Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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A 6 de Dezembro celebra-se O Dia de S. Nicolau

«Este dia homenageia o santo do século III que serve de modelo ao Pai Natal moderno. São Nicolau é conhecido por ter vendido todos os seus bens e dar depois esse dinheiro aos pobres. Criado como cristão devoto, dedicou toda a vida a servir enfermos e sofredores.

Lendas sobre São Nicolau tornaram-se inspiradoras. Uma delas fala de um pai pobre com três filhas sem dotes para oferecer. Tradicionalmente, as famílias deixavam os sapatos junto das fogueiras, à noite, para que pudessem secar. Em três ocasiões distintas, o velho santo forneceu um dote para cada menina. A lenda diz que ele fez o ouro aparecer-lhes nos sapatos que secavam.

Embora o dia de São Nicolau não deva ser confundido com o Natal, existem algumas semelhanças. As tradições incluem deixar presentes em sapatos (ou meias) ou a troca de pequenos presentes. Outra tradição sugere deixar guloseimas para bons meninos e boas meninas. Os desobedientes só recebem um galho ou um pedaço de carvão.

Ele é o santo padroeiro de muitas causas. Incluindo de marinheiros, viajantes, clérigos e crianças em idade escolar.

São Nicolau nasceu na vila de Patar, na costa sudeste da actual Turquia. Este dia 6 assinala o aniversário da sua morte. A palavra holandesa Sinterklaas também está ligada à história do Pai Natal.»

 

Há cerca de quarenta anos por esta altura do ano, fui até Amsterdam conhecer a Lara, o novo rebento da família. Na manhã do dia seguinte tinha um saquinho de moedas de chocolate dentro da bota. Eles riram-se da minha cara e contaram da tradição por detrás dos chocolates. 

Não vi o Sinterklaas ou o Zwarte Piet, mas comi oliebollen. 

 

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Hoje é O Dia do Microondas 

«Esta data visa para celebrar um dos electrodomésticos mais vulgares nos nossos dias. Os microondas são muito úteis e usam menos energia do que os fornos convencionais, muitas vezes até 80% menos. Não há dúvida de que mudaram as nossas vidas. Não é de estranhar que exista um dia que lhes é dedicado.

Percy Spencer, um engenheiro americano, desenvolveu um meio de preparar alimentos com microondas com segurança. Em 1945, percebeu que estava a derreter-se uma barra de chocolate que tinha no bolso enquanto trabalhava com radar activo. Começou então a fazer pipocas no microondas. 

Spencer, que trabalhava na Raytheon, experimentou várias maneiras de cozinhar alimentos com microondas e descobriu que poderia dirigir o poder do magnetron para uma caixa de metal e prendê-lo lá. A Raytheon apresentou uma patente para um forno de microondas em 8 de outubro de 1945 e introduziu o microondas Radarange em 1947, com quase 2 metros de altura. Na década de 70, surgiu um microondas com design semelhante aos actuais. Nos Estados Unidos, já havia um milhão de microondas domésticos em 1975. Em 1986, cerca de 25% dos lares americanos estavam equipados com estes aparelhos. Em 1997, eram 90%.»

 

O microondas tornou-se imprescindível, pelo menos para mim. Aquece toda a comida e bebida em poucos minutos. Descongela e derrete. E pode até cozinhar-se nele, se se tiver pouco tempo para preparar uma refeição. Pessoalmente, não sou cozinheira de microondas. Escalfar ovos de vez em quando  ainda vá, mas uso com mais frequência apenas para aquecer, derreter e descongelar. Tem uns truques, mas é basicamente muito funcional, simples e prático.

(Imagens Google)

12 comentários em “Hoje é dia de”

  1. em Lisboa conheço o Elevador de Santa Justa na desaparecida freguesia de S. Nicolau. o nome desapareceu entre os portugueses como tantos outros por influência pirosa da comunicação social, como tv, rádio …

    o medo do desconhecido
    Sin embargo, a causa de la desconfianza hacia los nuevos “hornos electrónicos de radar”, no fue hasta los años setenta cuando se empezó a usar en las cocinas domésticas. Nadie moría de “envenenamiento” por las radiaciones, ni quedaba ciego, estéril o impotente debido al uso de hornos de microondas. Cuando se desvanecieron los temores en Estados Unidos, aumentó la aceptación y, se olvidaron los mitos.

    1. Tenho tantas saudades de ir com a minha mãe à Baixa! Para ser franca, eu pensava que acompanhar a minha mãe à Baixa era um tédio, uma seca daquelas tipo,promessa, que se cumpre porque sim. Viamos as montras, almoçávamos na Suíça, depois subíamos no elevador até ao Carmo e descíamos a Rua Garret. Conforme ao que a minha mãe se propusesse, viravamos para a Rua do Carmo ou para a Rua do Crucifixo. Semana sim, semana não, às quartas feiras. Quem me dera poder ir à Baixa com a minha mãe.

  2. Eu cá tenho, aliás há uns bons anos, fui eu que os fui impingindo à família quando já eram suficientemente baratos para oferecer de prenda, mas ainda se usavam pouco por cá.

    Pipocas, etc, claro, há muito que faço. Mas só há relativamente pouco tempo descobri que também eram bons para fritar bacon, ou umas rodelas de chouriço. Ponham uma toalha de papel por cima.

    1. Toalhas de papel, sempre. Uma ou duas folhas de papel de cozinha humedecidas embrulham pizza, pão, folhados, tapam um prato de comida sem secar…
      Aquecer, descongelar, até cozinhar no microondas! E imprescindível.

      1. Não é imprescindível. Eu passo muito bem sem microondas.
        Para descongelar algo, tira-se do congelador umas horas antes. Não é preciso muito planeamento. Eu, por exemplo, ponho quase todo o pão que compro no congelador, e depois tiro-o de lá na noite da véspera de o comer.
        Para aquecer algo, há hoje as sertãs com fundo anti-aderente. São ótimas para aquecer arroz, massa, etc, mesmo sem necessidade de acrescentar qualquer gordura.
        Um microondas ocupa muito espaço, o que, para quem tem uma cozinha pequena, como é o meu caso, é fortemente inconveniente.
        Além disso, está comprovado que o microondas altera desagradavelmente o sabor dos alimentos. O paladar de algo aquecido no microondas não é o mesmo.

        1. Balio, como este postal não é sobre si, ser-lhe o microondas imprescindível ou não é irrelevante… sempre eu, eu, eu,… ( então que tal, hum?).
          Quanto à alteração do paladar, se aquecer bem e cumprir as regras, o resto são balelas. Quanto ao tamanho, é conversa. Já existem microondas que parecem quase feitos para trazer num bolso.

          1. A Maria Dulce conhece a cozinha do Balio?
            É que é mesmo muito pequenina, há arrecadações debaixo da escada bem maiores.

    1. Está muito enganado. Estes seus comentários têm ido directamente para a ETAR mais próxima. Não temos por cá desgraçadinhos. Somos nós aqui que temos pena de si, do tipo que se acha o máximo e passa o tempo a rebaixar os outros. Como é época natalícia, decidi que tinha que lhe responder, para dizer isto e que vou continuar a não publicar os seus escatológicos comentários. Feliz Natal.

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