Há que preparar a vidinha para o pós-ministério


João Sousa,

marta temido já é militante socialista
(na capa de hoje do Correio da Manhã)

30 comentários em “Há que preparar a vidinha para o pós-ministério”

  1. Protestam com a necessidade de cartão para entrar no restaurante, mas pucos ligam a este cartão que vem de há muito e dá acesso a zonas onde é reservado o direito de admissão.

  2. É como vós, também tratam da vidinha, estão é fulos por não puderem ir ao pote face à competência de quem em boa hora vos substituiu, não é mesmo?; tenham vergonha na cara, lacaios do Relvas e afins.

  3. Lá está você. Aquilo é o certificado de vacinação do governo. Você não está vacinado de que é que se queixa?

      1. Certificado de vacinação. O certificado de contaminação é só nos restaurantes e é aos fins de semana.

  4. Em terra de cegos…
    “A Internacional” como “vade mecum”…com os balidos aquiescentes do rebanho mansíssimo…
    JSP

  5. Quanto ao título: que maneira esquisita de encarar as coisas. Há sempre maneira de imaginar o que quer que seja quando não se tem nada de concreto para falar mal do que se detesta.
    E quem detesta a existência de partidos tem muita conspiração que pode construir no vácuo.

    1. Tem razão, estou a ser simplista. Até fica a parecer que sugiro ser necessário cartão de militante para se ter “acesso” – quando na verdade basta ser-se cônjuge, irmão, cunhado, filho, padrinho (e etc.) de quem tenha um cartão.

      1. Os seguros de saúde das empresas normalmente abrangem cônjuge e descendentes. Os cartões partidários abrangem tios, primos e compadres.
        Mais uma prova de como os privados são uns sovinas. Socialismo sempre.

  6. Marta Alexandra Fartura Braga Temido de Almeida Simões nasceu em Coimbra em 1974.

    É Doutorada em Saúde Internacional, pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, detendo um Mestrado em Gestão e Economia da Saúde, pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, e Licenciatura em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

    Especializada em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, exercia os cargos de sub-diretora do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da UNL e de Presidente não executiva do conselho de administração do Hospital da Cruz Vermelha Portuguesa antes de assumir funções no XXI Governo. Entre 2016 e 2017, foi presidente do conselho diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde.

    Exerceu responsabilidades de administração e gestão em diversos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, assim como em outras entidades do setor, nomeadamente na Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, cuja direção presidiu entre 2013 e 2015.

    Integrou, ainda, os conselhos consultivos do Grupo de Ativistas pelo Tratamento (GAT) e do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, tendo desempenhado atividade de docência em várias instituições na área da saúde. É autora e co-autora de publicações científicas no âmbito da saúde.[3]

    Parece que já tinha vida antes. Mas o que é que isso interessa, não é, João Sousa? O que interessa é mandar bocas demagogas. E eu nem sequer sou socialista, mas posts destes têm de ser demarcados. São parvos de mais.

    1. “Parece que já tinha vida antes.”
      Pois tinha, era advogada de formação. A sua formação de gestão hospitalar não lhe dá habilitação para dar “palpites” em publicações científicas no âmbito da saúde.
      Mas o “Princípio de Peter” é tramado e o cartão de militante sempre dá uma ajuda.

      1. Eu quero lá saber da Marta Temido, mas o João Sousa com certeza por encomenda partidária, atira-nos no Delito de Opinião com uma gracinha de puto de escola
        Depois Joel Silva apresenta o CV da mesma e como o Carlos Sousa não sabe ler, digo eu por ele não querer referir o que está no CV, ou então diga que aquilo é mentira e é tudo um Relva do.
        Com estas gracinhas de putos do deita abaixo, que fazem riscos e rabiscos por toda a parte, não vão a lado nenhum, quanto muito a um festival de disparates.

        1. Eu não sei se é tudo um Relva do, ou influências do Relvas. Mas não é por ter andado muitos anos a gerir hospitais que fica com equivalência de médica especialista.
          Cada macaco no seu galho, e se não gosta da gracinha dos putos da escola não venha para aqui brincar às escondidas com o anonimato.

          1. Anonimato?
            Carlos Sousa na lista telefonica de 1990 encontrei 58, vai dar ao mesmo.

    2. Confirma-se o cartão de militante é só um pro-forme.
      Alguma vez trabalhou fora do Estado e como se aprende a gerir a coisa publica se nunca se esteve no terreno, basta um curso não é ?!
      Parece aqueles engenheiros que não sabem distinguir um parafuso sextavado de um torx mas conseguem que as contas do exceel batam sempre certas para o lado da aquisição de máquina novas para a fábrica e que as contas da manutenção é que dão prejuízo.

      WW

      1. WW, só percebe de Administração Hospitalar quem está esteve em hospitais privados?
        O Hospital da Cruz Vermelha p.ex. não conta?

        1. Não tem nada a ver uma coisa com a outra, tem a ver com o facto de não saber como é a vida no terreno e ter uma ideia preconcebida de tudo se bem que o comportamento dos hospitais privados no inicio da pandemia deu-lhe algum fôlego.
          No fundo é como alguém fazer uma licenciatura e logo a seguir ir adquirir outros graus académicos na mesma área sem nunca ter “trabalhado” nela.

          WW

    3. Todo esse currículo, pelos vistos muito meritório, e sente a senhora necessidade de formalizar a sua pertença a essa associação de venais nepotista. É pelo menos suspeito. É que, como se sabe, não basta sê-lo…
      E não, não venham com a história do Relvas e restantes podres da outra gente. São meninos de coro perante o que está gente descaradamente faz. E invocar esse tipo de argumentos serve apenas para, reconhecendo-a, legitimar a pulhice dos “nossos”. É como na velha citação, de acordo com a qual fulano “é um filho da p…, mas é o nosso filho da p…”.
      Quem se basta com isso, basta-se com muito pouco e merece o pior.

    4. O currículo é prova indesmentível que é um membro da nomenklatura.
      Ter entrado para o Partido de União Nacional é só o corolário.

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