Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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Nesta data celebra-se O Dia Mundial da Opera

«Esta iniciativa visa homenagear este antigo género artístico, amplamente conhecido no mundo. A data de celebração do Dia Mundial da Ópera coincide com a data de nascimento de Georges Bizet e Johann Strauss II.

A ópera surgiu como uma iniciativa de um círculo de estudiosos conhecido como Camerata Florentina no final do século XVI para transformar textos dramáticos em música, baseados no teatro grego antigo.

Destaca-se a apresentação das primeiras obras como La Dafne (1597) e Eurídice (1600). Posteriormente, a ópera inclinou-se para várias correntes musicais: entre o século XVII e a primeira metade do século XVIII, destacou-se o período barroco. Surgiu então o classismo na segunda metade do século XVIII, caracterizado pela harmonia das composições musicais com Mozart e Beethoven. No século XIX, o romantismo caracterizou-se pela individualidade dos compositores, com várias variantes musicais.

Eis algumas das óperas mais famosas de sempre:

Madame Butterfly (Giacomo Puccini): estreada em 1904, narra a intensa história de amor entre um tenente da marinha americana e uma jovem japonesa. 

Carmen (Georges Bizet): estreada na Opéra-Comique de Paris, em 1875. Sobre uma cigana de Sevilha que seduz um cabo do exército, com desfecho fatal.

Tristão e Isolda (Richard Wagner): estreada em 1875, centrada na relação entre um jovem e uma princesa irlandesa.

Aida (Giuseppe Verdi): estreada em 1871. Fala-nos de uma princesa etíope capturada e levada para o Egipto como escrava. 

La Traviata (Giuseppe Verdi): estreada em 1853, narra a trágica história de Alphonsine Plessis, famosa cortesã de Paris, que simboliza o romantismo francês. 

O Barbeiro de Sevilha (Gioachino Rossini): esta opera buffa estreou-se em 1816.

A Flauta Mágica (Wolfgang Amadeus Mozart): escrita em 1791.

 

Foi no meu primeiro ano no Liceu Rainha D. Amélia que ganhei o bichinho da ópera. O maestro José Atalaia foi ao Liceu apresentar Der Ring des Nibelungen, a tetralogia de Richard Wagner que iria ser representada no Teatro S. Carlos (O Ouro do Reno e A Valquíria) e no Coliseu (Siegfried e o Crepúsculo dos Deuses). O maestro explicou os enredos, as músicas, a companhia alemã que viria actuar e entregou bilhetes para os espectáculos. Vi-os todos. 

Mais tarde fui vendo, conforme disponibilidade minha, As Bodas de Fígaro, D. Giovanni, Rigoletto e Cosi fan Tutte, dos clássicos. Vi algumas óperas-rock, o que pode parecer sacrilégio para alguns, mas que acho fabulosas, com enredos bem adaptados e vozes de tirar o fôlego. O meu roqueiro de óperas favorito é Andrew Lloyd Webber e dele vi no palco Cats, Jesus Christ Superstar, The Phantom of the Ópera e Evita, alguns cá, outros fora do país. Vi também Hair, que adorei e o Godspell no Villaret.  Adoro ouvir ópera. Um dos meus momentos favoritos, senão O momento favorito, é o Nessun Dorma pelo grande Pavarotti. 

 

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A 25 de Outubro celebra-se O Dia Mundial da Massa

«Este dia assinala a importância da massa para a alimentação. Além de ser económica e fácil de cozinhar, é saudável e equilibrada. A data também lembra o contributo da massa para o desporto e para a saúde humana. As primeira referências à massa remontam a 1154, na Sicília.

Portugal é um dos 20 maiores consumidores mundiais de massa, com 6,6 kg per capita anuais.

A ideia da data surgiu em 1995 num congresso mundial sobre massa, sendo a data instituída em 1998.»

 

A massa ou pasta foi uma das maiores invenções do homem. Farinha, água, ovo e sal, et voilà! Os meus netos são doidos por pasta. O pequeno adora massinhas cozidas como acompanhamento de todos os pratos; a Neta já prefere pratos de massa mais elaborados, como carbonara ou ravioli com fiambre e ricota, e é fã de molhos com pesto.

Para mim, é mais M&C e uma lasanha bem feita. Mas como não devo abusar dos hidratos de carbono, são pratos que não cozinho tanto como gostaria.

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Hoje assinala-se O Dia Europeu da Justiça Civil 

«Esta data tem o intuito de tornar a justiça mais acessível aos cidadãos e informá-los sobre os seus direitos e deveres. Pretende-se também dar a conhecer o trabalho do Conselho da Europa e da União Europeia nesta área da justiça civil.

A iniciativa da criação de um Dia Europeu da Justiça Civil foi aprovada no Comité de Ministros do Conselho da Europa em 2003. Posteriormente, o antigo Comissário Europeu da Justiça e Assuntos Internos, António Vitorino, apoiou esta iniciativa em nome da Comissão Europeia.»

 

Quando tudo o mais falha, pede-se um parecer à União Europeia. Está muito na moda.

(Imagens Google)

16 comentários em “Hoje é dia de”

  1. Os meus netos são doidos por pasta.

    Os seus netos não: todas as crianças.

    Todas as crianças sem exceção adoram massa.

    1. É normal, não tem espinhas nem ossos nem coisas verdes.
      Perguntar aos meus netos, às minhas filhas e aos meus sobrinhos quando pequenos( que são a minha referência) qual o seu prato favorito e a resposta é esparguete com salsichas …

      1. O arroz e as batatas também não têm ossos nem espinhas nem coisas verdes, no entanto as crianças não têm por eles, nem de longe, a mesma adoração que pela massa.
        Repito: nada tem a ver com os seus netos nem as suas filhas. Isso vale para todas as crianças.

        1. Batatas fritas não adoram?
          E Repito: eu não posso falar por TODAS as crianças, apenas pelas que conheço ok? Não tenho a ubiquidade do balio, para estar em todo ao mesmo tempo… É uma pena, até porque dava imenso jeito.

          1. Eu não tenho o dom da ubiquidade. Mas já falei com enfermeiros e médicos que tratam de crianças, os quais já lidaram com muitas crianças. E sei o que eles me disseram: que todas as crianças adoram massa.

          2. Tem provavelmente alguma verdade nessa afirmação, mas ser médico ou enfermeiro não é indicador de parentalidade nem de conhecimento geral para assegurar o truísmo de que TODAS as crianças adoram massa. Quem sabe as crianças chinesas gostam mais de arroz? E as africanas? E as sul-americanas?
            Se formos para os USA, o prato favorito das crianças em gera, é salsichas com puré, mas nem me atrevo a dizer que TODAS as crianças adoram salsichas com puré.
            Eu que não sou médico nem enfermeiro pediátrico, sei que muitas crianças, nomeadamente as minhas, adoram massa, mas daí a dizer que são TODAS as crianças, upa upa.

  2. As primeira referências à massa remontam a 1154, na Sicília.

    Hmmm. Há algo de estranho nisso. Que eu saiba, a massa foi inventada na China.

    1. Principalmente para quem “sabe” que foi o Marco Polo que trouxe a massa ou a sua receita para Itália . Mas podem estar a referir-se à Europa e à primeiras confecções de pratos de pasta no velho continente.

  3. em 58-9 em Roma a Tv dava transmissões semanais de ópera ou teatro cantado. a 1ª que vi ao natural foi Aida, nas termas do imperador Caracala. inesquecível.

    nesses 2 anos comi grande variedade de massas que desconhecia. não comi pizza nem arroz (este só em Milão).

    a justiça da republiqueta é uma grande trampa, antes e depois de 25 do 4º. em 76 queixe-me dum juizinho comuna e este foi considerado ‘litigante de má fé’.

    estado em decomposição acelerada sem hidrogénio verde, mas com forno a lenha dos incêndios.

    como dizia um Prof
    les belles merdes
    il-y-a des belles merdes ici
    tous memerdes tout le temps
    l’emmerdeur

  4. Tendo a Sicília sido parte do império árabe, é possível que a massa tenha primeiramente entrado na Europa por ela, trazida pelos árabes da China.

  5. “…. antigo género artístico …”
    Ópera um antigo género artístico?
    Normalmente utiliza-se “antigo género…” áquilo que já se não usa, e a ópera é um género artístico sempre interpretado da mesma forma há 200 anos e hoje.

    1. Se formos ver bem, as óperas clássicas podem nunca passar de moda, mas são um antigo género artístico, porque obras deste calibre, já não se fazem, limitamo-nos a rever ou ouvir o que se fez há 200 anos e mais. As óperas modernas nada têm a ver com as clássicas, a não ser uma aproximação à música. A encenação e a interpretação seguem novas abordagens e de tal modo que até temos que estar bem atentos aos acordes mais conhecidos , exactamente para os reconhecermos.

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