
A 8 de Março celebra-se O Dia Internacional da Mulher
“Este dia é assinalado desde o início do século XX, embora com variações na data das celebrações. Em 1975, a ONU começou a celebrar o 8 de Março, mas só a 16 de Dezembro de 1977 a data viria a ser oficialmente reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
Pretende-se enaltecer os direitos que as mulheres conquistaram até hoje, lembrando o caminho para a igualdade. Causas como o direito ao voto, a igualdade salarial, a maior representação em cargos de liderança, a protecção em situações de violência física e/ou psicológica ou o acesso à educação continuam actuais porque, em vários pontos do globo, esses direitos continuam por cumprir.
Embora tenham sido realizados progressos nas últimas décadas na UE, a violência e os estereótipos baseados no género continuam a existir. As mulheres continuam a ser vítimas de violência física e/ou sexual, a ganhar cerca de 16% menos que os homens e representam uma baixa percentagem (8%) dos cargos de presidente executivo de grandes empresas.
Neste contexto, a Comissão Europeia lançou a Estratégia para a Igualdade de Género 2020-2025. A Estratégia preconiza “uma Europa em que mulheres e homens, raparigas e rapazes, em toda a sua diversidade, sejam iguais e livres de seguir o caminho de vida que escolheram, tenham as mesmas oportunidades de realizarem o seu potencial e possam participar na nossa sociedade europeia e dirigi-la, em igualdade de circunstâncias”.»
Parabéns a todas as mulheres a cada segundo que passa e que junto a muitos outros, perfaz um dia de entre as centenas que compõem um ano que soma e segue com todos os que viveram até hoje. Ser mulher não é coisa de um dia, é celebração diária. É a celebração do espírito, do carinho, da força, da resistência, do amor que reside nas entranhas que povoam o mundo.
Sem as mulheres não haveria raça. Comemoremos pois o dia que de raça se suplanta, logo hoje o valor mais alto se levanta.

Hoje é O Dia da Maratona de Matemática
«Desde o seu início em 2007, a popularidade do Dia da Maratona de Matemática multiplicou-se rapidamente. Incentiva os alunos a fazer uma pausa nas aulas-padrão do dia-a-dia e a participar em jogos competitivos com temas matemáticos.
Curiosidades:
Século VI a.C.: Os pitagóricos, discípulos do sábio Pitágoras, criaram a palavra “matemática”.
1970 – Criado o primeiro jogo de computador educacional, chamado “Logo”.
2021- O primeiro Desafio dos Campeões do Dia da Maratona de Matemática acontece, com mais de 500 milhões de perguntas sobre matemática.»
Saber matemática era inútil para os meu planos de futuro. Era boa em cálculo e gostava… curiosamente era boa em todos os ramos, se me aplicasse. Lembro-me de uma professora me dizer que era uma pena, mas foi a pena que me seduziu. Dou muito valor a quem “matematica” com gosto.
(Imagens Google)

‘Mulheres de todo o mundo, UNI-VOS!’
à espreita estão:
imbecis políticos criadores de misérias
violentos domésticos
fabricantes e administradores de prostitutas
convivi com imensos elementos femininos na Família, na vida profissional.
sempre adorei MATEMÁTICA
A união faz a força… mas por vezes, como no caso da geringonça, ao cê tem de se retirar a cedilha.
Celebremos a mãe da humanidade.
“A união faz a força… mas por vezes, como no caso da geringonça, ao cê tem de se retirar a cedilha.”
Aplicado como metáfora a espigas, foi o fascismo.
A música do PREC foi “O Povo Unido nunca mais será vencido”.
Se calhar, não é só às vezes.
Creio já lhe ter chamado a atenção para primazia do indivíduo. É certo que há excepções, por exemplo em algumas actividades beneméritas ou assistenciais e mesmo no desporto amador. Mas se adicionar qualquer outro elemento, seja político ou económico, logo o perigo espreita: fundações, partidos políticos, futebol profissional. Até no âmbito familiar, se a união for excessiva, temos nepotismo ou, no limite, mafias à italiana ou famílias socialistas à portuguesa.
Quanto à mulher não há volta a dar. Na tradição cristã foi feita de uma costela do homem o que logo a subalterniza. No inglês antigo, mulher significa fêmea humana enquanto homem significa apenas humano. A mulher é a excepção. Por isso a luta feminista pela intervenção legislativa e administrativa é duplamente errada. A dignidade tem que ser alcançado pela generalização de princípios e não por quotas de acesso. Na legislação, o que devia ser feito é eliminar discriminações e desigualdades de direito, as últimas quase extintas no mundo ocidental.
Problemático – eu declaro-me incompetente para exprimir uma opinião – é na Igreja Católica, a aparente contradição em dar a primazia à tradição – Jesus não tinha “Apóstolas” – em detrimento do valor que é a igualdade: todos irmãos por serem todos filhos de Deus.
E – bem sei que sou duplamente parcial – se fosse mulher não celebrava a mãe da humanidade mas a mãe de Deus, que nem sequer necessitou de um homem para o ser.
Sou mulher, entendo que as mulheres têm os mesmos direitos e os mesmos deveres do que os congéneres masculinos. Não sou fundamentalista .
Se Jesus tinha Apóstolas, nunca o saberemos ao certo já que os Evangelhos foram ” branqueados” em Hipona. Duvido que algum deles nos tenha chegado 2023 anos depois, como foram escritos na época, mas acredito que nada disso altera a glória de Jesus Cristo como o ínclito filósofo que foi , porque mesmo quem não lhe crê a divindade, não pode deixar de lhe admirar e venerar a grandeza.
Hoje, especialmente, desejo um bom dia à Dulce, lembrando o grande provérbio alentejano:
“As Mulhéris, se nan fosse a falta que fazem, nan faziam falta nenhuma”
São cum’ás ovelhas, têm carrapatos atrás das zorelhas.
Obrigada, obrigada.
E lavram a terra com as unhas dos pés

Multitasking no seu melhor.
Vou ter que acabar com a brincadeira
antes que me acusem de coisas feias.
Os Torquemadas estão fora, se não garanto que as ditas não teriam nem unhas dos pés.
Atãum nã éíí?
Além da minha avô, conheci, melhor dizendo vi na RTP, uma mulher extraordinária.
Foi há uns anos, uma mulher, poveira, com mais de sessenta anos.
Ela contou que tinha ficado viúva ainda nova e com oito filhos. O marido era pescador e todos os dias, antes de regressar a casa passava primeiro prela taberna. Depois batia-lhe por estar calada e por falar, por ter o jantar na mesa ou por ainda não estar. Foram anos de martírio com idas ao hospital.
O marido morreu novo e ela nova ficou viúva, a trabalhar, tratar dos filhos e não voltou a casar.
A sua maior alegria, confessou, foi ter conseguido que todos os seus filhos fossem à escola.
Um exemplo de força, sacrifício e convicção. Mas disto já não há e felizmente. Aguenta-se tudo na vida, excepto um bruto bêbado. Aquela convicção ferrenha que diz que o homem é o chefe de família e é quem manda em casa, prova-se falsa no exemplo que deu.
Grande Senhora!
Nem mais!
Como escreve a minha activista preferida no seu genial “Woke – Um guia para a Justiça Social”, e cito:
“Só alcançaremos a verdadeira igualdade quando as mulheres forem mais valorizadas do que os homens.”
Curiosamente, as mulheres têm um incómodo, digamos, três dias por mês, seja 36 por ano, durante, digamos, 40 anos. Falando por mim, faço a barba há mais de 60 anos, 364, agora 363 dias por ano. As mulheres conseguiram que todos os produtos menstruais fossem taxados em IVA a 6%. Eu continuo a suportar 23% em todos os produtos para a barba.
Decididamente, estamos a caminho da igualdade.
Não concordo UE uma mulher tenha mais valor do que um homem, só por ser mulher. As ideias só mudarão, quando se capacitarem que o importante são as competências e não as quotas.
Concordo em absoluto , MDF.
A história das quotas e das inferioridades numéricas ,
em todas as profissões, são uma vergonha para uma mulher
que conhece o seu valor. Deixam de ser mulheres e passam
a ser números. Em nada as valoriza .
Exactamente! O valor não é uma quota para encher chouriços e isto tudo é extremamente redutor.
Artigos para a barba com taxa 6%, só se se provar qual a diferença em:
– a barbar por fazer ou a deixar crescer.
Conte-me tudo, que eu um destes dias tenho um problema… como é que eu explico se me esqueci de fazer a barba ou estou a deixar crescer? Acredite no “mito” das mulheres barbudas, anónimo.