Ora, como diria um político, ainda bem que coloca essa questão porque me permite esclarecer o processo que levou a esta foto, afastando eventuais ideias de falta de segurança. Qualquer foto tirada de um veículo (excepto se fosse mesmo muito alto) apanharia as guardas da ponte. E não se recomenda sair do carro para ir tirar fotografias quando em cima de pontes. Assim, o que aconteceu é que eu passei na ponte de carro, reparei que estavam umas nuvens e um nevoeiro bonitos, verifiquei que tinha tempo e fui, ainda de carro, até aos lugares de estacionamento existentes junto ao Teatro do Campo Alegre, onde deixei o carro. Caminhei menos de um minuto a pé (para os que não sabem, a ponte da Arrábida tem passeios para peões, frequentemente também usados por pessoas em bicicleta ou scooter) até à zona do pilar norte e tirei a foto. Et voilà. Espero que isto demonstre que, podendo ser louco, não sou inconsciente.
Tem razão, não tinha pensado nisso das guardas do ponte. A verdade é que nunca a atravessei a pé, ao contrário da Luiz I, nem sabia muito bem como fazer ( em tempos também houve elevadores). Qualquer dia experimento. Há semanas passei por lá Às sete e tal da manhã e estava um nevoeiro ainda mais espesso.
A minha cidade é maravilhosa… :)) Obrigada.
“Minha”? Que possessiva… E está a referir-se ao Porto ou a Gaia? É que na foto vê-se mais Gaia do que Porto…
(Ninguém pensa em Porto e Gaia como sendo duas cidades, não é?)
Possessiva?? Não, nunca! É carinho, mesmo…
Gaia? Porto? Carago, parece que me enganei…
Desculpe.
Ah, bem me parecia…
🙂
Parece que já vi isto em qualquer lado…
Andas a chamar-me pouco original?
😉
Ia jurar que um dia destes te vi de cachecol vermelho.
Livra!
Eis a prova de como os engarrafamentos (na Ponte da Arrábida) podem ser úteis de vez em quando, se bem aproveitados.
Ora, como diria um político, ainda bem que coloca essa questão porque me permite esclarecer o processo que levou a esta foto, afastando eventuais ideias de falta de segurança. Qualquer foto tirada de um veículo (excepto se fosse mesmo muito alto) apanharia as guardas da ponte. E não se recomenda sair do carro para ir tirar fotografias quando em cima de pontes. Assim, o que aconteceu é que eu passei na ponte de carro, reparei que estavam umas nuvens e um nevoeiro bonitos, verifiquei que tinha tempo e fui, ainda de carro, até aos lugares de estacionamento existentes junto ao Teatro do Campo Alegre, onde deixei o carro. Caminhei menos de um minuto a pé (para os que não sabem, a ponte da Arrábida tem passeios para peões, frequentemente também usados por pessoas em bicicleta ou scooter) até à zona do pilar norte e tirei a foto. Et voilà. Espero que isto demonstre que, podendo ser louco, não sou inconsciente.
Tem razão, não tinha pensado nisso das guardas do ponte. A verdade é que nunca a atravessei a pé, ao contrário da Luiz I, nem sabia muito bem como fazer ( em tempos também houve elevadores). Qualquer dia experimento. Há semanas passei por lá Às sete e tal da manhã e estava um nevoeiro ainda mais espesso.