Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Comemora-se a cada 1.° De Maio o Dia do Trabalhador

 

“A data remonta ao dia 1.º de Maio de 1886, nos EUA, quando mais de 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, numa manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada de trabalho para oito horas.

Em consequência, a polícia tentou dispersar a manifestação, ferindo e matando dezenas de operários.

A 5 de Maio de 1886 os operários regressaram às ruas e registaram-se novamente feridos, com manifestantes a serem presos. A opinião pública repudiou a acção da polícia e do Governo, assim como das entidades patronais.

Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio como o Dia Internacional dos Trabalhadores.

Já em 1890, os trabalhadores americanos viram a jornada de trabalho diária ser reduzida para oito horas. Nos Estados Unidos o Dia do Trabalhador celebra-se na primeira segunda-feira de Setembro.

Em Portugal, o 1.º de Maio começou a ser festejado a partir de 1974, após a Revolução do 25 de Abril.”

Comecei a trabalhar em 1977, jovenzinha iludida pela política e pela independência financeira. O Dia do Trabalhador, passei-o, quase toda a minha vida profissional, como o nome sugere, a trabalhar e este ano não será excepção. As condições só a partir da entrada para a UE, no meu caso específico, tiveram melhoras consideráveis.

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Dia da Mãe

Convencionou-se pela cada vez maior influência que as datas vão tendo no consumismo, que o Dia da Mãe se celebrasse todos os anos, a cada primeiro domingo do mês de Maio. 

Para mim, que sempre o celebrei com os meus pais e avós a 8 de Dezembro, dia da Imaculada Conceição, este dia não teria qualquer significado especial, não fora o carinho com que os meus netos se aplicam na elaboração de um pequeno presente, que para mim vale um tesouro.

De qualquer modo, como ser mãe (e avó) é a maior bênção que uma mulher pode ter na vida, desejo um óptimo domingo para todas as mães, parideiras ou não, porque criar é também amor.

 

(Fotos do Google)

41 comentários em “Hoje é dia de”

  1. Primo Maggio AUTORE: De Amicis, Edmondo
    Edmundices pelo jornalista socialista que assistiu ao ‘famoso’ ataque da Porta Pia.
    Alle sette in punto il signor cavaliere Bianchini saltò giù dal letto e, affacciandosi alla fine stra, ebbe due dispiaceri: vide che il cielo era tutto azzurro e che il muratore Peroni non era andato al lavoro. Questi se ne stava seduto, con la giacchetta sulle spalle, sullo scalino del suo uscio a vetri, in fondo al lungo terrazzino della casa bassa che formava un cortile triangolare con le due grandi ali dell’isolato. Diamine! Se festeggiava il 1° Maggio il Peroni, un operaio vecchio e tranquillo, c’era da credere che lo festeggiassero tutti gli operai di Torino »
    trabalhei 50 anos para viver nesta pocilga
    tive uma MÃE excepcional, 2 vezes viúva, faleceu em 68, mas está presente todos os dias para me aconselhar

  2. “Trabalhador”?
    1 – Mas esse tempo marxista (e não só, porque é também uma premissa-base de quase todos os “tratados económicos” desde o séc.18) já não está quase a acabar?
    2 – Agora, não são as máquinas e robots que “trabalham”?
    3 – Só uma “teoria do Fazer” (como aquela que formulei em 2010), capaz de descrever bioquimicamente os sete tipos de fazer humano, pode conferir à palavra “trabalhador” e ao acto individual e social designado por “trabalho” o seu actual e verdadeiro significado.
    4 – Hoje, “trabalhador” e “trabalho” são significantes que não têm o mesmo significado que em 1975.
    5 – A ideologia da “actividade física” actualmente vigente (também dita “motricidade humana” ou “biomecânica”) é o empecilho, e a resistência desse antigamente, para que possamos celebrar o “NOVO TRABALHADOR”.
    6 – Essa ideologia dos maluquinhos pela “actividade física anatómica” — aquela que é feita pela carcaça paleontológica herdada dos hominídeos — define-se a si própria como sendo: “Qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos que resulte num gasto energético relativamente à taxa metabólica de repouso” (Caspersen, C. J., Powell, K. P., Christenson, G. M., 1985 / Bouchard, C., Shepard, R. J., Stephans, T., 1994).
    7 – Porém, hoje (passo a citar): “O exercício físico através de um medicamento torna-se uma realidade. Esta é uma grande descoberta, pois permite obter um fármaco que causa os mesmos benefícios do exercício feito pelo corpo” (N.J. Hoffman, et al., 2015, “Global Phosphoproteomic Analysis of Human Skeletal Muscle Reveals a Network of Exercise-Regulated Kinases and AMPK Substrates”, 1out2015, in Cell Metabolism).
    8 – Na antiga acepção (e na actual, ainda dominada pela «ideologia da actividade física») dizia-se dele, que era a “força do trabalho”, o “meio de produção” ou a “mão-de-obra”. Isso tudo mudou.
    9 – O “NOVO TRABALHADOR” já cá chegou. Vemo-lo em dezenas de milhares de empresas, espalhado por todo o mundo, afectando o presente e o futuro do Fazer e do Trabalho.
    10 – Assim sendo, quando comemoramos o “Dia do Trabalhador” … não estaremos a comemorar o “Dia do Robot” ou o “Dia das Máquinas”?
    11 – O mais interessante disto tudo, desta mudança que vivemos hoje, é o total desmoronamento das ideologias e posições partidárias que se definiam na oscilação binária “esquerda/direita”. Anda tudo aos tropeções, sem saberem onde estão as antigas fronteiras de uma coisa e de outra.
    12 – E essa mudança económica no Fazer e no Trabalho repercute-se a nível social e cultural em vários debates e redefinições daquilo que é o ser-humano (porque é o conceito de “corpo” que está a sofrer essa alteração). Por exemplo, a nível da discussão do “género”, nos que se afirmam “não-binários” (e já não são poucos). Ou aquelas centenas que realizaram cerimónias de casamento com personagens digitais e avatares (e são cada vez mais).

    1. Eu não comemoro o dia do trabalhador. Como trabalho vai para 46 anos, dia do trabalhador são todos aqueles em que tenho que ir trabalhar. Curiosamente o meu , vá lá ” desentendimento” com o PS tem a ver com a situação revoltante de , num comício de 1o de Maio, terem substituído ” A Portuguesa” pela ” A Internacional”. Revoltas do século passado…
      Agora quase todas as portuguesas insistem em ser internacionais, por isso foi coisa que se banalizou.
      Se souber de um medicamente que me ajude a perder uns quietinhos sem ginástica, pode informar, ok? Não que me queira robotizar, mas o meu ser precisa de uma leveza sustentável.
      Bom Domingo SAP3i.

      1. 1 – Não é preciso esperar pelo “medicamento”. É facílimo conseguir essa diminuição. Basta ingerir a mesma quantidade de alimentos, mas diferentes. Que, no total diário não ultrapassem 2000 calorias. Trata-se de uma “reeducação de gostos e sabores”. Nas primeiras duas semanas é difícil, mas depois habitua-se e até vai preferir. Em 6 a 12 meses, perde os quilos que acha que estão a mais.
        2 – O medicamento está quase pronto. Talvez daqui a 5 anos seja uma realidade. Para os doentes acamados, e para quem sofre de doenças crónicas que os obriga a uma cadeira de rodas… será uma bênção.
        3 – Quando mexemos um braço ou uma perna, não é esse movimento/motricidade que nos faz perder “calorias”. É o efeito que ele provoca num determinado conjunto de proteínas e num determinado número de genes que as codificam. O que se conseguiu agora, foi determinar quais eram essas proteínas e genes, e agir directamente neles. Logo, deixarmos de estar dependentes de “exercício físico motriz” para alcançar o mesmo efeito.

          1. E, por experiência própria, posso garantir que vai ser uma aventura e uma descoberta fantástica de novos sabores, novas combinatórias, e novos modos de cozinhar.

          2. Até para essa injusta maleita, talvez sirva.
            Muitas das substâncias anti-bacterianas e inibidoras de invasões microbianas indesejáveis estão nesses alimentos que deixámos de consumir.
            Um saber que muitos dos sábios actuais apelidam de “saber dos analfabetos”, ou “conversa provinciana de pessoas atrasadas que não têm escolaridade”.
            O problema é que esse saber milenar, foi codificado nos cérebros humanos e transmitido de gerações em gerações. Felizmente, sem que tivéssemos consciência disso, e sem que fossemos nós a decidir o que devíamos “guardar na memória”.

          3. Tem sido tão mau como uma gripe muito forte, não dramatizo, mas é desgastante. Nós temos sorte, somos dos que sobreviveram à bicharada. Veremos como ficamos quando tudo passar. Para já, parece que vivemos au ralenti. O cansaço é esmagador. Tem que se dar tempo ao tempo.

          4. durante 50 anos recolhi informações sobre os perigos químicos da escolha e transformação de alimentos desde a pré-história, porque os seres humanos não se aliviavam antes de falecer.
            publicaram-me 7 livros mas nenhum editor se interessou por este tema e pela morte química na sua generalidade.
            desperdicei o meu tempo a trabalhar. aconselho que façam turismo

          5. Esse é que um verdadeiro acto em defesa da Liberdade e da Democracia no contexto do presente e futuro.

    2. 1 – Em 18 de novembro de 2018, a revista “Visão” entrevistou Luís Moniz Pereira, professor catedrático da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, investigador no Laboratório de Ciência Computacional e Informática. Neste “Dia do Trabalhador” talvez valha a pena recordar parte do que disse (passo a citar):
      1.1 – “Tem de haver uma distribuição maior. Mas o que se vê, é que o hiato está a aumentar e não a diminuir, em vez da IA e robótica serem postas ao serviço de todos. Vai agravar esse problema de uma maneira muito aguda. A máquina é mais barata do que o humano para executar as mesmas tarefas. Cada vez mais, as pessoas vão viver num limiar de sobrevivência e a consumir coisas que não lhes interessam para nada. Seremos como aquelas quintas de galinhas e porcos em que os animais vivem todos ao molho, só a produzir riqueza para outros” (….);
      1.2 – “É inevitável. O trilho da nossa espécie diz-nos que há sempre uns que beneficiam mais do que outros. E com a amplificação tecnológica, os ricos são cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres” (….);
      1.3 – “Acredito que vamos evoluir para uma sociedade de castas, no sentido em que teremos acima de todos os donos dos robôs, depois os administradores das máquinas, a seguir os seus executivos e, por fim, os explorados. Para uns criarem riqueza, vão ter de explorar os outros. Isso vai gerar revoltas, e os robôs serão usados para proteger as castas mais elevadas e dominar a população”.
      2 – Irão ser assim, os próximos “Dias do Trabalhador”?

          1. Sabe o que eu noto? Que aquilo a que chamava cultura geral, que se aprendia até ao liceu, que despertava a curiosidade inata e fundamentava todo o saber, deixou de existir. Deixa-me bastante triste.

          2. É verdade.
            E é um erro (até “científico”).
            Como demonstrei na tese de pós-doutoramento que fiz na Universidade de Lisboa em 2011.
            O estudo do Património (e da Memória) a nível cientifico e bioquímico (ver por exemplo os trabalhos de Eric Kandel, prémio Nobel, e outros) mostra aquilo que referi atrás.
            Que essa “Cultura Geral” é um saber que muitos dos sábios actuais apelidam de “saber dos analfabetos”, ou “conversa provinciana de pessoas atrasadas que não têm escolaridade”.
            O problema é que esse saber milenar, foi codificado nos cérebros humanos e transmitido de gerações em gerações. Felizmente, sem que tivéssemos consciência disso, e sem que fossemos nós a decidir o que devíamos “guardar na memória”.

          3. Espero bem que o que se encontra adormecido vá acordando de modo a que as pessoas interiorizem que o saber não ocupa lugar. Todo o saber.
            Eu sou daquelas pessoas que tem a firme convicção que o passado não se apaga. Que o aconteceu há 100 anos tem influência de algum modo, no dia de hoje. Por isso acho triste que, por exemplo, a História seja considerada praticamente irrelevante…

    3. a ciência está hoje nas mãos de funcionários públicos que estendem a mão aos políticos para receber a esmola.
      do gene P53 à proteína tau… é só merda. podem meter muitos dos trabalhos no local recomendado pelo pirata Rackam ao juiz
      recusei uma cátedra de química orgânica e não estou arrependido

  3. “Em Portugal, o 1° de Maio começou a ser festejado em 1974, após a Revolução do 25 de Abril”.
    A vila onde me encontro, Tramagal, concelho de Abrantes, comemora hoje o centenário do clube de futebol da terra, precisamente, porque era um clube dos trabalhadores e escolheram esta data simbólica para a fundação do clube em 1922. Aqui sempre se comemorou o 1° Maio.
    Cumprimentos e desejo que já esteja restabelecida da maleita.

    1. O meu Tio Marcelino, nascido a 1900, era, o que a minha Tia Adelaide ( sua esposa, nascida com a República e por isso 10 anos mais nova) contava, que na sua juventude teria sido o que se chamava “Jovem Sindicalista”. Segundo ela, nunca trabalhou um 1° de Maio. Fazia parte daqueles que escondiam os perseguidos pela PIDE. Creio que se juntavam em núcleos, em “insuspeitas” almoçaradas e celebravam a data na clandestinidade dos seus pensamentos.
      Este começo em 74, deve ser o começo ” oficial” da celebração, Pedro

    2. infelizmente uma cidade e um concelho em ruínas. tem uma etar maravilhosa. jogava-se em Vale de Roubam.
      lia o ”cidadãos
      já nem a palha e as tigeladas de Rio de Moinhos têm o mesmo sabor.
      Pego Alferrarede, Tramagal metem dó

      1. É normal, é tudo “lavado e limpo” de contaminações. O HACCP é obrigatório , muito rigoroso e consequentemente muito redutor.
        Que saudades das fatias de pão escuro com manteiga batida da minha bisavó Júlia.

  4. Para mim o dia do trabalhador é todos os dias. Já cheguei a uma altura da vida em que até o prazer me dá trabalho.
    Feliz dia para si e sem cóvides.

  5. “A data remonta ao dia 1.º de Maio de 1886, nos EUA,….”
    Muito bem, Maria Dulce Fernandes é por causa desta data que passou a ser o Dia do Trabalhador.
    De todos os trabalhadores? Sim, desde que não se arrepiem os bem agasalhados.
    Tempos houve por cá que “oficialmente” passou a ser Dia do Trabalho por causa dos arrepiados da AD, mas passou-lhes, embora apareça um friozinho ou outro com o ‘já não há trabalhadores, agora são robots’ (diria um habitual do Delito: é este antropólogo professor na Universidade). Então chamar operário parece ser pecado mortal, e sai com a funcionária à mulher da fábrica têxteis e colaborador ao mineiro, sabendo o que é uma funcionária pública e um colaborador da segurança de um supermercado.
    Mas é o Dia do Trabalhador que é comemorado por causa daquela data de 1886. Também aparecem outros arrepiados com a desculpa ‘isso foi há anos, já ninguém liga’, embora apareçam uns “vasconcelos” de ocasião sempre deverá ser comemorado o 1º. de Dezembro de 1640, como a data da Restauração da Independência de Portugal.

    1. Bem, ser ressabiado para uma pessoa como o X parece-me muito mal. Aqui comentamos posts e comentários, não comentamos a vida particular dos comentadores, que nem sequer foi exposta pelos próprios.
      As pessoas são o que são.
      Eu, pessoa provecta e impaciente, penso que a grande maioria são uns chatos. E digo-lhes. Aos chatos. Não dou bitaites em outros comentários a ver se eles se tocam.

      1. Maia Dulce Fernandes o que escrevi já foi escrito muitas vezes no Delito sem nunca ter havido nenhum reparo como o seu, o que até acho que fez bem.
        A minha observação é por os meus comentários serem censurados sem estar a ofender ninguém. p.ex. em relação a Guterres ter tido conversações com Putin na mesa comprida e que também tinha acontecido com Macron, não foi publicado nenhum comentário com essa comparação. E este SPA3i escreve o que muito bem lhe apetece contra zelensky-ue-nato e com razão e não é censurado, o mesmo não se passa com os meus comentários.
        Será por ser antropólogo e prof. universitário e, assim, escreve o que lhe apetece que está tudo bem?

        1. Não lhe sei dizer. Eu já apaguei comentários sem dar por isso. Também já fiz comentários que não foram publicados e não ando por aí a levantar lebres. Nas minhas caixas de comentários está à vontade para interagir com comentadores que interajam consigo e com a matéria proposta no texto ou comentários.

        2. 1 – Não é verdade. Inúmeros comentários que fiz, não foram publicados.
          2 – Uma comunidade — qualquer uma em que um humano (ou um “animal social”) participe — tem regras, a que temos de sujeitar a nossa Liberdade.
          3 – É essa subjugação e perda parcial da Liberdade, que difere da «Liberdade sem limite», que conduz ao livre-arbítrio e à lei do mais forte. É por isso que é defendida pelo “Liberalismo” e “Globalismo”, pois esse “laisser faire, laisser passer” causa as assimetrias radicais no mundo, em benefício dos 2% que possuem 85% de toda a riqueza produzida no mundo.
          4 – É essa perda parcial de Liberdade, que determina um critério moral e ético na condução da Humanidade.
          5 – Muito do problema que se passa na Ucrânia deriva desta questão, do que guia a liberdade de acção humana.
          6 – Os “Ocidentais” (eua/nato/ue) ainda não terem compreendido que o seu poder já não chega para dominar o Mundo. Não perceberem que a percepção de muitos países asiáticos, árabes e africanos sobre a “Cultura Ocidental” é de que é corrupta e decadente.
          7 – Daí, não levarem a sério nem darem credibilidade às declarações dos políticos ocidentais. O que está a provocar a histeria e o desespero que vemos todos os dias nas TV’s e media em directo.

  6. Proponho que o Dia do Patrão seja o dia do roubo das nacionalizões.
    Uma clara violação dos Direitos Humanos pelo regime do 25 de Abril .

      1. As nacionalizações são roubo. Uma pessoa ou pessoas criaram algo de si, que tem a sua identidade e vem o Estado e tira-lhes.
        É como o Estado chegar ao atelier de um pintor e roubar-lhe não só os quadros mas os pinceís as tintas as telas e o própio atelier.

    1. As nacionalizações? E depois quando se deram as privatizações ainda ficaram com mais do que tinham.
      O dia do patrão é sempre quando o patrão quiser: é não ter trabalhadores.

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