
Hoje é O Dia Internacional das Rochas Centenárias
«Assinalamos o Dia Internacional das Rochas Centenárias a 7 de Janeiro de cada ano para lembrar a incrível história da Terra e homenagear os extraordinários geólogos que nos ajudam a entendê-la. Dependemos das rochas desde que caminhamos no planeta.
A palavra “geologia” foi usada pela primeira vez em 1603 pelo naturalista italiano Ulisse Aldrovandi. Só dai a 150 anos os primeiros mapas geológicos foram desenhados pelo geólogo britânico William Smith, cujo trabalho iniciou o processo de ordenação das camadas rochosas pelo exame dos fósseis nelas contidos.
Em 1785, James Hutton escreveu e apresentou um artigo para a Royal Society de Edimburgo chamado “Teoria da Terra”, que delineava a sua crença de que o mundo era muito mais antigo do que se pensava anteriormente. Ele é considerado o primeiro geólogo moderno.
Com a invenção da datação radiométrica no início do século XX, os cientistas puderam finalmente fornecer um valor preciso para a idade da Terra, rastreando as impurezas radioactivas encontradas nas rochas, essenciais para o desenvolvimento humano. É por isto que celebramos o Dia das Rochas Centenárias e a maravilha do mundo geológico.»
As rochas que não vemos debaixo dos pés, ocultas por diversas camadas de civilização, continuam a ser o sustentáculo dos nossos habitats. Há formações rochosas incríveis, que por isso se tornaram em áreas protegidas, proibindo a aproximação de PDMs insanos, que resolvem qualquer crise habitacional com uma aguada de cal outra de cimento. Portugal continental tem diversas áreas rochosas protegidas, em Mira d’Aire, Portas de Ródão, na Peneda-Gerês, na Serra da Arrábida, Berlengas, Pontal da Carrapateira, Vale Glaciar do Zêzere, etc.

7 de Janeiro é O Dia do Pum
«Não há melhor momento para libertar as entranhas do ar viciado, sem qualquer vergonha. Soltar gases é daquelas coisas que fazem qualquer um rir. O gás que soltamos contém metano e hidrogénio, tornando-os inflamáveis.
Embora não seja higiénico libertar gases em certos locais, isto é a maneira do corpo distribuir gases residuais presos na barriga. O gás é o subproduto do processo de digestão e contém oxigénio, metano, nitrogénio, dióxido de carbono, hidrogénio e 1% de enxofre (que causa o mau cheiro).
Não sabemos quando começou, mas agora há quem comemore o dia anualmente a 7 de Janeiro.»
Olha que texto que a “Xôdona” resolveu publicar hoje. É um postal que cheira mal ao longe.
Pode ser. Pode ser incorrecto da minha parte chamar a atenção para os puns, mas tem um propósito. O metabolismo humano varia de pessoa para pessoa. A educação também. Educamos os nossos rebentos com a última actualização disponível ao sistema em que fomos educados, mas há situações que fogem ao nosso controlo. Os puns são uma delas. Ensinamos que puns é na retrete, na rua, ao ar livre. É muito feio dar puns junto de outras pessoas. E sem sabermos, estamos a fazer as crianças doentes, obcecadas com a ideia de que não podem dar puns, recusam-se a soltar os gases sem ser na retrete. Nos dias de escola, pedir para sair da sala uma ou duas vezes, ainda vá, mas mais vezes, torna-se complicado. E é assim que cria uma complicada doença de intestinos, além de um sentimento de isolamento do grupo de colegas. Acreditem, não é fácil de gerir.
(Imagens Google)

andei pelas portas de Rodão
« A maldição do Castelo do Rei Vamba nas Portas de Ródão
É terra de muita puta, Não terás mulheres honradas, nem cavalos regalados, nem padres coroados
Adeus Ródão, adeus Ródão,
Cercada de muita murta
E terra de muita puta.
Não terá mulheres honradas
Nem cavalos regalados
Nem padres coroados
Qualquer pessoa teria dito pior com uma pedra de mó ao pescoço. O rei Wamba, esse era tuga dos quatro costados…
terá sido envenenado com cerveja com flor da giesta e considerado morto apareceu tonsurado num convento e os Visigodos elegeram outro rei.
os Plantagenet devem ter algo a ver com esta flor
“Genista lydia/Broom Plant/planta genista It is said that Count Geoffrey V of Anjou/d’Anjou (son of Fulk V) wore this beautiful yellow plant in his hat, and took on the name Plantagenet as a nickname”.
Wamba lá!
Ai, ai, ai, entulho. Os Plantagenet ainda não existiam, na altura em que os Visigodos governavam a Península Ibérica. Os Visigodos foram derrotados pelos Muçulmanos em 711. Os Plantagenet só surgiram (em França) lá pelo século XI. Bem, enfim, o entulho também pode ter escrito em sentido figurado
O entulho, mesmo cronologicamente desfasado, terá então razão quanto ao nome Plantagenet ter a ver com as giestas, Cristina?
Eu encontrei aquela explicação acima, mas pode nem querer dizer nada.
Bem vistas as coisas, o comentário do entulho até nem estará desfasado. Ele apenas encontrou a ligação entre dois acontecimentos na flor da giesta
Sim, é verdade que se diz o nome Plantagenet ter origem na flor que Geoffrey V, conde de Anjou, usava no chapéu. Mal sabia ele que a sua alcunha iria ficar mundialmente famosa. Tratava-se de um conde francês, mas a sua descendência haveria de reinar sobre a Inglaterra durante cerca de quatrocentos anos. Geoffrey V casou com Matilde de Inglaterra, filha do rei Henrique I e que levou a cabo uma guerra civil durante, salvo erro, mais de dez anos, contra o primo Estêvão, coroado rei, depois da morte de Henrique I.
Matilde não gostou nada de casar com o conde francês Geoffrey V. Ela era onze anos mais velha do que ele e já viúva, do imperador germânico Henrique (penso ter sido o V, mas não tenho a certeza). O certo é que o filho mais velho dos dois, se tornou rei de Inglaterra, como Henrique II, o pai de Ricardo Coração de Leão e de João Sem Terra. Assim se deu origem à dinastia dos Plantegenets, que haveria de durar até ao século XV.
Acho que devemos agradecer ao entulho por proporcionar esta troca de comentários tão interessante
Eu adoro conhecer estas curiosidades, pequenas histórias da História. Obrigada, Cristina!
« . O que diz a bufa ao peido? Isto: «Vai tu à frente que tens buzina.» O peido, que herdámos dos Romanos, peditus, ou seja, crepitus ventris
na Divina Comédia, Dante põe um demónio menor a fazer uma trombeta do cu — ed elli avea del cul fatto trombetta.
Ele há demónios que parecem vuvuzelas, caramba.
« Le Pétomane (que vendría a traducirse al español como el pedómano) fue el alias artístico del humorista francés Joseph Pujol (Marsella; 1 de junio de 1857-Tolón; 8 de agosto de 1945).
Se hizo particularmente famoso por su singular habilidad para controlar sus músculos abdominales, lo que le permitía soltar gases a voluntad. De esta forma realizaba números como tocar Au clair de la lune con un flautín o apagar luces sobre el escenario
L’art de péter , essai théori-physique et méthodique, à l’usage des personnes constipées
Não deixa de ser étonnante, mas é uma técnica importante de controle das vísceras. Isto com tanta raiva visceral por aí, até dava jeito.
É bem verdade. A mim, um pum faz-me sempre rir. No Family Guy e outras séries do género usam e abusam das piadas com puns.
Aqui vai um segredo, Bal: não encontro qualquer piada em puns. Sempre fui um tanto fundamentalista, porque era para mim sinónimo de falta de educação. Uma antiga colega de Liceu dizia-me que no UK , largar o ar da canalização era uma prática comum em qualquer lado. Não acreditei muito porque ou sou muito desatenta ou nunca dei por isso. Mas chamada à pedra porque reter gases pode causar ( já causou) transtornos com alguma gravidade, só tenho que me render à evidência.
Fazer piadas de puns é tão básico… até o Jo Nesbø escreveu sobre a matéria em O Pó de Puns do Doutor Proctor!
Nunca tinha ouvido falar desse autor. Claro que são piadas básicas. Por isso é que acho graça.
Aqui vai uma piada básica que li no Expresso: Tens caneta? Não, tenho pena.
Devolvo uma da minha neta :
Dois peixes a conversar: – Então e o teu pai? Faz o quê? ” – Nada, e o teu?”-Nada”…
O Jo Nesbø é ” apenas” o autor Norueguês de policiais mais lido até agora.
E claro que tive que comprar um livro de ” Piadas secas” porque a criança dava-me grandes abadas neste capítulo.
O Dia Internacional das Rochas Centenárias
Realmente é um dia bem lembrado, dado à existência de poucas rochas centenárias. Atendendo, a rochas com idade geológica inferior a mil anos, que provavelmente se encontrarão em zonas de actividade vulcânica com algumas centenas de anos.
Conheço o Geoparque de Penha Garcia, com pedras milenares de milhões de anos.
Na estrada para a Ericeira há “Vendas de Antiguidades”, e está a ter muita saída as pedras soltas que estavam nos muros separadores das várias pequenas bouças. Um letreiro anunciador diz ‘Vende-se pedras antigas’. Que raio, pensei eu, e fui perguntar como é que sabiam se as pedras soltas eram mais antigas que as pedras de cantaria de uma janela também para venda. É que estas pedras soltas ainda não foram trabalhadas, responderam.
Bom, quer dizer, quando alguém lhe pedir uma pedra com 200 milhões de anos, basta ir ali à borda da estrada e apanhar uma pedrinha qualquer, disse eu, acrescentando haver quem venda gelo fresquinho.
Nos Países Baixos também não é má educação largar o preso no meio duma conversa.
Para os lados de Arroios, a jeitosa Mariazinha largava o preso com frequência, quando passava havia sempre o reparo ‘olha lá para aquele c…inho, até canta’.
Minudências… Uma pedra Centenária pode ter centenas de milhares de anos, ou apenas centenas…
Gelo com milhares de anos é na Patagónia. Um drink com gelo dos glaciares. Só gente doida consideraria uma bebida que poderia ter eventualmente sei lá o que em estado lactente.
Uma pedra com apenas centenas de anos?
Só pequenas rochas expelidas por vulcões há 600 anos, são essas?
A questão do gelo fresquinho, foi eu a querer dizer que as pedras são todas antigas assim como o gelo é sempre fresquinho.
Não são as de há 600 anos, até porque há vulcões activos que quase todos os anos expelem pedras, veja-se Cumbre Vieja, que “cuspiu” olivina conjuntamente com lava.
E o gelo Glaciar é resquício de um ciclo de 100.000 anos entre glaciações e degelos, portanto pedras de gelo bem antigas, não?
Contínuo a não saber explicar-me.
Eu queria dizer ao vendedor de “vende-se pedras antigas” que todas as pedras são antigas não há pedras modernas, assim como uma vez numa loja junto da praia também estava um “vende-se gelo fresquinho”, e o gelo é sempre fresquinho não há há gelo quente.
Por isso o …….das Rochas Centenárias, melhor seria ……das Rochas Milenares.
E quanto às pedras geladas que são expelidas dos vulcões da Islândia são pedras, não são água em estado sólido (gelo).
Oh EU… EXISTEM pedras novas! As olivinas ( PEDRAS semi- preciosas) resultantes da erupção do Cumbre Viejaem em 2021, não são Pedras Centenárias. Há excepções. Não é um pleonasmo, é uma realidade.
https://observador.pt/2021/11/08/vu lcao-de-la-palma-esta-a-expulsar-pedra-s emi-preciosa/
Maria Dulce Fernandes, o Dia é de Rochas Centenárias, rochedos/penedos/pedregulhos, que eu preferia de Rochas Milenares, com milhões de anos.
Não se trata de pedrinhas da Catrina ou da Cumbre Vieja.
Prontus.
Mas trata-se mesmo de pedras sabe? É sinónimo e eu pensei, provavelmente pensei mal, mas pensei que rochas ficaria melhor do que pedras , por que à palavra ” pedra” pode dar-se outro ou outros sentidos.
Pedra: rocha, fraga, burgau, calhau, cascalho, pedregulho, penedo, penhasco, rebo, rochedo, seixo. Não se trata de pedrinhas, trata-se de pedras. Grandes, pequenas, médias… Prontos.
O seu parágrafo final fez-me pensar no personagem do Michel Piccoli no filme La Grande Bouffe.
Não me diga que se lembrou do non-stop que lhe fez “bater a bota”. Credo!
Se me lembrei? É o meu toque de telemóvel!
(Não, não é, mas não deixemos a realidade impedir uma boa piada escatológica.)
Agora sou eu quem o imagina, por exemplo, a tomar posse como ministro, com direito a transmissão televisiva em directo, e quando se curva para assinar o livro, o telemóvel começa a tocar…
Como ministro, seguramente, nunca irei tomar posse: a minha capacidade de auto-escrutínio levaria a opor-me a qualquer governo que me quisesse como membro. Mas a sua imagem de um toque de telemóvel constrangedor fez-me recordar uma outra história publicada há anos neste mesmo blogue.
Calculo! Um buraco! O meu reino por um buraco! E ia logo de cabeça para nem me verem a aflição estampada!
Muito bom, João.
Afonso X : –Não quero donzela fea que à minha porta se pea.
Qualquer rainha diria tal dum donzel assim descuidado.
As necessidades resumem-se à sensibilidade do nariz, e Maldizer. Sem troar, até pode passar despercebido , se o olfacto o não detectar.
Imagino campanha contra o flato livre,não por desgosto nasal mas por agravar o efeito da estufa. Sacos para os armazenar,depósitos domésticos,prevaricadores multados. Vai dar votinhos.
A gente pela-se por foguetório.
Canalizar metano humano. Espere aí só um segundinho, que vou ali ao Depósito do Alívio! Quem sabe mais barato do que painéis solares!
Bom 2023!
Talvez, num futuro próximo, os burocratas de Bruxelas encontrem inspiração na indústria automóvel e se lembrem de nos forçar a usar roupa interior com catalisador.
Andarmos todos vestidinhos à Fremen? Um fato reaproveitador é uma ideia.