
Hoje é O Dia das Dores de Dentes
«Este dia serve como um lembrete gentil da importância da higiene oral. Uma dor de dentes pode dificultar a alimentação, o sono e, às vezes, até a fala. Embora não valha a pena celebrar dias penosos, todos podemos atentar nas maneiras de erradicá–los para sempre.
Embora as origens do Dia das Dores de Dentes não sejam claras, esta data não-oficial serve para lembrar a importância de cuidarmos do nosso bem-estar bucal: isto é de extrema importância para vivermos uma vida feliz, saudável e longa.
Em 1873, a Colgate produziu em massa a primeira pasta dentífrica. As escovas de dentes passaram também a ser produzidas em massa. Mas só se generalizaram no final da II Guerra Mundial, quando soldados estacionados na Europa trouxeram o conceito de higiene dental adequada de volta ao seu país de origem.»
Se não me falha a memória, excepto por um dente cariado que foi mal reparado e teve de ser removido há provavelmente 43 anos, e de um siso incluso que não me incomodava nem um pouco, mas que o dentista decidiu que teria de ser removido, causando problemas no maxilar, pontos infectados e alimentação líquida durante cerca de um mês (que também teve a vantagem de me fazer perder 8 quilos…) , nunca tive dores de dentes. Nem de ouvidos, mas essa conversa ficará para outro postal. Vou duas vezes por ano ao dentista, faço o que me mandam e tenho praticamente os meus dentes todos. Seria o único bem pessoal que faço gosto de levar comigo no Longo Adeus. Se um dia calhasse ser encontrada num local arqueológico, haviam de elogiar os meus dentes. Pensando melhor, os dentes são o que resta das cremações, portanto foi-se o pensamento arqueológico.

Hoje é O Dia da Pizza
«Embora os pães achatados com coberturas fossem consumidos pelos antigos egípcios, romanos e gregos, o local de nascimento moderno da pizza é a região da Campânia, no sudoeste da Itália, lar de Nápoles. Fundada por volta de 600 a.C. como um assentamento grego, Nápoles era uma próspera cidade à beira-mar. Tecnicamente um reino independente, era notório pela sua multidão de trabalhadores pobres. Esses napolitanos precisavam de comida barata que pudesse ser consumida rapidamente. A pizza atendeu a essa necessidade. As primeiras pizzas continham tomate, queijo, óleo, anchovas e alho. Autores italianos mais abastados, de outras regiões, depreciaram esta inovação de Nápoles.
Em 1861, a Itália finalmente unificou-se: o rei Humberto I e a rainha Margarida visitaram Nápoles em 1889. Diz a lenda que o casal viajante andava entediado com a dieta de culinária francesa e pediu uma variedade de pizzas da Pizzeria Brandi, ali fundada em 1760 A variedade que a rainha mais apreciava era a pizza muzzarella, torta coberta com queijo branco macio, tomates vermelhos e manjericão – muito parecida com as cores da bandeira italiana. Desde então, essa escolha particular de cobertura passou a intitular-se pizza Margherita.
No entanto, mesmo com o amor da rainha pelo prato, a pizza permaneceria pouco conhecida na Itália além das fronteiras de Nápoles até meados do século XX, quando milhões de emigrantes italianos desembarcaram nos EUA e não tardaram a espalhar este petisco pelas cidades norte-americanas. Dali passou para o resto do mundo.»
Gosto muito de pizza. Gosto de fazer a massa, gosto de vê-la crescer, gosto de a esticar, cobrir com os ingredientes e levar ao forno. Comprei há uns anos uma pedra para forno eléctrico que coze umas pizas de truz. E é claro que o que mais gosto de fazer é comê-las. A minha preferida é sem dúvida a Margherita, mas acrescento cogumelos e bacon, tudo coisas boas para a linha.
(Imagens Google)

Gregorio de Matos, mais conhecido por Boca do Inferno:
Todos somos ruins, todos perversos,
So nos distingue 0 vicio e a virtude,
De que uns sao comensais, outros adversos.
Quem maior a tiver, do que eu ter pude,
Esse so me censure, esse me note,
Calem-se os mais, chiton, e haja saude.
só gosto de piza-papéis não de chitefude
Vai ver que era tio trisavô do Arnaldo e do Júlio, que herdou do antepassado a eloquência que usava para escrever os discursos e intervenções do ” mano”
.
Boca do Inferno: sempre actual
« “Que falta nesta cidade? Verdade.
Que mais por sua desonra? Honra.
Falta mais que se lhe ponha? Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
Numa cidade onde falta
Verdade, honra, vergonha.”
Muito acertado. Já vi te tenho de ir mais vezes a cascais para me inspirar.
Ah e para que conte , pizza não é lixo, ok? Assim como outra comida qualquer. É comida. Quem dera a muito campo de refugiados ter pizza todos os dias. Ou farinha e água…
em Itália há comida deliciosa.
quando terminar meus dias que ir para o churrasco e desejo que atirem o caneco pata a dita boca
Deixe-se disso, porque depois não há ninguém para fazer a manobra de Heimlich.
Fui um mártir com dores de dentes, tendo arrancado muitos, apenas ficando com uns poucos da frente.
Não sou apreciador de pizza, mas, por incrível, não é por não gostar.
Provavelmente por uma questão de hábito, sempre almocei/jantei de faca e garfo e em jovem/ adolescente não havia pizzas.
Se comer pizza parece que falta qualquer coisa e terá de vir o almoço/jantar.
De dentes , tive pouco sofrimento
Acerca da pizza, se me pedem para o jantar, tem de haver entradas e sobremesa. São sempre refeições light, as de pizza, EU.