Quanto mais a escuto, mais gosto dela. Na lista das cem mais belas canções portuguesas de todos os tempos, que estou a elaborar, esta há-de figurar num dos lugares cimeiros.
Gostar de Jorge Palma, hoje, está na moda. Não é decerto o seu caso. Nem o meu.
Desde sempre, sei de cor, o DEIXA-ME RIR, ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, do tempo em que o músico não era muito levado a sério. Num curso de guionismo que fiz há uns anos na Universidade Moderna, um dos nossos mais conhecidos realizadores riu-se de mim(ou pareceu-me) quando a “elevei” a banda sonora da minha tímida curta metragem. Problema dele. Nunca lhe perdi o rasto nem a loucura crescente dos concertos. A estrela do mar, o frágil, o dá-me Lume, Ai Portugal Portugal e tantos outros. Considero-o o mais talentoso criador de canções, com a rara vantagem das suas palavras não serem “letras” mas poemas. Fico contente quando encontro um “palmista” mais.
Também a acho uma das mais belas canções de sempre, daquelas de que se gosta para sempre 🙂
Quanto mais a escuto, mais gosto dela. Na lista das cem mais belas canções portuguesas de todos os tempos, que estou a elaborar, esta há-de figurar num dos lugares cimeiros.
Gostar de Jorge Palma, hoje, está na moda.
Não é decerto o seu caso. Nem o meu.
Desde sempre, sei de cor, o DEIXA-ME RIR, ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, do tempo em que o músico não era muito levado a sério.
Num curso de guionismo que fiz há uns anos na Universidade Moderna, um dos nossos mais conhecidos realizadores riu-se de mim(ou pareceu-me) quando a “elevei” a banda sonora da minha tímida curta metragem.
Problema dele.
Nunca lhe perdi o rasto nem a loucura crescente dos concertos. A estrela do mar, o frágil, o dá-me Lume, Ai Portugal Portugal e tantos outros.
Considero-o o mais talentoso criador de canções, com a rara vantagem das suas palavras não serem “letras” mas poemas.
Fico contente quando encontro um “palmista” mais.
Inteiramente de acordo consigo: temos de comum o “palmismo”. Graças a todos esses temas que mencionou e alguns mais.