Hoje é dia de


Maria Dulce Fernandes,

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A 5 de Agosto comemora-se O Dia Internacional da Cerveja

“Esta data foi criada em 2007, na Califórnia, por quatro amigos fãs desta bebida e hoje é festejada em mais de 50 países por amantes fervorosos de cerveja. Esta é a bebida alcoólica mais consumida pelos portugueses. Na Europa realizam-se vários festivais da cerveja, especialmente na Bélgica e na Alemanha.

  • Existem vários tipos e variedades de cerveja.
  • Em média, o processo de produção da cerveja demora 20 dias.
  • Existem copos específicos para beber cada tipo de cerveja.
  • A cerveja tem muitos benefícios para a saúde, incluindo os ossos, a insónia, o colesterol, o cabelo, a pele, o sistema imunológico e cardiovascular.
  • As garrafas castanhas ajudam a manter a frescura da cerveja.
  • A cerveja mais cara do mundo é a Vielle Bon Secours, que custa 880 euros.
  • A melhor cerveja do mundo é a Westvleteren 12, com 10,2% de álcool.”
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Tenho memórias extraordinárias que se passaram com cerveja. Desde a “Grande Piela” da minha mãe em Solingen, quando faltou a água, passando pela minha grande piela de Bitburger em Geilenkirchen, seguindo pela prova leve de uma fantástica e escura flute em Haarlem numa noite gelada,  continuando  pelas grandes pielas de sucessivas canecas de litrada, que tocaram a toda a família na Oktoberfest com descargas terríveis nas filas para o WC e atravessando a Grand Place com as pernas bambas de quem saboreou  um “balão” de Delirium a acompanhar uns fantásticos mexilhões e não estava a contar com um coice daqueles…

Jogar à sueca nas férias em Albufeira a beber minis atrás de minis pela garrafa. Comer caracóis, pipis e torresmos no Manel das Andorinhas a bebericar imperiais, comer búzios e percebes no Relento, com meia dúzia de finos a acompanhar, estar à beira da piscina do Tio Fernando em Jacarepaguá, com um belo churrasco a crepitar no imenso fogareiro de barbecue e enormes copázias de Brahma chope, comer ostras e chouriço assado em Cacela Velha com uma caneca na mão e caminhar devagar até ao muro branco para aspirar profundamente a maresia …

São memórias de valor que não poderei nunca reviver sem anti-histamínicos. Mas onde há cerveja, há esperança! Que entrem as louras!

 

 

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Hoje celebra-se O Dia Internacional da Ostra

“Neste dia, são servidas as mais variadas e deliciosas ostras a preços especiais nos espaços atentos à data. Também se realizam festivais de ostras por esta altura. A ostra é um molusco muito versátil. Enquanto algumas não são consumidas pelos humanos (ostras pérola, por exemplo), outras são apreciadas em cru ou cozidas.

A formação da pérola dá-se quando um parasita invade a ostra e esta liberta uma substância chamada madrepérola que se cristaliza sobre o invasor, impedindo-o de se reproduzir. Ao fim de três anos transforma-se em pérola. A sua forma depende do formato do invasor e a cor da saúde da pérola.

As ostras têm um corpo mole, mas que está protegido por uma concha muito calcificada.”

 

Adoro ostras. Acabadas de abrir com umas gotas de limão. Mais nada.

Nunca percebi porque nunca me calhou uma ostra com pérola, mas vendo bem, todos os dias me calham ostras com pérolas de sabedoria e muitas vezes é a intrusão do parasita que contribui em maior escala para as madrepérolas quotidianas.

(Imagens Google)

35 comentários em “Hoje é dia de”

      1. Eu? Hostilidades?
        Você é que faz uns textos misandristas sempre a malhar no desgraçado do debilóide e eu agora é que sou hostil.
        Tá a ver o que faz o limão nas ostras?

          1. Pois, estou a ver, se não é o debilóide é o parasita a invadir as ostras.

          2. As melhores pérolas não têm as conchas tão calcificadas, são mais permeáveis. Infelizmente a grande maioria é casca grossa.

          3. Barco de dois canos ao fundo.
            Não confunda pérolas de sabedoria com arte rupestre.

          4. Sabe, as pérolas de sabedoria são proferidas por sábios reconhecidos. Eu, como não tenho a mania e só sei que nada sei, não ando por aí armada em génio. Quanto à arte rupestre, é considerada, e muito bem, Património da Humanidade.
            Porta- aviões a adornar!

          5. Por falar em debilóide. Tive em tempos passados uma namorada que se chamava Debbie, vivia em Londres, bebia cerveja e arrotava em stereo como uma porca. Até que me fartei.

      1. A minha igualmente.
        Dizem que é a bebida alcoólica mais antiga.
        Fartei-me de rir quando li que até as freiras a tomavam ao
        pequeno-almoço nas tabernas com um bom pedaço de queijo na Idade Média .
        Espero que a Cristina Torrão concorde

          1. Hojes são umas tristes coitadas…
            Tea total e como se não bastasse
            andam com os joelhos feitos
            num 8 de tanto se ajoelharem.
            😇🙉😂

  1. A cerveja e as ostras são uma uma coisa do caraças, do caraças no sentido de ser muito bom ou bom como o caraças.
    Beber uma ou umas cervejas frescas, não geladas, num dia de calor é uma coisa do caraças, é quase melhor que beber água.
    Maria Dulce Fernandes, deliciou-nos com os seus apaixonantes contactos com a cerveja, até fiquei com sede. Em Festivais, só as deita abaixo no Festival/Concentração das Harley-Davidson, em Breda (Países Baixos) em que as várias cervejas belgas são rainhas.
    Agora, desculpe-me, mas nada que nos contou teve o prazer inesquecível de estar uma tarde numa esplanada em Bissau a comer ostras cozidas servidas por abrir em grandes travessas comidas apenas um molho picante e acompanhadas com deliciosas cervejas 2M (McMahon).Uff. Foi num dia de descanso dos dias de guerra, ouvindo não muito longe os rebentamentos de um ataque a Tite. Inesquecível, com tantas coisas para nos lembrar-mos de quando tínhamos pouco mais de vinte anos.
    Já tinha comida ostras na Carrasqueira, sem nenhum tempero, quando na adolescência fazia campismo selvagem em Troia.
    Devia ser obrigatório, como se trata-se de uma vacina, comer ostras uma vez por ano. Uma vez ou em vária doses de reforço.

  2. Há muitos anos num hotel durante o jantar conheci um alemão – não alto, cabelo russo e olhos verdes ou azulados -( não me recordo). Só se notava que estava embriagado quando passava das 30 cervejas. Os olhos brilhavam e pareciam sair da órbita.

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