscrevo por inteiro.
ganhava-se bom dinheiro a exportar a corja que vive à nossa custa
Nem mais!Que orgulho deve sentir o povo Ucraniano.🇺🇦
Ainda bem que temos cá a Graça Freitas, sempre quero ver se os russos se atrevem a atacar.
Graça Freitas incute uma falsa sensação de segurança aos portugueses.
Sim, Pedro Correia, o que Zelensky tem visto são as costas dos seus “aliados” e a cara dos russos.
A nojice de seus alados defensores acabará ainda por empurrá-lo para negociações com os russos que lhes permita sentirem-se confortados.
Eu direi a Zelensky que respeite o povo ucraniano e faça a entrega das chaves, pois a madrugada foi muito pesada e o momento não é para heroísmos platónicos. Ele é um bravo homem e mostrou como um macho se deve comportar. Mas os homens bravos também sabem que para salvar vidas devem sacrificar seus sentimentos pessoais. Por fim, Zelensky sabe que não é o povo ucraniano que luta, é o exército que está derrotado.
Não faça ele agora o que a cartilha ocidental fez: ofereceu carne para canhão na Ucrânia em prol de seus próprios e egoístas interesses, fingindo agora que estão a enviar armamento que nunca lá chegará e nunca será utilizado.
Armamento já chegou e mais vai chegar.
Até a Alemanha vai enviar, o que é uma verdadeira notícia, digna deste nome: 2/27/alemanha-vai-fornecer-armas-a-ucran ia-acontece-pela-primeira-vez-desde-a-se gunda-grande-guerra/274247/
https://rr.sapo.pt/noticia/mundo/2022/0
Eu sei o que a Alemanha disse enviar. Ela também acabou por aceitar as presos do Swift Mas armas não chegarão lá para uso. Não é verdade que as armas lá tenham chegado. Se o luck disser como entraram eu mostrar-lhe-ei a mentira.
Quanto ao Swift, é uma boa medida na medida em que acelerou o processo para que os países se libertem muito rapidamente do sistema implantado pelos americanos a nível mundial. A curto prazo veremos novidades no sistema internacional de transacções, direi uma multipolarização de sistemas. A China, Rússia, Irão, Árabes e outros mais darão este impulso.
Grande besta, este tipo
Qual tipo? O Putin?
O Putin também, essa besta 666, mas aí o sequaz santeiro é besta 666 ao quadrado
Amorzinho, o 666 já morreu há impérios atrás. Qual a seita a que pertences no Brasil? É a do capeta?
Querida, ontem apareceste grávida na posta do jpt. Hoje vens parir com Cristo no coração e o credo na boca.
Posso ser útil no enxoval?
Bater em mulheres é que é, grande besta.
Também te amo muito.
Pedro Correia, agora que lançou o fogo bora atacar e incendiar as sedes do pcp por apoiarem o putin contra a querida Ucrânia e darem votos para uma maioria absoluta.
É aproveitar uma ideia dos amigos do machado, mas de sua autoria.
Apesar de ser anónimo, a polícia consegue descobrir IPs. Eu teria cuidado antes de sugerir que se incendeie sedes de partidos…
Quem anda a incendiar a Europa é o teu adorado Putin, que acaba de dar ordem aos generais no Kremlin para colocarem as “forças de dissuasão nuclear” em alerta máximo: 5977 ogivas nucleares capazes de estilhaçar o planeta. Furioso pela heróica resistência do povo ucraniano à besta neonazi de Moscovo.
Com os sabujos do teu partido na primeira fila a bater palminhas ao genocida.
Alguns soldados ucranianos na retirada das áreas das repúblicas separatistas estão a bombardear civis e a destruir os seus bens.
Confirma-se ainda que existem meios armados pesados dentro da cidade de Kiev, usando ambiente residencial como escudo.
É um desafio sério e irresponsável que só vai aumentar o número de baixas e destruição.
Existem também manifestações na Rússia contra a guerra na Ucrânia, e os russos estão a divulgar estas imagens.
Já vais em genocida, estás a delirar.
O que faz perder pontos para o campeonato.
Claro que é genocida. Bastaria o massacre étnico que este antigo bufo da sinistra Stasi ordenou na Chechénia para lhe valer uma condenação por crime contra a Humanidade.
A Ucrânia vai ser o túmulo deste psicopata, carrasco do seu próprio povo.
Terão os seis deputados que restam do PCP a fazer de carpideiras.
Pedro, compreendo seus sentimentos. Mas não se deixe levar pela propaganda. É do mais elementar bom-senso que os russos tenham ordenado o estado de alerta nas suas estruturas nucleares. Isso não é uma medida ofensiva, mas preventiva. Eles estão sob o olhar de outras potências nucleares.
A propaganda do ocidente passa exactamente por semear a histeria para que os líderes angariem apoio das populações e levem estas a aderir. Do outro lado fazem o mesmo.
Este gajo é uma besta, porra!
Vaselina, amor. Cristo não veio alterar efeitos dos produtos naturais.
Putin pode ter subestimado Zelensky.
A guerra em curso não parece fazer sentido. Sendo evidente que, cada noite que passa, cada dia que Zelensky se mostra em Kiev, enfraquece a posição política russa no exterior – onde até António Filipe tentou uma cambalhota, com pouco êxito e pouca arte, diga-se – e, como evidente pelas manifestações reprimidas, a posição interna de Putín. Não parece fazer sentido que o exército russo não tenha já entrado em Kiev, tendo claramente força para o fazer.
Alguns – os mesmos que culpam os EUA de tudo e a UE, a NATO e o Passos de tudo – dizem que Putín não quer causar baixas civis. Creio que nem os próprios acreditam nisso e é evidente que, se um acordo não for rapidamente negociado, essas baixas irão inevitavelmente ocorrer, dada a determinação dos ucranianos e a distribuição de armas a civis.
Ora o exército russo continua a enviar pequenas unidades de tropas especiais em evidente missão de reconhecimento, o que é militarmente demorado. Não acredito que os altos comandos russos tivessem planeado e Putín aprovado, que Zelensky, à frente dos ucranianos, passasse quatro ou mais dias a incendiar a opinião pública mundial contra a Rússia e a liderança de Putín.
Algo falhou.
Admito por isso que Putín, do alto da sua megalomania, tenha descartado qualquer possibilidade de um ex-comediante resistir à pressão militar. É certo que os ucranianos tinham demonstrado coragem na revolução de 2014 em que enfrentaram desarmados o exército mas o mesmo não se pode dizer dos dirigentes. Pouco depois quando Putín executou na Crimeia o mesmo tipo de golpe que quis repetir no Donbass em 2015, logo o primeiro-ministro Anatolii Mohylyov e o presidente Victor Yanukovich, abandonaram a Crimeia, o primeiro para Kiev, o segundo para a Rússia. Admito por isso que Putín acreditasse na fuga de Zelensky após alguns bombardeamentos cirúrgicos – que não ocorreram mas já lá vamos – como os idiotas dos americanos até se ofereceram. Isso teria mudado tudo e hoje teríamos já um qualquer sucedâneo de Lukashenko no governo da Ucrânia.
Mas outra coisa pode ter falhado e esta militarmente. Pouco se tem visto da aviação russa e parece que os ucranianos terão abatido alguns helicópteros e um avião de combate. Se, como dizem alguns, os EUA enviaram uma considerável quantidade de mísseis Stinger terra-ar de última geração, isso terá neutralizado os planos russos, sendo a aviação o meio ideal para reconhecimento rápido, e deixado o trabalho para as forças especiais, muito mais lentas a executar no terreno.
Mísseis terra-ar são um tremendo “equalizer” quando o inimigo tem supremacia, neste caso, exclusividade aérea. Foi o que correu com os russos do Afeganistão, o que nos custou, a nós portugueses, sérias dificuldades na Guiné, o que permitiu a Savimbi manter-se anos. Um Stinger FIM-92, custava em 2019 menos de 120 mil dólares enquanto, na mesma época um helicóptero de ataque custaria entre 7 a 10 milhões de dólares e um caça-bombardeiro até 4 vezes isso. Nem a Rússia poderia suportar isso. Claro que a Rússia podia bombardear de altitudes mais elevadas mas aí perdia precisão.
A questão é saber se Putin perante um fracasso — e esta guerra já é um fracasso para Putin em várias frentes — vai recuar ou está determinado em ir até ao fim.
Leitura recomendada: ndo/tribuna-internacional/2022-02-27/ame nazas-nucleares-senalan-principio-fin-pu tin_3382992/
https://blogs.elconfidencial.com/mu
Obrigado, vou tentar ler. Está bloqueado — tenho de piratear o site
Ok já está
Ponho aqui uns excertos interessantes, para quem não tem acesso:
Vladímir Putin ha logrado la proeza de hacer pasar a Rusia de potencia resurgente a Estado paria en apenas cinco días. Nada mal para alguien a quien hace algunos años muchos consideraban un gran maestro ajedrecista, capaz de pensar varios movimientos por delante de sus adversarios (…)
(…) las amenazas nucleares son ante todo un toque de advertencia a la OTAN, para evitar tentaciones como la de imponer una zona de exclusión aérea al estilo de las de Libia o Irak. Pero también son un gesto de pánico por parte de un autócrata que ve con nerviosismo cómo está perdiendo el control de la situación a pasos agigantados.(…) El error de cálculo del Kremlin ha sido descomunal. (…) las contramedidas no solo están siendo devastadoras, sino que han cobrado su propia dinámica: cuantas más se aplican, más insostenible políticamente es no hacerlo para aquellos que habrían preferido permanecer pasivos. (…) dado que se ha convertido en la causa “de moda”.
(…) Todos los regímenes tienen unos pilares que lo hacen viable, y si las figuras que lo apuntalan ven cómo se tocan sus bolsillos como resultado de las acciones unilaterales de su jefe, comenzarán a pensar en alternativas viables. Cuando la sensación es que el rey se ha vuelto loco, los cortesanos empiezan a conspirar.
(…) La oposición a la guerra, a la invasión, solo puede crecer. En el momento de escribir estas líneas, la policía se encuentra desplegada por todo Moscú para impedir cualquier manifestación en ese sentido, a pesar de lo cual, las iniciativas de protesta, si bien en pequeños números, se multiplican. Para que un dictador pueda acabar sus días en el poder, es necesario que este esté plenamente consolidado. No es ya el caso de Rusia en 2022. Lo que ha ocurrido ha sacudido sus cimientos de raíz. El Ejército ruso todavía puede ganar la guerra, pero el putinismo ha quedado herido de muerte.
A questão agora é: sabendo Putin muito bem que chegou ao fim da linha… o que é que estará disposto a fazer ou que legado quer deixar?
Mas acho que já é mais ou menos claro de que isto é o fim da linha para Putin. Ganhe ou perca.
Nem mais.
Francisco, aquilo que agora se vive é uma guerra de desinformação. Não espere que pelos meios tradicionais lhe cheguem informações fidedignas sobre os acontecimentos no campo de batalha.
Como já lhe disse, neste assunto discordamos.
Apenas quero salientar que, para constatar que cada dia que passa, aumenta o sentimento e as manifestações anti-Putín – que por sua vez pressionam os decisores – que para constatar que as duas principais cidades da Ucrânia já estão cercadas mas não tomadas; e para ver muito poucos meios aéreos nas várias imagens da imprensa internacional, nem preciso de meios extraordinários de informação nem estou sujeito a qualquer desinformação.
Apenas posso ter sido desinformado quanto às alegações ucranianas – pelo que percebi mais no leste e no sul – de terem abatido aeronaves e por isso as referi condicionalmente.
O relevante do meu comentário é que jamais o estado-maior russo ou Putín se sujeitariam voluntária e planeadamente à operação de propaganda anti-Putín que apenas é possível, e continua, porque Zelensky continua a localizar-se em Kiev. Ou seja, que algo lhes falhou.
Dito isto, acredito que a Ucrânia vai acabar retalhada, sem acesso ao mar, e Zelensky morto ou neutralizado. Mas também que já conseguiu dar o inexorável início aos tempos finais de Putín. Por muito nacionalistas e agradecidos que os russos estejam a Putín, à medida que as sanções se tornarem visíveis, quando não puderem passar férias na Europa de avião, quando não virem o fim da Champions, se não antes graças à internet, vão perceber que Putín passou meses a mentir-lhes. Não há ditadura que resista a isso e se Putín não se demover, serão os hoje seus próximos que o removerão.
Francisco, eu não me preocupo se concorda ou discorda comigo. Não é este o ponto. O que você assiste, e deixa-se influenciar, é uma campanha de desinformação para o povo acreditar.
Repare: a Rússia foi banida do sistema swift. Adicionalmente o nord stream está por certificar. Porém o gás continua a correr e esse tem de ser pago. Em que ficamos? A Rússia possui 1/2 trilhão de encomendas garantidas e elas não foram canceladas, pois é o segundo exportador mundial de petróleo e o maior de gás.
Adicionalmente é dos maiores produtores mundiais de fertilizantes. O Bolsonaro foi à Rússia para garantir o fornecimento deste material, pois 1 em cada 5 pratos de alimento no mundo são proporcionados pelo Brasil. É dos maiores exportadores mundiais de trigo, e a Ucrânia também. Como pensa resolver a questão?
Adicionalmente possui mais de 600 bi em reservas monetárias que dizem não poder converter em rublos para estabilizar a economia. Porém, existem proxies e várias formas de resolver a questão.
No entretanto o “power of siberia” garantiu um contracto de 400.000 milhões de USD com a China.
Zelensky jamais será morto. Ele não é uma personalidade assim tão importante e ameaçante para que isso aconteça. Zelensky somente mostrou o quão o ocidente foi vergonhoso ao ponto de lhe oferecer asilo, que ele recusou. Zelensky não é um entrave para os russos, é antes uma oportunidade para queimarem tempo.
O resto é novela, e Putin sairá mais forte desta situação com o mundo, felizmente, transformado. A alternativa será cairmos todos.
Mais vale morrermos todos do que Putin escapar desta intacto.
Quem procurou escapar à queda que lhe preparavam ou, em último recurso, levar todos com ele foi Putin. Era ele que estava ameaçado.
Você tem uma visão distorcida da realidade.