Há 40 anos começou a acabar | 02. As campanhas de alfabetização
Tiago Mota Saraiva,
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Conversa fiada esta do “(…) há 40 anos” – as reduções substanciais do analfabetismo ocorrem nas décadas do pós-guerra – 10% na década de 50, 9% na década de 60, 7% década de 70 – partindo-se de valores percentuais superiores a 50% para valores abaixo de 25% em 73/74.
Valores de 25% há 40 anos atrás é, de todos os pontos de vista, um valor enorme – no Ocidente, perseguem-se (hoje) valores inferiores a 1%. Em PT, com a escolaridade obrigatória, a secundarização e terciarização económica, etc , dados de 2011? indicam que a redução prosseguiu, mas ainda persistem em PT 5,2% de pessoas analfabetas (com assimetrias regionais pronunciada, p.ex . o Alentejo apresentado taxas próximas de 10%.
Não se retira daqui muitos dos méritos a tantos que, nestes 40 anos prosseguiram e contribuíram para a continuação deste esforço/redução, mas nesta área prosseguiu-se em continuação de uma tendência, no mundo ocidental , desde o pós-guerra no século passado [o mesmo não se pode dizer do alargamento de escolaridade, que esse sim, sofre um impulso substantivo a partir de meados dos anos 80]. Mas assumir a alfabetização como algo que começou “a acabar” há 40 anos é um pouco propaganda enviesada como a dos Colombos de Pessoa – andam-se a iluminar com “Justa auréola dada/ por luz emprestada”
Tome. Um quadrinho com o número dos indígenas cá no reino pelo séc. XX e a porção deles que eram analfabetos, com o bocejo de ver o progresso de 2 milhões e 700 mil que sabiam as letras em 1930, e confrontá-los com 6 milhões e 400 mil alfabetizados em 1970; eis aí o trabalho feito no Estado Novo: alfabetizaram-se perto de 4 milhões de pessoas enquanto se edificaram escolas onde nada havia feito e tudo por fazer. Cada um perceba os factos consoante seja mais ou menos analfabeto ou deixe-se meramente andar na crença em vive.
Conversa fiada esta do “(…) há 40 anos” – as reduções substanciais do analfabetismo ocorrem nas décadas do pós-guerra – 10% na década de 50, 9% na década de 60, 7% década de 70 – partindo-se de valores percentuais superiores a 50% para valores abaixo de 25% em 73/74.
Valores de 25% há 40 anos atrás é, de todos os pontos de vista, um valor enorme – no Ocidente, perseguem-se (hoje) valores inferiores a 1%. Em PT, com a escolaridade obrigatória, a secundarização e terciarização económica, etc , dados de 2011? indicam que a redução prosseguiu, mas ainda persistem em PT 5,2% de pessoas analfabetas (com assimetrias regionais pronunciada, p.ex . o Alentejo apresentado taxas próximas de 10%.
Não se retira daqui muitos dos méritos a tantos que, nestes 40 anos prosseguiram e contribuíram para a continuação deste esforço/redução, mas nesta área prosseguiu-se em continuação de uma tendência, no mundo ocidental , desde o pós-guerra no século passado [o mesmo não se pode dizer do alargamento de escolaridade, que esse sim, sofre um impulso substantivo a partir de meados dos anos 80]. Mas assumir a alfabetização como algo que começou “a acabar” há 40 anos é um pouco propaganda enviesada como a dos Colombos de Pessoa – andam-se a iluminar com “Justa auréola dada/ por luz emprestada”
O que é que este imbecil anda a fazer por aqui?
Tome. Um quadrinho com o número dos indígenas cá no reino pelo séc. XX e a porção deles que eram analfabetos, com o bocejo de ver o progresso de 2 milhões e 700 mil que sabiam as letras em 1930, e confrontá-los com 6 milhões e 400 mil alfabetizados em 1970; eis aí o trabalho feito
no Estado Novo: alfabetizaram-se perto de 4 milhões de pessoas enquanto se edificaram escolas onde nada havia feito e tudo por fazer.
Cada um perceba os factos consoante seja mais ou menos analfabeto ou deixe-se meramente andar na crença em vive.