A 13 de Julho celebra-se O Dia Mundial do Rock

“É neste dia que o rock se faz ouvir em especial por todo o mundo, graças ao festival Live Aid organizado por Bob Geldof e Midge Ure a 13 de Julho de 1985. O evento dividido por concertos em Londres, Filadélfia, Sidney, Moscovo e Japão foi transmitido para cerca de 1,5 mil milhões de pessoas no mundo. Objectivo: arrecadar fundos para travar a fome na Etiópia.
Desde então, nesta data celebra-se o poder da música rock para unir as pessoas e trazer-lhes alegria aos ouvidos e corações.”
Unir o mundo pela música e por uma causa humanitária numa altura em que as grandes causas despertaram o melhor que havia nas pessoas. Lembro-me de ter visto o que pude, era dia de trabalho (e não é sempre?) e não havia telemóveis para ir vendo programas ou partidas de futebol à socapa.
Vítor Hugo dizia da música, que era o barulho a pensar. Bons pensamentos sem dúvida, traduzidos em sons fabulosos, intemporais e inesquecíveis.
Apresentaram-me o verdadeiro rock nos idos dos anos 70, com o país mais estabilizado e inundado por tudo o que era som e banda de rock do mundo inteiro, e com as boites a pontuar nas noites dos grandes centros urbanos. Sinceramente, nunca fui muito dada a esse tipo de locais onde se ia ouvir música, dançar e encher a cara. Uns amigos que pensavam fazer-me mudar de ideias resolveram levar-me ao 2001, que já funcionava antes da liberdade chegar, no Autódromo do Estoril. Foi uma noite fantástica e uma experiência inesquecível. Não mudei a minha maneira de ser, apenas a minha opinião sobre locais como a Catedral do Rock onde a excelência do repertório musical e a ambiência envolvente nos podia fazer voar.
Já publiquei o meu manifesto sobre a música dos anos 80, por isso pouco mais tenho a dizer. Revejo várias vezes o clip de um Freddy Mercury já doente que fez vibrar o mundo no Live Aid. E limpo os meus CDs e os meus Vinis com todo o carinho e com todo o respeito que me merecem.
Rock’ n ‘Roll forever!
(Imagens do Google)

Olha, o Rock’n’ Roll tem um dia inteirinho só dele, nada de repartir.
Merece.
Lembro-me bem desse dia. Festa em casa de uma amiga.
Muitos petiscos mas, infelizmente, sem sexo nem drogas.
Com tanta banda em acção, a outra acção tornou-se desnecessária. Nunca tomei drogas. Uma vez, ao engano comi spacecake em Amsterdam. Não estranhei o bolo, bastante saboroso e que sabia a chocolate, nem os efeitos , porque não foram imediatos, mas devo ter feito uma bela figura a rir e dizer disparates. Mas foi divertido e à noite dormi umas 10 horas seguidas.
Nunca experimentei esse tal bolo espacial, mas não me importava.
Uma vez, um amigo trouxe-me de Amesterdão um chupa-chupa também espacial, guardei-o e nunca mais me lembrei dele. Há pouco tempo encontrei-o e estava todo mole. Foi para o lixo.
O meu era uma insuspeita fatia de um agradável bolo de chocolate.