
Hoje assinala-se O Dia Mundial do Dador de Sangue
“O Dia Mundial do Dador de Sangue é celebrado anualmente a 14 de Junho, em todos os países e sob a égide da Organização Mundial de Saúde.
Este dia foi criado com o objectivo de:
- sensibilizar para a necessidade de sangue;
- enfatizar o papel dos dadores de sangue voluntários e não remunerados e;
- apoiar os serviços nacionais de transfusão de sangue, as organizações de dadores de sangue e outras organizações não governamentais no reforço e expansão dos seus programas voluntários de dadores de sangue.
A necessidade de aprovisionamento de sangue quer para tratamentos, quer para intervenções urgentes, é uma realidade. O sangue é vital em todo o tipo de emergências: desastres naturais, acidentes e conflitos armados, por exemplo, daí que sejam tão importantes as doações voluntárias.
Tema deste ano: «Doar sangue é um acto de solidariedade. Junte-se ao esforço e salve vidas». Visa alertar a sociedade para a importância que as doações desempenham no salvamento de vidas”.
O país anfitrião este ano é o México.”
Que sangue é vida, todos sabemos. Enquanto o maratonista dos vasos, veias e artérias correr, significa que há vida.
Já fui dadora de sangue, não frequentemente, mas algumas vezes, sempre que alguém pedia sangue para ficar em banco antes de uma intervenção cirúrgica. Depois de me terem dito que pessoas da minha idade não eram aceites durante uma campanha nacional para encontrar um dador de medula óssea compatível há uns anos, não voltei a dar.
Já me perguntei se depois de velhos ficaríamos com sangue em pó, ou tipo pasta de tomate diferente em cor e textura do das outras pessoas para nos descartarem a solidariedade, mas pronto, deve haver glaciares de gente nova e com plasma fervilhante para tomar o meu lugar, e é bom que assim seja.
Deixo aqui o meu sangue favorito.

Se não houvesse dadores de sangue a mãe do meu filho teria morrido de parto.
Ainda há por aí uma seita nazi que religiosamente é contra as transfusões de sangue.
Sem dúvida! A minha filha mais velha teve complicações pós-parto e sem transfusão de sangue não teria sobrevivido.
Dulce, penso que o facto de haver uma idade limite para dar sangue não tem a ver com a falta de qualidade do sangue dessas pessoas, mas sim com o preservar da sua própria saúde.
Quanto ao “sangue preferido”, temos os mesmos gostos. GNR sempre!
(antes de se tornar no vocalista dos GNR, o Rui Reininho chegou a frequentar um café em Vila Nova de Gaia também por mim frequentado, nos tempos de liceu; depois disso, já ele era uma celebridade, vi-o duas vezes, por acaso, no Porto; mas ao tempo que isso lá vai…)
Não duvido, Cristina, mas entristece-me.
O Rui Reininho também está velhote, mas continua simpático
dei pela 1ª e única vez em 1965
fui recusado por ter contraído pé de atleta no Mestre Silva
no Sheraton Lxa durante um tratamento.
ainda me limito a aplicação local de anti fúngicos
Em 65 os fungos e outras maleitas ainda eram um cabo dos trabalhos para tratar, entulho.
A última vez que quis dar, já lá vão uns meses, tinha tido uma pequena operação cirúrgica semanas antes e não me deixaram. Até agora não voltei a oferecer-me. Há de chegar o dia.
Mas o Sangue Oculto já ouvi muitas vezes, no aparelho ou ao vivo, com ou sem a voz do Javier Andreu, e, confesso, cheguei a cantá-lo em Karaoke (para infelicidade dos presentes).
O Sangue Oculto, para mim, é um clássico intemporal, João Pedro. Já cantei para a minha Neta( coitadinha) vezes sem conta.