CARTA ABERTA A SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPUBLICA. Por falar em adivinhações presidenciais a propósito de eventual candidatura da Sra. Dra. Ana Gomes ao cargo que agora ocupa, será licito passar para exatidões relativas ao Sr. Presidente Marcelo e assessorias ao seu serviço. A propósito de uma mensagem que lhe dirigi sobre mau atendimento do SNS recebo em 28/12 pp do Sr. Chefe da Casa Civil a seguinte resposta: Foi ao exposto dada a melhor atenção mas o caso foi remetido para o Gabinete do Sr. Primeiro Ministro. Tempos depois recebo deste gabinete a informação de que o assunto foi remetido para o Sr. Ministro da Saúde. Cabe perguntar ao Sr. Presidente e seus serviços se cuidaram de saber qual o andamento que foi dado ao processo, ou se simplesmente morreu na gaveta de uma qualquer secretária perdida num corredor de passagem. Os assuntos reais não se resolvem com palpites. Aarão José Marques
Eu já não tenho nenhuma paciência para ouvir falar o Marcelo, ouvir falar do Marcelo, ler o Marcelo, ler sobre o Marcelo ou ver o Marcelo. Nenhuma, nenhuma, nenhuma. Nenhuma.
Há muitos anos, a propósito de um Mundial de futebol que não lembro já qual foi (talvez o de 90, o último que acompanhei com atenção foi o do México e sei que foi depois deste), alguns cronistas do Jornal do Algarve, ao ouvirem os comentadores de futebol da RTP, decidiram atribuir um prémio oficioso ao que conseguisse ser mais ridículo nos seus relatos. O vencedor, recordo-me, foi o (óbvio) Gabriel Alves. Ao “prémio” deram o divertido nome “Açaimo de Ouro”. É sempre nisto que penso quando ouço, vejo ou leio Marcelo.
O Marcelo, ou hoje qualquer um que fosse, só seria um gajo porreiro se demitisse o governo, e no caso um governo de maioria parlamentar. E assim sucessivamente conforme fosse o nosso lado político/partidário. Tudo isto por causa do caso Sampaio/Santana Lopes. Porque não foi, também, exigido a Cavaco que demitisse o governo de Passos Coelho que teve grande contestação?
Sampaio abriu um precedente. A partir do momento em que dissolveu uma legislatura, derrubando um governo que tinha maioria sólida no parlamento, qualquer outro Presidente pode fazer o mesmo. Está mesmo autorizado a fazê-lo pela jurisprudência então inaugurada.
Agora deu em bruxo, mas ignorou as faculdades do Tino de Rans.
CARTA ABERTA A SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPUBLICA.
Por falar em adivinhações presidenciais a propósito de eventual candidatura da Sra. Dra. Ana Gomes ao cargo que agora ocupa, será licito passar para exatidões relativas ao Sr. Presidente Marcelo e assessorias ao seu serviço.
A propósito de uma mensagem que lhe dirigi sobre mau atendimento do SNS recebo em 28/12 pp do Sr. Chefe da Casa Civil a seguinte resposta:
Foi ao exposto dada a melhor atenção mas o caso foi remetido para o Gabinete do Sr. Primeiro Ministro.
Tempos depois recebo deste gabinete a informação de que o assunto foi remetido para o Sr. Ministro da Saúde.
Cabe perguntar ao Sr. Presidente e seus serviços se cuidaram de saber qual o andamento que foi dado ao processo, ou se simplesmente morreu na gaveta de uma qualquer secretária perdida num corredor de passagem.
Os assuntos reais não se resolvem com palpites.
Aarão José Marques
Ahahaha, este quer deixar de ser um inútil absoluto para ao menos ser um comediante.
Deus nos livre…
por ser dia da Mulher
Quem sabe se ele (Marcelo) será o novo inquilino do Júlio de Matos?
Essa é como o Francisco Assis.
Ainda não perceberam que não é com vinagre que se apanham moscas.
Eu já não tenho nenhuma paciência para ouvir falar o Marcelo, ouvir falar do Marcelo, ler o Marcelo, ler sobre o Marcelo ou ver o Marcelo. Nenhuma, nenhuma, nenhuma. Nenhuma.
Há muitos anos, a propósito de um Mundial de futebol que não lembro já qual foi (talvez o de 90, o último que acompanhei com atenção foi o do México e sei que foi depois deste), alguns cronistas do Jornal do Algarve, ao ouvirem os comentadores de futebol da RTP, decidiram atribuir um prémio oficioso ao que conseguisse ser mais ridículo nos seus relatos. O vencedor, recordo-me, foi o (óbvio) Gabriel Alves. Ao “prémio” deram o divertido nome “Açaimo de Ouro”. É sempre nisto que penso quando ouço, vejo ou leio Marcelo.
Estou 100% de acordo com este comentário.
Se isto é uma sua tentativa de psicologia invertida para me levar a pensar que estou errado, descanse que não caio nessa.
O Marcelo, ou hoje qualquer um que fosse, só seria um gajo porreiro se demitisse o governo, e no caso um governo de maioria parlamentar.
E assim sucessivamente conforme fosse o nosso lado político/partidário.
Tudo isto por causa do caso Sampaio/Santana Lopes.
Porque não foi, também, exigido a Cavaco que demitisse o governo de Passos Coelho que teve grande contestação?
Sampaio abriu um precedente.
A partir do momento em que dissolveu uma legislatura, derrubando um governo que tinha maioria sólida no parlamento, qualquer outro Presidente pode fazer o mesmo.
Está mesmo autorizado a fazê-lo pela jurisprudência então inaugurada.