
Hoje celebra-se A Restauração da Independência Nacional
«A dinastia dos Filipes governou Portugal durante 60 anos até 1640, altura em que o futuro D. João IV liderou uma revolta que afastou os castelhanos do trono.
Foram 120 os conspiradores que, na manhã de 1 de Dezembro de 1640, invadiram o Paço da Ribeira, em Lisboa, para derrubar a dinastia espanhola implantada em 1580. Miguel de Vasconcelos, que representava os interesses castelhanos, foi morto a tiro e atirado pela janela. Do balcão do Paço foi proclamado Rei o duque de Bragança, futuro D. João IV. Também dali foi ordenado o cerco à guarnição militar do Castelo de S. Jorge e a captura dos navios espanhóis que se encontravam no porto.
Nas semanas seguintes todas as praças, castelos e vilas com alguma importância declararam fidelidade aos revoltosos.
A restauração da independência portuguesa só seria reconhecida pelos espanhóis 27 anos depois, com a assinatura do Tratado de Lisboa.»
Pois é verdade. Celebramos hoje a revolução que nos arrancou às garras do domínio espanhol. Em 1 de Dezembro de 1640 iniciámos o processo de voltarmos a ser portugueses livres e independentes e ainda bem. Não gostava nada mesmo de ser espanhola; são pessoas rudes, barulhentas e incultas, ultranacionalistas e convencidas. Há aquele aparte da qualidade de vida, poder siestar, ter mais poder de compra, etc. mas habituados a viver a contar os trocos como sempre vivemos, a fartura até nos ia fazer mal, além de embrutecermos significativamente.
Viva a Independência! Viva a Restauração!

Hoje assinala-se O Dia Mundial da Luta Contra a SIDA
«A criação deste dia foi uma iniciativa de James Bunn e Thomas Netter, membros do Programa Mundial da Luta contra a SIDA da Organização Mundial de Saúde. A ideia ganhou apoiantes dentro e fora da OMS, tendo sido reconhecida pela ONU em 1988.
A sociedade é chamada a intervir, assegurando que o combate à SIDA permaneça na agenda política e que os direitos fundamentais sejam respeitados. Sem uma acção eficaz contra as desigualdades ainda existentes, o mundo pode não alcançar o objectivo de acabar com a SIDA em 2030.»
Tenho várias histórias que fui publicando em postais ou comentários sobre doenças terminais em que amigos e familiares foram definhando até a doença lhes pôr fim ao sofrimento. De todas, a mais horrorosa foi a história do Saraiva que morreu de SIDA, nos finais do século passado, na altura em que o pouco que se sabia da doença era que não tinha cura nem longevidade. Felizmente nos países ditos civilizados já não é uma sentença de morte.

Hoje é O Dia da Filatelia
«O Dia da Filatelia está estampado no calendário anual a 1 de Dezembro. A paixão que une os filatelistas é amealhar selos de diferentes locais, países, figuras e acontecimentos, o que lhes permite conhecer melhor um lugar, uma pessoa ou um facto.
Podemos dividir a filatelia em diferentes áreas de estudo: história postal, filatelia temática, selos fiscais, pré-filatelia e maximafilia.
O filatelista procura reunir o maior número possível de selos na sua colecção temática ou geral. São pequenos pedaços da história e do mundo que ele guarda para a posterioridade como um compêndio ou diário da humanidade. Em Portugal destacam-se a Federação Portuguesa de Filatelia, que coordena a acção da filatelia portuguesa, e o Clube Filatélico de Portugal.»
Pelos seus 12 anos, o meu irmão entrou na fase dos selos. Talco, luvas, pinças, luta, era um perfeito cuidador e bom coleccionador até onde as finanças permitissem. Os presentes de Natal ou aniversário vinham numa caixa grande cheia de papéis, que tinha lá dentro um envelope normal, dentro do qual se encontrava um minúsculo envelope de papel vegetal que continha uma vinheta com algum valor e que constituía o seu presente .
Creio que ainda tem os livros/catálogo. Há interesses que passam com as novidades que os ultrapassam, mas nunca chegam realmente a passar, porque volta-se lá uma e outra vez.
(Imagens Google)

erros históricos que transformaram isto neste esgoto na baixa-mar plantado:
1.12, 5.10, 28.05, 25.05
não há fome: existe falta de apetite.
olho para as tvs e vejo ‘tolque-xôs’ trágico-cómicos a nível político e social.
noutras eras as meninas iam à revista médica. In illo tempore ainda só se menciona o ‘conserto do martelo’. hoje qualquer um molha o pincel na mesma lata de tinta enferrujada por microrganismos
a filatelia agora faz-se com selos de correio electrónico
Quis dizer 25.04? Calculo que sim.
Esse desrespeito da “revista médica” acabou e antes do meu tempo, felizmente.
Bom feriado, aproveite que está sol.
na década de 90 nos arredores de Lisboa 10 exames diários a exsudados vaginais durante 10 anos – 90% das mulheres infectadas de todos os estados sociais: 2% tinham um só parceiro
É do conhecimento geral que muitos homem tinham relacionamentos extraconjugais, porque fazia parte da cultura da época. As mulheres tratavam-se como podiam de todas as pestes que os prevaricadores traziam nas calças. Eles raramente se tratavam, a não ser que o desconforto fosse gritante.
‘tudo como dantes … Quartel General em Abrantes’
Agora já não é bem assim.
O nome “entulho” adequa-se. Foi trabalhar hoje em nome da coerência?
Quem foi trabalhar?
O comentador “entulho”. Se é contra a independência de Portugal espero que, em nome da coerência, esse comentador tenha ido trabalhar hoje.
O entulho é um bocado anti tudo, quando se fala de poder instituído.
Não sei porquê mas “entulho” tem ar de ser facho.
Aqui, ele pode ser o quiser ser. A boa educação é que é condição sine qua non.
estou reformado e com 91 anos fiz o almoço.
para aquecer trabalhei nos feriados.
sou Anarca, não tenho partido e pertenci a Respeitável Loja do GOL ao Vale de Lisboa.
em Roma em 2005 tive longa e interessante conversa com o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, Pessoa Admirável e conhecedora
Maçon, mon cher? Anarquista, de acordo, mas a Maçonaria tem muito pouco a ver com o Anarquismo. Bem, mas quem sou eu para comentar, que comecei como filiada no PS com 17 anos?
Com 91 anos faz o almoço e usa a Internet? Muito bem.
Chegar aos 91 anos já é um feito, mas conseguir cozinhar, manter um blogue ( creio que não estou em erro) e ser magro, é completamente espantoso.
Aposto que fez o almoço de avental.
Ao melhor estilo pinup?
Como os ateus mais ou menos militantes vão trabalhar nos feriados religiosos, é isso?
Um ateu, militante ou simpatizante ir trabalhar num feriado religioso não deixa ninguém perplexo, penso eu de que. Estranho seria se ficasse em casa e assistisse às celebrações.
Se os ateus têm que pagar com os seus impostos as visitas do Papa a Portugal e o estatuto privilegiado que a Igreja Católica tem no nosso país, é justo que possam descansar nos feriados religiosos. Já para não falar que o Natal não é exclusivo dos crentes.
Se quer que lhe diga, o Natal é apenas exclusivo dos comerciantes.
“olho para as tvs e vejo…”
E as cataratas?
UE, não é preciso ter visão 20/20 para ver televisão, aquilo é vira o disco e toca o mesmo.
tá bem, tá bem.
Olhe o Big Brother… quem é que precisa de olhar para saber o que se está a passar? É uma abominação.
Nas semanas seguintes todas as praças, castelos e vilas com alguma importância declararam fidelidade aos revoltosos.
Todas não, Ceuta permaneceu fiel ao rei espanhol.
Ceuta e Tânger.
Tânger não, somente Ceuta.
Tânger declarou-se fiel a D. João IV e permaneceu portuguesa durante mais 20 anos, até que D. João IV a deu a Inglaterra como parte do dote da sua filha Catarina, quando esta desposou o rei inglês.
“Ceuta e Tânger em princípio mantiveram-se fiéis aos Habsburgos, sendo que a segunda reconheceu a soberania dos Bragança em 1643.[44]”
Três anos depois não foi nas semanas seguintes.
Ouvi dizer que o Vox foi o partido mais votado em Ceuta. Basicamente espanhóis em África a dizerem aos africanos para irem para a terra deles. Por isso não se perdeu nada.
Curiosamente, todos aqueles que nasceram em Ceuta, são Africanos…
Morte à República!
Já agora… porquê dia da independência se Portugal nunca foi anexado? O rei e o governo era espanhol mas não houve nenhuma unificação. Portugal foi sempre independente.
Se calhar era mais independente de Espanha na altura do que nós somos hoje de Bruxelas.
Não era anexado, mas pagava impostos altíssimos, pelo que o paralelo com os dias de hoje é até muito pertinente, V.
Sim, é mesmo. E o nosso governo também é estrangeiro ao povo e pretende destruí-lo. Na verdade são bem piores do que algum espanhol seria.
Piores do que os espanhóis, como povo, é difícil.
Credo, não lhe conhecia tanta animosidade com nuestros pimpolhos daqui do lado.
Os espanhóis são horríveis e ter que lidar com molhos, resmas, paletes de espanhóis, deixa-me com vontade de, ou cortar os pulsos ou pegar numa marreta e… pois.
Artigo 332.º do Código Penal:
“1 – Quem publicamente, por palavras, gestos ou divulgação de escrito, ou por outro meio de comunicação com o público, ultrajar a República, a bandeira ou o hino nacionais, as armas ou emblemas da soberania portuguesa, ou faltar ao respeito que lhes é devido, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias.”
Este blog não deveria aprovar publicações criminosas.
Ena! Vamos todos presos!!
no tempo do fascismo estive uma hora preso no elevador do tribunal com o meu falecido Amigo, Dr. Armando Adão e Silva
Olha que bonito. Então a república exclui a sua própria superação? Popper defendia que qualquer boa teoria deve ponderar a sua própria negação. Assim não é bonito, parece um regime totalitário — como sempre esteve no seu ADN. É nossa obrigação desobedecer a mandamentos tão ultrajantes e fanáticos quanto esse artigo 332 do CP.
Popper também dizia que a intolerância não deve ser tolerada. Portugal é uma República, se não gostas emigra.
Viva a República!
O monumento aos Restauradores em Lisboa, na Praça com o mesmo nome, foi erigido no tempo da monarquia.
Não me diga que também é do ” bota abaixo”, UE ! Deixe lá os marcos históricos em paz.
Nada disso, foi para responder a um bota abaixo perigoso ‘Morte á República.’
Ok. Ela caiu morta? Não pois não? Uma intenção não é um facto consumado.
Um bocado como o “Morte aos traidores” do MRPP. Vago, pouco credível e no final zero pessoas faleceram. “V.” é do MRPP? Se é que essa seita ainda existe.
O MRPP não era anti-republicano, que me conste. Eram muito melhores do que o Bloco de Esquerda.
Eu gostava muito do Arnaldo de Matos. Os Anarquistas diziam que quem lhe escrevia os discursos era o irmão, o Júlio.
Ora essa, então não posso desejar um regime político melhor do que isto? Mas que falta de vontade de liberdade vai nessa cabeça.
E qual é o regime político que “V.” propõe? Se é a monarquia, já tivemos e não gostámos. Quanto a Arnaldo Matos, esse senhor era um reacionário que chegou a defender o Daesh.
Sei lá. Mas tem de haver melhor do que isto.
Depois do mais alto magistrado da nação afirmar (sem contraditório) que devemos a nossa independência aos ciganos, não me admiro que ele proponha o 1º de Dezembro também como o Dia Nacional do Cigano.
Pela minha parte prefiro que passe a ser o Dia Nacional da Senilidade.
Já se sabe que não pode haver mudanças de regime sem ” ciganices”, mas até isso prova que em não havendo RSI, todos têm que ir à luta. O PR é muito sui generis.
Não nos esqueçamos que o governo PSD/CDS aboliu o feriado de 1 de Dezembro. Por isso eu pergunto a toda a gente que vota na direita: foram trabalhar hoje?
Pela parte que me toca, como pessoa que em condições normais trabalha os feriados todos, só tenho a dizer que quem me dera ter podido ir trabalhar.
Filatelia, fui um amante da filatelia. Tenho todos os selos portugueses uns usados e outros novos de 1853 a 1973 e todos novos até 2017 (Guterres na ONU), ano que passei a colecção ao meu filho que se foi atrasando e agora não sei como está.
Selos estrangeiros tenho da Hungria de 1946 a 1980, alguns temáticos e “curiosidades” como p.ex. selos minúsculos. O selo mais pequeno (1,5×1,5 cm) é espanhol de 1883 e o maior (15×6 cm) é americano que era utilisado para enrolar nos jornais enviados. A Espanha também é o único país, além da ex-URSS, que tem um selo (de 2022) com a foice e martelo em grande plano comemurativo do centenário do PCE.
Outra curiosidade de uns selos portugueses é terem mais valor filatélico usados, e que valor, que novos. São os selos comemurativos da viagem Gago Coutinho e Sacadura Cabral ao Brasil que só estiveram em circulação nesse dia. Assim como certos selos usados de taxas altas com serrilha feita numa máquina de costura e vendidos por grevistas da Casa da Moeda nos anos 1920s.
Outras pequenas preciosidades são um envelope A4 com 32 selos colados de São Tomé e Príncipe e um envelope de uma empresa americana para uma portuguesa da Rua das Portas de Santo Antão, Lisboa Portugal (Espanha).
O valor filatélico é apurado pela antiguidade e estado de conservação como em todas as colecções, nos selos o seu valor é se forem novos, ou seja, não utilizados. E vigarices também as há, sendo uma lucrativa que é utilizar parte do selo comemurativo que tem estampado o selo de 100 reis D.Maria II que é cortado e vendido a lorpas como se fosse o selo mais valioso português.
Portugal tem muitos belos selos e muito originais como o selo feito de cortiça, o selo circular e o selo em losango.
A colecção de selos fiscais só será interessante com outros estrangeiros. Os nossos selos fiscais tiveram emissões das mesmas franquias durante décadas.
O meu irmão teve ( e creio que ainda tem) uns quantos com algum valor, não lhe sei dizer quais.
“o selo feito de cortiça, o selo circular e o selo em losango” não conheço qualquer deles, mas originais acredito que sejam. Eu não dava uma boa filatelista. Não sou uma pessoa com muita paciência, mas gostei muito de ler o que partilhou. Obrigada.
Pois, a paciência ou para entreter tem de haver gosto/interesse, mas só acontece no início. Depois é ir juntando conforme vão saindo os selos e perde-se um certo gosto de coleccionar por passar a ser juntar.
Ainda curosidades sobre selos. oO irmão da Maria Dulce Fernandes deve saber que alguns dos nossos grandes filatelistas são militares ou seus familiares, e quando aparecem nos encontros julgam que estão no Quartel.
Como julgo que saberá, os selos imprimidos são como um valor fiduciário: produzir cinco mil contos em selos e se houver alguns defeitosos não podem ir para o lixo.
Aconteceu muitas vezes haver impressões com erros só descoberto no fim ou a meio da tiragem. As mais vulgares foram República sem o acento ou uns com “v” em vez de “u” em selos do mesmo valor que tiveram de circular na mesma.
Tenho um selo usado comemurativo de Calouste Gulbenkian que, embora o carimbo dos ctts esteja perto lê-se Culbenkian. Um collecionador, militar, num encontro no Hotel Ritz, ao meu ‘conhece este?’ respondeu ‘deixe aí que procuro nos catálogos’. ‘Deixe aí, essa é boa’, respondi-lhe e segui. Julgo tratar-se de uma peça valiosa, talvez por ter sido detectado ainda com poucas impressões, e haver poucos em circulação.
Muito bem. Aprender é sempre positivo.
Os Conjurados de 1640 por Philippe Charles D´Orleans
É um romance histórico. Vamos ver se vale a pena.
Será que Marcelo testemunhou que dos 120 conspiradores alguns eram ciganos e vieram de Beja? Será que me ensinaram-me na Primária a História errada?
Vivi por certos períodos num condomínio em que dos 120 a maioria era Espanhola, a minoria era Portuguesa e apenas 1 era cigano ( 10 meses).
Apenas 1 condómino valia pelos restantes( péssimo). Depois seguia a minoria portuguesa ( atributos muito negativos). Os Espanhóis eram educados, simples, francos e respeitadores.
Cada país tem do bom e do mau.
Pessoalmente não morro de amores pelos espanhóis. Quem sabe tive que lidar apenas com a escória, mas são muito mausinos, ruidosos, agressivo, mal educados, rapaces, sei lá. Pelos ciganos também não morro de amores e praticamente por razões idênticas, Maria, com a agravante que se são contrariados, vingam-se nos automóveis. adece-a-ciganos-que-deram-a-vida-pela-in dependencia-e-lamenta-discriminacao_n145 0838
Mas parece que tivemos mesmo pessoas de etnia cigana a combater ao lado dos restauradores! Veja pela positiva, foram à luta por algo que queriam muito. Agora com os RSI sentavam-se à espera que a revolução acabasse.
Pode ver aqui :
https://www.rtp.pt/noticias/pais/pr-agr
Beijinho
De facto, tendo em conta como uma boa parte dos portugueses (não ciganos) trata a comunidade cigana, nem sei para que se deram ao trabalho de nos apoiar na restauração da independência.
soube agora que o PR da republiqueta falida informou que na restauração participaram os Ciganos. na minha ampla ignorância pensava que esta tinha sido para a tosquia dos cavalos dos nobres .esqueceu os escravos pretos das casas ricas.
se soubesse tinha participado nos festejos
”tataratá”
Por um momento percebi que escreveu que se soubesse, teria participado na Restauração! ”tataratá”