Por mais que o marketing natalício nos atordoe com prendas e laçarotes, luzes faiscantes e toda a restante corte habitual de extras, o Natal é uma história simples. Grandiosa, mas simples. Trata-se do nascimento de uma criança. Prodigiosa, mas uma criança. E não o são, afinal, todas as crianças? Reduzida à sua condição mais depurada, a metáfora do Natal é óbvia: não perdermos nunca de vista o que é essencial, enredados em mil acessórios inúteis. Trago-vos aqui a história de uma outra criança, também ela muito especial. Sortilégio da época ou não, vem a propósito e é comovente.
Um Feliz Natal para todos.


Não consegui evitar a comoção, ao ler a história. Afinal, nem tudo é triste e desanimador no tempo e no lugar em que nos cabe viver.
É verdade, Ana.
Agora chorei, eu não conheci o meu avô Pontes, e não conheci o meu Avô Magalhães… :((( e neste momento, as minhas filhas, estão tristes, porque o avô Moreira está internado no hospital, muito doentinho, e o avô Pontes, foi operado, está a recuperar, devagarinho… Um Abençoado Natal para si… Obrigada IldaPontes
Obrigada. O mesmo para si, Ilda. E que tudo se componha pelo melhor.
Muito bem, Ana. Uma história verdadeira do verdadeiro Natal.
Às vezes esquecemo-nos. É tão fácil, tudo nos leva a isso.
🙂
Um feliz e santo natal, Ana.
Bjs
Grande beijo para ti e para os teus.
Bom Natal.
Braga é terra de milagres, Ana.
Bem vejo, Rui. Com sorte, este avô ainda há-de ir ao Bananeiro.
🙂
Já tinha comentado mas não devo ter seguido bem todos os procedimentos.
Vim e venho para te desejar um feliz e santo natal e um excelente ano de 2011, Ana. E, naturalmente, para todos os demais autores do delito.
Bj
Um Santo Natal, vizinha, dentro do espírito renovado do encontro com o presépio.
Querido vizinho, um beijo natalício e repenicado, acompanhado de jingle-bells sortidos. O Menino, que é sábio, há-de perdoar-nos a pirotecnia.
🙂