
Este é O Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica
«A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica é uma doença prevenível, caracterizada por uma obstrução brônquica persistente, só parcialmente reversível. Com períodos de agudização frequentes, o internamento é muitas vezes uma inevitabilidade, que geralmente se associa a agravamento funcional do doente, nem sempre reversível.
A Organização Mundial de Saúde estima que a doença atinja 210 milhões de pessoas em todo o mundo, com cerca de 64 milhões de casos sintomáticos. Em 2020, estima-se que será a quinta principal causa de incapacidade a nível planetário e a única das principais causas de mortalidade cujo crescimento e impacto ainda não abrandou.
Em Portugal, os estudos apontam para uma prevalência de 14,2% na população portuguesa com mais de 45 anos, o que sugere a existência provável de 800 mil portugueses com DPOC, nos seus diversos estádios. A principal causa é o tabaco, tanto para fumadores activos, como para os que a ele estão expostos passivamente.»
Fumei muito. Já não fumo. O tabaco não é um vício, juro. Fumar é que é um vício. É todo um ritual. Procurar o cigarro, encontrá-lo, tocar-lhe, pô-lo entre os lábios, pegar o isqueiro, fazer fogo, olhar a chama, levá-la até ao cigarro, ouvir queimar, sugar o ar e inspirá-lo profundamente. A partir daí, se apagar o cigarro, já não faz qualquer diferença, já alimentou a compulsão. Experimentem, porque irão constatar que tenho razão.

A 16 de Novembro assinala-se O Dia Internacional da Tolerância
«Ser tolerante significa reconhecer, aceitar e defender os direitos humanos fundamentais, para que seja possível viver em comunidade e em paz.
O Dia Internacional para a Tolerância é uma iniciativa da UNESCO, adoptada pela ONU em 1996.»
Mais uma variação sobre o mesmo tema. Aceitar a diferença não é algo transcendental. Todos somos diferentes. Eu não sou igual a pessoa alguma que conheça. Somos todos diferentes e lidamos uns com os outros todos os dias. Quanto mais se fala em “aceitar a diferença “, mais se cava um fosso que não passava de um desnível.
Acredito que meio mundo não conheça a Benetton, mas desde 1965 que o seu moto é “todos diferentes, todos iguais”.»

Este é O Dia Nacional do Mar
«A celebração desta data pretende destacar a importância que o mar tem na história e identidade de Portugal, bem como para a economia e o desenvolvimento do país.
O dia escolhido deve-se à entrada em vigor da Convenção da Organização da ONU sobre o Direito do Mar a 16 de Novembro de 1994, sendo ratificada por Portugal em 1997.»
Já perdi a conta das vezes que nestes postais diários foi dia do mar ou de tudo o que terá eventualmente a ver com ele. Hoje deixo que Manuel Alegre fale por mim.
Contar-te longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como dói
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.»

No dia 16 de Novembro celebra-se O Dia do Desassossego
«Os Dias do Desassossego celebram o dia 16 de Novembro (data de nascimento de José Saramago) e assinalam o 30 de Novembro (data de morte de Fernando Pessoa). Entre estas duas datas, as casas dos dois escritores, duas casas de literatura da cidade, dedicam-se à leitura, à literatura, aos livros.»
Sempre uma excelente iniciativa que dá a conhecer dois dos nossos maiores escritores, mas também a literatura em si, com ênfase que, depois do cão, o livro é o melhor amigo do homem.

Hoje é O Dia do Fast Food
«Frango frito, pizza, cachorro-quente, batatas fritas, anéis de cebola, hambúrgueres…
Se as pessoas adoram queijo e palitos de batata cobertos de bacon ou um taco de frango, este dia serve como desculpa perfeita para saborearem tudo isso. Graças à crescente popularidade dos automóveis após a Primeira Guerra Mundial, o fast food encontrou um nicho que poderia preencher para o viajante com destino à estrada. Em 1950, tornou-se numa instituição nos Estados Unidos. A partir daí, espalhou-se pelo mundo e agora pode ser encontrado um pouco por toda a parte.»
Eu não sei qual o vosso prato favorito de fast food, mas todos devem ter um mesmo que não o saibam. O meu é sem dúvida as asinhas de frango, bem temperadas, não muito picantes, bem fritas e bem acabadas no forno com uma boa cobertura agridoce. Raramente mando vir, mas faço muitas vezes e sou menina da comer uma boa dúzia.
(Imagens Google)

fumei os cigarros dos vizinhos do lado
estive na cama com a ‘italiana’ em 48
a tolerância existe unicamente nos dicionários
nunca me adiantou ser tolerante se a inversa não existe
um falecido prof era conhecido no gol por ‘ó mar icas’
nunca aprendi a nadar
anda por aí um desassossego com inflação atribuída à guerra
sem direito a contraditório
– parece que crescia na Sibéria nos tempos dos Gulagues
«Nomes comuns: Saramago, Labresto-branco, Cabresto, Ineixa, Rábão, Rábão-bravo, Rábão-silvestre. Família: Brassicaceae (Cruciferae)
O saramago é uma planta herbácea anual com a raiz muito dividida e grossa. O seu caule é ereto com ramos ascendentes, possuindo, na base, pelos compridos, rígidos e afastados e apresentando-se depois sem pelos até ao ápice
comi a última ‘xitefude’ no Bairro Latino há 6 anos conjuntamente com o doutorando e Amigos
Muito me conta de botânica.
DPOC
Malditos cigarros. Já não fumo há doze anos e tenho de ser ajudado diariamente por oxigênio e medicamentos para ir aguentando a ver passar as estações do ano, que agora são imprevisíveis.
Mas, um cigarro antes e um whisky depois……quem me dera.
Eu deixei de fumar há 16 anos, talvez? Mesmo assim tenho sempre problemas respiratóriosnax mudanças daquilo a que ainda se pode chamar estação