Guerrilla Girls!


André Couto,

 

A recentemente empossada presidência da União Europeia definiu as mulheres e o seu estatuto como uma das prioridades para o seu semestre de ascendente, agora não mais do que isto, sobre a política comunitária. José Rodríguez Zapatero propõe-se envidar esforços no sentido da criação do mandado de detenção europeu respeitante a crimes de violência doméstica, acrescentando um procedimento especial semelhante ao do homólogo que incidente sobre terroristas.

No primeiro dia do ano tive oportunidade de me deslocar ao Centro Cultural de Belém. “She is a femme fatale” foi uma das exposições que vi e que recomendo. Durante o percurso fui remetido para o movimento Guerrilla Girls, com site no link anexo. Pela qualidade, originalidade, componente histórica e pelo tempo que vivemos, merece um olhar atento.

2 comentários em “Guerrilla Girls!”

  1. Só o cartaz que escolheste para ilustrar o post já valeria uma visita ao site, pela originalidade e acutilância. Fui lá espreitar. O movimento data de 1985 e tem piada, porque se auto-define desta maneira: “We’re feminist masked avengers in the tradition of anonymous do-gooders like Robin Hood, Wonder Woman and Batman”. Não gosto de radicalismos, mas a esta ironia não resisto.

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