No dia 11 de Setembro recordamos o Dia dos Cobardes Ataques Terroristas às Torres Gémeas em NYC
Quando o primeiro avião atingiu as Torres Gémeas na manhã de 11 de Setembro de 2001, os americanos tentavam entender o que havia acontecido em Manhattan. O que, a princípio, poderia parecer um acidente aéreo transformou-se rapidamente no maior atentado terrorista que marcou a história dos Estados Unidos e do mundo.
Entre o primeiro e o segundo avião atingir o World Trade Center houve um intervalo de cerca de 20 minutos.
O primeiro voo, da companhia American Airlines, atingiu a torre norte às 8h46, hora local. O segundo ataque aconteceu às 9h03 – e revelou a dimensão do horror daquela manhã em Nova Iorque – descartando qualquer possibilidade de acidente. Naquele momento, a América estava sob ataque.
Na torre sul, o avião com 76 passageiros – incluindo cinco terroristas – e 11 tripulantes atinge e destrói rotas de fuga do 99º andar ao 93º andar. As visitas e funcionários do WTC que estavam acima do 93º andar não tinham como sair do edifício. Imagens chocantes de pessoas em pânico a saltar do alto dos prédios marcaram a cobertura da noticiária, mostrando todo o horror da tragédia.
Apesar de ter sido atingida depois, a torre sul foi a primeira a desabar, às 9h59. A torre norte veio abaixo às 10h28.
Actualmente, no local onde as torres existiram, há um memorial sobre as vítimas do atentado e um museu.
Dois outros aviões foram assaltados por terroristas islâmicos. Um caiu sobre o Pentágono, em Washington. Outro, que supostamente iria ser usado para destruir a Casa Branca, acabou por despenhar-se no solo, numa zona rural da Pensilvânia. Não houve sobreviventes.
Este conjunto de atentados provocou 2996 vítimas mortais, incluindo 16 terroristas.”
Sei exactamente onde estava neste dia de infâmia. Vi o segundo embate em directo. Por cá havia desconhecimento absoluto de tudo, ao nível das altas esferas. Penso que apenas os jornalistas prestaram atenção, pois dali a muito pouco tempo já não tratavam a notícia como “um acidente com um avião no WTC”. Acabou nesse dia a nossa segurança, aquele sentimento que nos embala à noite e que nos diz baixinho que está tudo bem.

A 11 de Setembro celebra-se O Dia Nacional do Bombeiro Profissional
“Este dia visa homenagear todos os bombeiros profissionais e respectivas corporações e destacar o seu trabalho na protecção das populações e na prestação de cuidados e serviços de apoio à nossa comunidade.
Neste dia várias corporações de bombeiros de todo o país juntam-se numa parada que conta com mais de 300 profissionais, entre bombeiros municipais, sapadores, privativos, força especial de bombeiros e profissionais das associações humanitárias de bombeiros. É também prestada homenagem especial a todos os bombeiros falecidos em serviço.
A escolha desta data para a comemoração do Dia do Bombeiro Profissional prende-se com os atentados terroristas às Torres Gémeas em Nova Iorque. A primeira celebração do Dia Nacional do Bombeiro Profissional ocorreu em 2008 em Setúbal. Desde então todos os anos é celebrada a data neste dia 11 e é escolhida uma localidade diferente para as cerimónias de homenagem.”
São uns heróis, tanto os profissionais como os voluntários. Todos os anos é a mesma história. Não há prevenção nem vontade de a praticar. Ardem terras e culturas, morrem animais e ultimamente pessoas, habitantes ou bombeiros. É uma profissão de alto risco, que eles executam até exaurir as forças, dia após dia, ano após ano.

11 de Setembro é também O Dia Nacional das Casas do Povo
“As casas do povo são associações locais de fins sociais e culturais que organizam diversas actividades com vista à animação e à integração do povo na sociedade. Surgiram em 1933. Foram criadas pelo Estado Novo. Cada casa do povo funcionava como organismo de defesa dos interesses dos trabalhadores agrícolas e de atribuição da previdência social
Com o passar dos anos, as casas do povo mudaram a sua actuação, mas continuaram a contribuir para o desenvolvimento social e cultural das comunidades locais. Em 1982, passaram a deter o estatuto jurídico de pessoas colectivas de utilidade pública, de natureza associativa.
Atualmente prestam sobretudo apoio a idosos e a crianças, na ocupação dos tempos livres e na promoção de sessões de convívio, com a organização de torneios desportivos, realização de feiras e actividades recreativas e musicais, entre outras iniciativas.”
Agora com os preços das TVs mais acessíveis e os programas non stop para velhotes em todos os canais, as casas do povo deixaram de ser os centros de união e reunião nas aldeias e vilas. Funcionam mais como centros de dia a dar apoio aos necessitados. Chegaram a ter um papel preponderante na obtenção de reformas para os trabalhadores agrícolas, muitos dos quais conseguiram obter pequenas retribuições mensais através das Casas do Povo.

Lembro-me muito bem do 11/9.
Fui tomar café e na TV passava aquilo que eu pensava ser um filme. Uma americanice com explosões e assim. Depois percebi que era a sério.
Eu estava em Portimão, em casa, a almoçar bifes de peru com esparguete. O prédio tinha parabólica e estávamos a ver as notícias directamente de NYC, onde, meio alinhavado, se reportava um incidente com um avião de grande envergadura que embater numa torre do WTC. O segundo embate, não deixou margem para dúvidas. Nenhum de nós comia. Ficamos a olhar. Telefonei a pedir informações, mas não se tinha grande conhecimento do sucedido, até ao momento de ser suspendida toda a informação e todos os canais começarem a transmitir em directo.
estava na cadeira do dentista no Saldanha
e inicialmente pensei ser um filme.
nada que não tivesse pensado, mas daquela forma. uma acção provoca sempre reacção.
os Bombeiros merecem toda a minha consideração, tal como as Forças Armadas e de Segurança.
as Casas do Povo destinavam-se a dar início à SS e a tirar o pessoal das tascas, actualmente com o nome pomposo de bares
Creio que voltaram à denominação original, entulho. Tasca é muito mais castiço.
Hoje (também) é dia de: 11 de Setembro de 1973.
Bem vistas as coisas , desde que entrou em vigor o calendário gregoriano, que houve anualmente um 11 de Setembro. Aquele de 1973, já tive a oportunidade de referir aqui no Delito. Não foi nada que não se esperasse, para a conjuntura da época, mas não deixa de ser um marco na história.
Dispenso bombeiros voluntários. Deviam ser extintos.
Prefiro bombeiros profissionais, a exercer a profissão como qualquer profissional, sem argumentos de que é voluntário.
Quem dá de si em troca de nada, é sempre de louvar.
Não os voluntários. Aliás, tal coisa não devia ser permitida por lei. Fica sempre mais caro que o comercial.
Claro, tudo o que é de borla, sai efectivamente mais caro, já sem pensar no risco de vida.
Risco de vida? Incêndios? profissionalizem a profissão, mas isso não querem.
Se é pelo transporte de doentes, fica mais barato e é-se melhor servido se recorrer a um serviço privado de ambulâncias.
Se profissionalizar uma profissão, passe o pleonasmo, deixam de ser voluntários e há milhares a depender do voluntariado. Depois, em época de incêndios, como sabe, não há mãos a medir e vidas, são vidas, sejam voluntárias ou profissionais.
👏 👏
Parece que o meu comentário foi censurado, porquê?
Não faço ideia. Por norma, não azulo seja quem for, por mais inconveniente que seja. Pode voltar a escrever, que se não for vulgar ou ofensivo, eu publico.
Mas quero deixar bem claro que na eventualidade de não publicar comentários, não devo explicações, ok?
“…não devo explicações, ok?’
Ok e terá as suas razões, que não serão, certamente, com receio de cair no ridículo.
Mas o “não azulo” parece-me ser meu conhecido, por haver azulamentos com receios catagelofóbicos.
Esteja tranquilo quanto a cair você próprio no ridículo, porque afinal é disso que se trata, não é? É certo e sabido que a melhor defesa é o ataque, e é por isso que você e outros da mesma laia não dão a cara , são uns cobardes e uns tristes, escudando-se com pequenas cinzentudes para se livrarem do piche e das penas. Tenho pena de si. Muita pena. Deve ser uma pessoa intragável com um complexo de superioridade avassalador. Vai pairando pelas caixas de comentários dos blogues, sempre com críticas destrutivas que lhe enchem o peito de um um orgulho vingativo, bafiento e vil, num Úrano e torpe ” Toma lá que já almoçaste”, que só tem significado para si próprio. Pobre coitado.
Urano= ufano.
Muito bem, Dulce. Há que marcar distâncias desta gente doentia que polui a blogosfera com o ressabiamento típico dos medíocres e dos cobardes, como é o caso.
Cansa, Pedro. Obrigada!
Está totalmente enganada, e, agora, estou a pensar que pode muito bem acontecer consigo própria. Como é que lhe deu ter essa ideia? Não encontra nos meus comentários nada que seja como de superioridade ou toma lá que já almoçaste.
São apenas comentários opinativos, sem mais nenhum outro interesse, vaidade ou eu é que sei como é.
Continuo, censurar, azular vem do tempo do lapis azul dos coronéis, só por poder causar embaraço ou constatação ridícula por terceiros, é doentio e perigoso para opiniões democráticas.
Faz lembrar um capitalista descobrir que tem um trabalhador comunista, mas para os conhecidos diz que ele tem umas ideias trabalhistas ou dizer que o Almada Negreiros nem sequer andou nas Belas Artes.
Pobre coitado, tem de olhar pra si própria como perguntar-se como é que lhe veio esta ideia à cabeça.
Pobres daqueles que vendo, não se enxergam.
Anónimo, se tiver algo que dizer a algum autor deste blogue, que não eu própria, sugiro que o faça fora das caixas de comentários dos meus postais, pois as suas aleivosias não serão por mim publicadas.
Boa semana. Aproveite para reflectir.
Parece que teve um telefonema do azulador, mas não vá na conversa dele.
Ele é o alex jones cá do sítio, ou melhor dizendo parece, por vezes, o alex jones cá do sítio.
E não a quero incomodar por ter por si muita consideração, consideração que também tinha pelo seu pai que fomos colegas muitos anos.
Não conheço azuladores e quanto a ter conhecido o meu pai, será que você é o Matusalém, anónimo?
Matusalém? Não.
Andei nos rallys em provas de dia e de noite, mas não conta para duplicar a idade.
Não lhe passa pela cabeça, as azuladas mesquinhas que são feitas para ficar bem na fotografia da vaidade.
Onde, nos rallys? Bem, acabaram as “azuladelas e as entrelinhas.
‘Tá bem, como queira.