
Hoje é O Dia do Festival do Sono
«Ninguém sabe ao certo quem criou esta data não oficial. Certamente alguém que adora dormir, mas o facto é que o “Festival do Dia do Sono” tem muitos adeptos em vários países.
Esta data tem em vista todos aqueles que gostariam de relaxar após as exigentes festas de Natal e Ano Novo. O objectivo é pôr o sono em dia.
Como não há regras para a celebração, basta alguém fechar os olhos e descansar da forma que mais lhe agradar, seja na cama, no sofá ou na cadeira favorita. Com o frio do Inverno a convidar ao descanso, pelo menos no Hemisfério Norte, esta é uma oportunidade de ouro para restabelecer as energias.»
As minhas filhas, genros, demais familiares, amigos e funcionários no trabalho, quando colocam o telefone para despertar, utilizam o modo snooze (?) em que o toque se repete de cinco em cinco minutos, até ser desligado. Resultado? Atrasos consecutivos, muitas vezes diários, corridas, stresses, alimentação deficiente e sei lá o que mais. Isto é prática corrente nos dependentes do sono. Eu, que durmo, quando durmo, quatro a cinco horas por noite, só falo por dor de cotovelo. Mesmo.

Hoje é O Dia das Palhinhas
«Esta data é assinalada todos os anos por ser o dia em que o físico norte-americano Marvin Chester (1931-2016) registou uma patente pela sua “invenção”: a palhinha de papel. Hoje é difícil imaginar um mundo sem palhinhas. Muitas vezes não percebemos isso, mas as palhinhas alteraram e facilitaram muito a nossa forma de beber.
Antes da palhinha de papel, havia as de centeio, mas começavam a desintegrar-se por causa do líquido. Além disso esses canudos improvisados deixavam gosto residual a erva. Inconvenientes ultrapassados quando se iniciou a produção comercial de palhinhas de papel.
Na década de 60, o plástico foi substituindo o papel porque o custo da produção em massa de palhinhas de plástico era muito menor. Hoje, com as novas preocupações ambientalistas, tudo isto está a ser posto em causa.»
Coisa na vida que sempre me confundiu é beber seja o que for por uma palhinha. Certo que por vezes é necessário, quando, por motivo estomatológico, rino-faríngico ou gatroentológico, não é possível ingerir sólidos. Não sou fã de palhinhas. Fazem-me engasgar.

Hoje é O Dia de J.R.R. Tolkien
«Este dia assinala o aniversário do autor de O Senhor dos Anéis. É uma data propícia para lhe dedicar um brinde em comemoração. Mais de 60 anos após a publicação original da trilogia, a Tolkien Society desafia os fãs a evocar a memória de Tolkien, nascido a 3 de Janeiro de 1892.
“O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis” influenciaram todo o género de literatura fantástica e abriram as portas a escritores como David Eddings, Robert Jordan e Ursula K. LeGuin, entre muitos outros. Segundo alguns críticos, a obra-prima de Tolkien seria uma alegoria que combina os horrores da I Guerra Mundial, por ele testemunhada, com as amplas mudanças sociais dela derivadas.
A fama de Tolkien, amplificada pela série de filmes realizados por Peter Jackson, com todo o seu esplendor visual, deu ainda maior vigor à Tolkien Society, fundada em 1969 para celebrar a obra como arte na escrita.
O escritor, falecido em 1973, assistiu à criação desta Sociedade. Tantos anos depois, mantém-se o compromisso de comemorar publicamente o aniversário de Tolkien com um brinde a cada 3 de Janeiro. Após um puff bem aspirado de Longbottom Leaf erga a sua taça à força que cilindrou a ficção e a fantasia. Ao professor!»
Li os livros já tinha a minha filha mais velha, portanto há cerca de 40 anos. Exceptuando Júlio Verne, Alexandre Dumas, e os escritores policiais de culto, fiquei presa ao desenrolar da história e feliz, anos mais tarde, porque os filmes foram muito bem conseguidos. Já os vi, na chamada versão integral, por duas ou três vezes, ou seja, três tardes inteirinhas.
(Imagens Google)

Hoje é difícil imaginar um mundo sem palhinhas.
É incrível a quantidade de disparates que se escreve, e que a Dulce aqui posta acriticamente.
Eu nunca bebo por palhinhas. Isso é coisa de americanos.
É verdade balio, mas eu tenho por norma aprovar e publicar todos os comentários não indecorosos, por mais inconvenientes que sejam.
Também tem razão quanto às palhinhas. Detesto palhinhas.
o kamarada kosta colocou a republiqueta a dormir um sono pesado com inúmeros pesadelos para o futuro.
quando estudante usava um penico de esmalte colocado ao contrário e em cima um despertador de martelada
andam por aí uns quantos a engolir a palhinha e a pegar de empurrão
já fui o dos anéis: uma aliança larga e um anel de fim de curso.
numa bancarrota do filho do padre, em Lisboa cortaram o dedo à pedrada a Senhora conhecida para lhe roubarem os anéis
Oh entulho, o parágrafo das palhinhas não é amigo do ambiente.
O entulho, vestusta pessoa em vivências e conhecimento, poderia ser considerado o Senhor dos Anais ( no sentido histórico, claro).
não confundir com ‘ANAÏS’ que nunca li
felizmente vamos enriquecer com o revelho desgoverno da dança das cadeiras ao contrário de
1/3 da economia mundial que entrou em recessão (FMI)
Quem não ficar bem sentado, pode ficar muito sentido, então toca a almofadar os assentos componderação.