
A 3 de Junho celebra-se O Dia Mundial da Bicicleta
“A resolução 72/272 foi aprovada em 12 de Abril de 2018 na Assembleia Geral da ONU por obra de Leszek Sibilski, pesquisador do desporto, das mudanças climáticas e da adaptabilidade do ser humano.
Este professor embarcou num projecto académico para estudar o uso da bicicleta no desenvolvimento, conquistou o apoio da delegação do Turcomenistão e de outros 53 países-membros e conseguiu a proeza de aprovar a data no calendário.
Ah, mas o dia internacional não é 19 de Abril?
O dia da bicicleta celebrado em 19 de Abril é uma efeméride consensual entre alguns cicloactivistas e propagada a partir da Califórnia, nos EUA. Não é data oficial.
Quando a bicicleta entra no calendário da ONU significa maior apoio para impulsionar o seu uso contra doenças cardiovasculares e diabetes, e a favor de um ar mais limpo, de cidades mais humanas e menos violentas.
A bicicleta adequa-se aos 17 Objectivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.”
Outro dia para celebrar o meio de transporte mais fácil, saudável e ecológico do mundo, de cuja comunidade de utilizadores e praticantes lamento profundamente não fazer parte. Já a minha neta é um ás e o meu neto vai no bom caminho. “Oh Avó, queres vir comigo andar de bicicleta para o jardim? O meu pai empresta-te a dele.” Todos os presentes olharam para o lado e fizeram um risinho à Mutley das Wacky Races. “A Avó não sabe andar…” Oh Avó, toda a gente SABE andar!” Pois…

Hoje celebra-se O Dia do Donut
O Dia do Donut começou em 1938 para angariar fundos para Chicago através do Exército de Salvação. Visava ajudar os necessitados durante a Grande Depressão e homenagear as “Lassies” do Exército de Salvação da Primeira Guerra Mundial, que serviram donuts aos soldados.
Logo após a entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial em 1917, o Exército de Salvação enviou uma missão de investigação à França. Esta missão concluiu que as necessidades dos homens alistados nos EUA poderiam ser atendidas por cantinas / centros sociais denominados “cabanas”, que serviam produtos de panificação, suprimentos de escrita e selos e um serviço de remendo de roupas. Normalmente, seis membros da equipa por cabana incluiriam quatro mulheres voluntárias que poderiam ser “mães” dos meninos. Essas cabanas foram estabelecidas pelo Exército de Salvação perto de centros de treino do exército. Cerca de 250 voluntários do Exército de Salvação foram para a França. Por causa das dificuldades de fornecer produtos recém-assados de cabanas estabelecidas em prédios abandonados perto das linhas de frente, os dois voluntários do Exército de Salvação (Alferes Margaret Sheldon e Ajudante Helen Purviance) tiveram a ideia de fornecer donuts. “
Como tantas outras comemorações tornadas nacionais pela força mercantilista do vil metal, esta é mais uma importação dos “states” com uma história engraçada. Pessoalmente não sou grande fã de donuts, principalmente dos artilhados com tudo o imaginariamente concebível para cobrir um bolo.

(1) A bicicleta não é assim tão saudável como se pensa, pois que se presta a quedas. E as quedas não são somente as causadas por auomóveis: podem também ser causadas por choques contra outras bicicletas, ou contra peões. Muitos ciclistas profissionais sofrem graves problemas, por vezes a morte, resultantes de quedas. Eu próprio já uma vez tive um ferimento resultante de ter batido com a roda da minha bicicleta contra a roda de uma outra.
(2) Há muita gente que não sabe andar de bicicleta. Não é só a Dulce. O meu filho mais novo, por exemplo, nunca quis aprender.
1- É como tudo balio. Vamos descer uma escada que já descemos milhares de vezes, falha-nos um pé e podemos partir o pescoço. Diz que subir e descer escadas moderadamente é saudável. Eu, cá por coisas minhas, permito-me discordar.
2- Pois eu lamento muito ter sido medrosa.
Diz que subir e descer escadas moderadamente é saudável. Eu, cá por coisas minhas, permito-me discordar.
Concordo consigo. Subir e descer escadas não é saudável. Ou seja: pode sê-lo para certas pessoas (predominantemente jovens), mas para outras (predominantemente idosos) não o é.
É como tudo: as pessoas são diferentes. Nada que se possa dizer se aplica a todas as pessoas.
Exactamente. Conheço imensos jovens com 70 anos e velhotes com 20
lamento muito ter sido medrosa
Agora já não tem nada que lamentar. A Dulce tem 60 anos e excesso de peso. Pessoas nessas condições dificilmente podem andar de bicicleta em Portugal, país que é muito declivoso e em que muitas estradas e ruas têm mau piso. Mesmo que soubesse andar de bicicleta, e Dulce atualmente não estaria em condições de o fazer.
Diz o balio, porque não conheceu o meu Tio 29. Formato bola com pernas, com 50 e tal anos dava uma abada no futebol, na corrida e na bicicleta a muita gente nova!
Olha-me esta miss simpatia que chama velha e gorda a senhora Maria Dulce.
É claro que uma boca destas só podia vir de um homem. Odeio homens!
Ana Sousa
Eu não lhe chamei nem “velha” nem “gorda”. Disse que ela tem excesso de peso, porque ela mesma já aqui o afirmou por diversas vezes. E quanto aos 60 anos de idade, trata-se somente da minha estimativa, feita a partir daquilo que a Dulce aqui tem dito sobre si mesma em diversas ocasiões.
Ó balio você com essas estimativas há-de arranjar muitos amigos.
A sua falta de senso/educação, manifestada no comentário ao ” excesso de peso ” , não cessa de me espantar.
adoro ver as ciclo vazias
1º, 2ºou 3º ciclo? E olhe que isso de ser mirone, dá muito o que pensar
gostava que fossem utilizadas, principalmente para receber ‘o ar puro dos tubos decape’ dos veículos motorizados.
detesto o que existe só para dizer que é novidade, moderno (palavras que não uso)
Habituar as pessoas a uma alternativa ao automóvel não pode ser muito mau
Com os dias que comemoram tudo [excepto a morte] a senhora terá emprego até avançada velhice.
Cumprimenta,
ao
Ainds não chegou cá El Dia de los Muertos, tradição sul-americana, principalmente mexicana. Aí dim, comemora-se a morte, os mortos e o que foram em vida.
Este emprego é o melhor que tive até hoje
Parece que os portugueses não gostam de andar de bicicleta, será?
Os portugueses são muito amigos de à la mode, e como está na moda, por cá, andar de bicicleta com construção do ciclo vias, nomeadamente em Lisboa, uns dizem que é uma parvoíce e outros não, e ambos estão à la mode.,
Mas, os que dizem ser uma parvoíce são-no por razões politico/partidárias.
No Canadá, Austrália, USA (incluíndo S. Francisco) e quase todos os países da UE há milhões de pessoas a andar de bicicleta, em Lisboa não pode ser e até faz mal à saúde, “por causa das quedas (balio)”.
Parece que por cá, o mau olhado às bicicletas teve a ver com uma certa publicidade partidária, calhando por terem sido escolhidos os construtores das ciclovias, doutra clientela partidária.
Que grande chatice visitar todas as capitais e outras cidades da UE e ver aqueles totós pobretanas aos milhares a andar de bicicleta.
Nos Países Baixos é quase uma religião andar de bicicleta. No quintal havia oito bicicletas para família com filhos: bicicletas para a chuva, neve, passeio e trabalho, crianças e adultos. As rainhas Juliana e Beatriz deslocavam-se de bicicleta. Na área da estação ferroviária da cidade de Breda estão estacionas milhares e bicicletas, e pode dar prisão o roubo de uma bicicleta.
E cá se arranjou um fornecedor para “arrancar” a ciclovia da Av. Alm. Reis -Lisboa.
Eu tenho família em Amsterdam. Só estive lá duas vezes no Verão, uma com mais tempo em que fomos com S crianças ao Efteling. Nesse Verão fomos todos passear de bicicleta. O meu primo arranjou um bicicleta para duas pessoas onde eu pouco mais tinha que fazer do que estar sentada e segurar-me. Gostei muito daquele passeio pelos canais
Vivi quase dezasseis anos próximo da cidade de Breda, a do célebre quadro “Lanzas” de Velasquez, no sul católico quase fronteira com a Bélgica.
Efteling nunca mais, quase que ia morrendo na montanha russa. A propósito de canais e também próximo de Amsterdam, temos a maravilhosa pequena Giethoom sem automóveis e bicicletas, só de barco se pode transitar naquelas ruas-canais.
Mas depois havia a Piraña, uma grande molha, arenque e batatas fritas com maionese .
Montanhas russas não me convidem. Gostei também muito da zona de Den Hague que visitei quando o meu irmão estava estacionado perto da fronteira ali para os lados de Maastricht